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Sexo

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Achei bem interessante essa reportagem no site do Dr. Dráusio Varela e resolvi compartilhar com vocês.

espero que apreciem.

A noite chegou, você terminou todos seus afazeres, as crianças dormem tranquilamente e ao seu lado está o homem que você ama, cheio de desejo. Porém, a única coisa que você consegue pensar é em virar para o lado e dormir.

Quem já passou por isso precisa saber que não está sozinha. Pesquisa divulgada no ano passado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo por meio do Cresex (Centro de Referência e Especialização em Sexologia) do Hospital Pérola Byington revela que 48,5% das mulheres que procuram ajuda médica por conta de disfunções sexuais sofrem de falta ou diminuição do desejo sexual, dor durante as relações sexuais ou dificuldade para atingir o orgasmo. A pesquisa com 455 mulheres também mostrou que apenas 13% dos casos têm origem orgânica, a imensa minoria, portanto.

Descontados os problemas físicos que podem levar às disfunções sexuais, podemos pensar em alguns aspectos socioculturais que afetam a sexualidade feminina.

Em primeiro lugar, precisamos considerar que as meninas aprendem a repreender a sexualidade desde pequenas. Enquanto aceitamos e até incentivamos a masturbação e a curiosidade sexual masculina, ensinamos as meninas a se resguardarem, a não expressarem sua sexualidade. Elas, portanto, se tornam mulheres que desconhecem o próprio corpo e todo o prazer que ele pode lhes proporcionar.

Depois que cresce, a mulher é incentivada a se casar e procriar. Dentro da família assume, na maioria das vezes, o papel de cuidadora, responsável pelo bem-estar de todos. Exatamente como nossas avós, com a diferença que muitas ainda têm de trabalhar fora.

A mulher, cansada, passa a enxergar o parceiro que costumava atrai-la tempos atrás como parte das suas obrigações. Uma visão nada sexual.

Os homens também em geral têm pouca paciência e habilidade para despertar o prazer feminino. Muitas vezes parecem esquecer que a relação sexual envolve, nesse caso, duas pessoas e que uma é bem diferente deles.

As revistas e programas femininos só aumentam a sensação de culpa ao dizerem que é preciso ser criativa para “apimentar” a relação. Como se para ser criativo não fosse preciso sentir desejo sexual e não vice-versa.

Como abrir espaço para o desejo? Antes de tudo, é preciso se livrar da culpa e sentir-se merecedora do prazer sexual. É necessário dissociar a relação conjugal da vida cotidiana, tentar ver o homem como parceiro de fato na busca pelo que lhe agrada e, se preciso, buscar ajuda profissional.

Assumir toda a responsabilidade por uma vida sexual pouco satisfatória é supor, erroneamente, que o sexo é algo dissociado das outras áreas da vida.

 

*Editora do site www.drauziovarella.com.br e do blog Chorumelas

 

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Minha nova amiga carioca diz que neste verão calamitoso um banho de banheira é melhor que sexo. Banho oferece prazer garantido, diz ela, enquanto o sexo é pura incerteza. Mesmo triste, sou forçado a concordar. Embora tenha sido o protagonista de raríssimas decepções sexuais (e nenhuma mentira), eu já ouvi muitas mulheres se queixarem de sexo medíocre. Ou mesmo desastroso. Ao contrário do que diz a lenda, sexo não é como pizza: quando é ruim é uma droga. Não dá para curtir.
Escrevo consciente de que as perspectivas de homens e mulheres nesse assunto são distintas. Um desastre do ponto de vista masculino costuma ser sinônimo de brochada. Ou de recusa da mulher na última hora. Tirando isso, o resto é festa – ainda que ela só dure 90 segundos. As mulheres são mais exigentes. Há dezenas de maneiras em que o sexo pode dar errado do ponto de vista delas. Desconexão emocional, falta de sintonia, ausência de clima, preocupação, chatice. Odores também. O ato ocorre, mas não oferece o prazer profundo e demorado de uma banheira de água tépida. Talvez por isso eu conheça mulheres que não ligam para sexo, mas nenhuma – repito, nenhuma – que seja indiferente a um banho de banheira.
Falo, evidentemente, de pessoas que ainda vivem em cidades onde há água. Em São Paulo – para falar apenas da minha cidade – o banho de banheira deixou de ser erótico e se tornou obsceno, quase tão pornográfico quanto lavar o carro no domingo e limpar a calçada com a mangueira ligada. Coisa de tarado.
No tempo em que havia água, poucas coisas deixavam uma mulher mais feliz do que um quarto de hotel com banheira. O lugar poderia ser caído, pequeno e mal localizado, mas, se no quarto houvesse uma banheira limpinha, a paz estaria assegurada. Ou coisa melhor. Um amigo me contou no passado que sua namorada só funcionava sexualmente depois de muito vinho e um banho de imersão. Ponderei, na época, que ele deveria comprar uma banheira e investir numa adega climatizada. Ele preferiu trocar de mulher.
Eu mesmo não tenho experiências assim radicais, mas já pude observar os efeitos afrodisíacos da água sobre as mulheres. Praias, piscinas e banheiras são excelentes preliminares. Na falta delas, uma boa ducha costuma funcionar como relaxante libidinal, embora não produza o mesmo efeito. Basta lembrar as dezenas de filmes românticos em que aparece a banheira. É quase um clichê. A moça está lá primeiro, coberta de espuma, e puxa para dentro o galã hesitante. Ou ele se atira, tomado de luxúria líquida. O importante é que a mulher penetra na água antes, e na cena seguinte os dois aparecem rindo ou fumando. A gente imagina que o conúbio carnal foi bem sucedido e cresce a fama erótica da banheira. Cenas de amor no chuveiro não têm o mesmo charme.
Em tempos de crise da água, imagino como substituir o apelo erótico e emocional da banheira. Ao contrário das minhas gatas, as mulheres não parecem curtir o banho seco: aquela toalha molhada em produto antisséptico que a gente passa delicadamente na pelagem delas, deixando-as macias e cheirosas. Uma alternativa é fazer com a sua garota como se fazia com as crianças no passado: elas sentavam numa bacia de alumínio enorme e recebiam um balde de água morna na cabeça. Depois eram ensaboadas cuidadosamente. Acho que disso a sua mulher vai gostar, qualquer que seja a idade dela. Ou inclinação sexual.
O que está descartado de forma peremptória é o banho de chuveiro com DR. Não dá mais para se alternar sob o jato d’água enquanto vocês discutem a relação e ela ensaboa as suas costas, bem devagarzinho. Para a volta dessas delícias teremos de esperar que suba radicalmente o nível das represas no Sudeste.
Na falta de banheira, piscina e duchas demoradas, sugiro cativar sua prenda com possibilidades sustentáveis. Cozinhe para ela, por exemplo. Gasta água, mas menos que um banho. Ou lave a louça, evitando manter a torneira aberta. Não há mulher que não fique contente com um cara que arregaça as mangas. Desligue a TV, conte uma história divertida, vá com ela ao cinema de mãos dada, diga como ela é linda, escute – escute de verdade – o que ela tem a contar. Ouvido e saliva ainda se pode gastar. Talvez com isso o sexo entre vocês seja melhor que um banho de banheira e torne o inverno que nos aguarda menos catastrófico. Chegaremos a julho um pouco mais sujinhos do que sempre estivemos, mas nossos corações podem ser puros e limpos. O amor líquido descrito por Zygmunt Bauman acabou, temporariamente. Com rodízio de água de 5 x 2 dias, ele terá de ser sólido como rocha.

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/02/adeus-bbanheirab.html

 

 

 

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Que as mulheres são fisicamente diferentes dos homens é fato, e com o passar dos anos essa diferença se acentua em relação ao corpo, ao emocional ao profissional e ao sexo.

Hoje falarei do fator sexo entre homem e mulher, as diferenças que há entre esses dois seres a partir dos 50 anos. Idade controversa entre os sexos  e pouco exposta nas mídias impressas e sociais.

O homem como é de sua natureza, tem o seu instinto sexual mais aflorado que a mulher, e não acredito que seja por criação e sim por ser algo fisiológico mesmo. É só observar em outras sociedades onde a cultura é bem diferente da nossa que percebemos que a mulher é mais subjugada  pelo “macho”.

As mulheres nesse início de século XXI já estão mais abertas para falar, sentir e buscar o sexo com seu parceiro.

Porém, com o passar dos anos, é o que me propus a escrever aqui, o homem maduro e a mulher madura (50 anos em diante), começam a sentir que algo muda em seus corpos e nos seus sentidos, tanto emocionais como sexuais.

O homem entra na não comentada andropausa (nem todos) e a mulher na comentadíssima menopausa. E casais que tem vários anos de casados com o mesmo parceiro ou parceira, começam a entrar em “crise”, dúvidas, questionamentos e em algumas vezes, separação.

Não é um fato muito comentado pelas mulheres, mas explanado abertamente nas rodas masculinas – sempre, preservando a sua parceira – mas ao se reunirem, a queixa geral entre os homens é que o sexo poderia ser mais intenso e mais freqüente, e que sua companheira não consegue acompanhar seu desejo. E nessa conversa sexual, o que eles mais desejam é ter duas mulheres, uma que seja a esposa e a outra sua válvula de escape sexual, começa na cabeça masculina o enfado pela vida de casado.

Um “fato” sabido entre as mulheres, que não adianta negar.

As mulheres que têm mais tempo de casadas com o mesmo homem, têm um fantasma rondando sua cabeça criativa – inerente da mulher -, será que ele vai arranjar outra?

Será que ele tem outra?

Se eu não transar com ele, ele vai arranjar outra!

Hoje ele pede a separação!

Afinal nossas transas tem sido péssimas, sem emoção, sem paixão, só a força do habito da obrigação.

São questionamentos que martelam na cabeça de muitas mulheres, infelizmente.

O homem com o passar dos anos fica de fato arredio, por vários motivos inerentes ao cotidiano do casamento, mas a mulher também fica enfadada com aquele homem que não à enxerga como fêmea e sim como uma pessoa que está ali para tocar um lar, agregar a família.

A mulher precisa nesse momento de vida, de atenção, de carinho, de que o companheiro a olhe como mulher.

E o homem quer uma mulher ativa, sem muitos “chiliques” como eles falam.

A mulher tem que se atualizar se sentir mulher, independente do que o companheiro ache, cobrar atenção e muita conversa.

Ufa!!! Os homens às vezes têm “mentes infantis” para certos assuntos e a mulher com sua paciência e suas “armas” de sedução deve colocar tudo em ação, lógico, se achar que o relacionamento valha à pena.

É um assunto complicado e eu teria que escrever folhas e mais folhas sobre esse assunto, mas pelo menos coloquei aqui uma prévia do relacionamento sexual de um casal maduro, com mais de 50 anos e 30 de casados.

Espero ter ajudado a esclarecer algumas mulheres que me pediram para falar sobre esse tema.

 

 

 

 

 

 

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Texto escrito por Ruth Manus

 http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/mulheres-fantasticas-tambem-tomam-pe-na-bunda/

E por alguns instantes elas têm a ideia estapafúrdia de que são um lixo!

Há meses ando acompanhando um fenômeno estranho, no qual semanalmente tenho uma nova amiga solteira. Mas não é qualquer tipo de solteirice, é aquela imposta e sofrida, mais conhecida como pé na bunda.

O mais estranho é que todas elas têm um mesmo perfil: especialmente bonitas, especialmente inteligentes, especialmente bem sucedidas, especialmente bem vestidas e especialmente bem resolvidas.
É uma espécie de epidemia, parece que ninguém está segura.

E é um fenômeno generalizado. Quem não tem uma amiga fantástica que não tenha passado por isso recentemente?

As supostas justificativas são as mais diversas:

– você trabalha demais;

– você é incrível demais;

– você é exigente demais;

– você é controladora demais;

– você é expansiva demais;

– você é doce demais;

– você estuda demais.


Enfim, são inegavelmente mulheres que são demais para esses caras.

E toda semana tenho visto alguém em mar aberto. Sem rumo, sem chão, chorando um oceano. Apavorada por achar que nunca mais vai encontrar alguém “tão legal quanto ele”. Com medo de morrer sozinha com 7 gatos. Com medo de ter que fazer um tinder ou de ir pra balada e ter que ficar com um cara que usa jeans rasgado e corrente de prata.

Fico olhando para essas mulheres. Seus cabelos impecáveis, seus currículos invejáveis, seus empregos imponentes, mas se achando as últimas das criaturas.
Já desisti de tentar entender tudo isso. Dizem que é difícil entender as mulheres, mas tentar entender esses caras me parece ainda mais desafiador.

É claro que sempre podemos melhorar algo no nosso comportamento para os próximos relacionamentos. Não estou dizendo que somos perfeitas, que não devemos repensar atitudes ou que estamos acima do bem e do mal.

Mas sério, meninas, não se culpem!


Não se perguntem se a culpa do término é daquela celulite que sempre aparece na sua coxa esquerda quando você cruza a perna. Nem se é daquele pijama de bolinha que você usa no inverno. Nem dos 3 quilos que você não perdeu. Nem dos livros que você leu enquanto ele roncava. Nem do fato de você babar quando dorme. Nem daquele fim de semana que não deu tempo de depilar a perna.

Nem nada! Nem dos seus erros, nem dos seus defeitos, nem das suas crises!

A culpa não é sua. E talvez nem dele. Acabou, acabou.

Talvez ele peça para voltar, talvez não. Talvez ele implore, talvez você não queira. Talvez você fraqueje, talvez siga como a rainha do gelo. Talvez ele apareça com uma mulher com 3 metros de perna e peitos na altura do queixo. Talvez ele vire gay. Talvez ele se apaixone pela mulher mais feia do bairro, mas que é gente fina pra caramba. Talvez apareça na sua porta com um diamante do tamanho de uma lichia e vocês sejam mais felizes que William e Kate. Sei lá. O fato é que, sabe lá Deus porque, atualmente ele não quer mais ficar com essa mulher incrível que você é.

E a culpa não é sua mesmo. Ele tem as razões dele. E ele simplesmente tinha duas escolhas: ficar com você ou não, com todas suas qualidades e defeitos. E ele escolheu o “ou não”. Simples assim. Não o odeie. Mas principalmente: não se odeie.

Keep walking, gatinha. Acontece com todo mundo. Mas não vou negar que está acontecendo mais com as mais incríveis.

Algumas se perguntam se é o caso de disfarçar as qualidades com os novos paqueras. Se fingir de burra, mentir sobre emprego, falar que ganha mal. Tentar não assustar.
Não, não, nada disso. Continuem imponentes. Lindas. Invejáveis. Honrem tudo que conquistaram. Se o teco-teco não acompanha o boeing, paciência. Continuem voando. Uma hora a gente aterrisa em terras melhores.

E sim, há terras melhores, tenham certeza. Há caras bacanas soltos por aí. Há histórias incríveis para se viver. E há centenas de dias melhores te esperando.

https://www.facebook.com/blogruthmanus

 

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Bem…..

Como começar esse texto com esse título –  Uma Mulher de Programa,  já soa como uma afronta para o universo feminino e uma curiosidade para o universo masculino.

Uma pessoa próxima, conversando, começou a relatar o que o marido tinha proposto para ela – sair com uma mulher de programa esporadicamente.

Todas nós paramos e olhamos para ela ! a princípio atônitas e depois curiosas.

Aí, ela contou que devido aos anos de casados, a relação já um pouco desgastada e monótona, com sexo duas vezes ao mês, o marido sugeriu à ela que poderia arrumar uma mulher de programa de vez enquanto. Pois assim ele se aliviaria sexualmente e não ficaria irritado com ela por não fazerem sexo com mais frequência. Ele se cuidaria, usaria camisinha, não iria transar sempre com a mesma mulher e assim ela – a esposa-, não precisaria se preocupar, pois não seria traição, seria só prazer, afinal, o homem ,precisava disso mais que a mulher.

E tinha mais! o melhor de tudo, segundo ele, a família ficaria preservada e seguiria tudo bem.

Ninguém falava, só olhávamos para ela!

Ela continuou, dizendo que “de onde ele tinha tirado isso?”

Surpresa!

Em uma reunião de homens que acontece semanalmente. Um médico deu uma pequena palestra antes do almoço e disse para todos eles que isso seria um ato benéfico para a saúde do homem aposentado, quer dizer, mais velho.

Nossa amiga em questão, apesar de surpreendida com a proposta, disse que iria pensar no assunto.

A essa altura já estávamos com comichão para saber o que ela tinha pensado e respondido.

Ela calmamente nos disse que topou a oferta do marido, pois assim ele ficaria mais satisfeito sexualmente, pois ela sabia que o homem precisa de mais sexo que a mulher, mas que não gostaria de saber que dia ele iria, onde iria e que ele não esquecesse de se proteger sempre, pois na empolgação isso acarretaria muitos transtornos para a preservação da família.

Se ouvia o bater das asas de uma mosca no recinto.

Ela levantou,  disse que não poderia mais permanecer ali naquele momento e saiu abatida e com um olhar de alívio e de derrota.

Não preciso dizer que o alvoroço tomou conta do ambiente, com cada uma dando sua opinião sobre esse assunto um tanto complexo e camuflado dentro das famílias.

Esse relato é verídico, mulheres!!!!

“A pessoa me autorizou escrever sobre, mas evitando dar nomes.”

Mas eu juro por Deus, que adoraria conhecer esse médico e castrá-lo!

 

 

 

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Depois de um dia cheio, vou falar sobre a fragilidade da mulher.

Vocês sabem que ando afastada das mídias sociais porque estou com uma das filhas com gravidez de risco e está aqui aos meus cuidados.

E como ela está dormindo tranquila, eu estou sozinha em casa, resolvi passar para vocês a fragilidade da Mulher. De repente, tua vida é modificada com a aposentadoria do teu companheiro, ele começa a trabalhar em casa e por conseguinte, entra dentro do universo que antes era somente teu. A administração da casa, da cozinha, das compras, dos problemas diários que sempre te pertenceram e sempre andaram de vento em poupa. Questiona tudo. Tuas saídas durante o dia, para contatos comerciais, começa a ser questionada: – Precisa mesmo sair para uma brincadeira de internet? De repente, tua individualidade é invadida por questionamentos novos e não “entendíveis”, pois sempre deram certo e sempre funcionaram, como uma máquina que as engrenagens se encontravam perfeitamente e o resultado sempre foi satisfatório. Aí, tu já começa a te questionar sobre muitas coisas. Pensamos:  vamos mudar um pouquinho, afinal a casa também é dele ! Quando tudo está andando mais ou menos, surgem problemas de saúde com um filho, problemas profissionais com outro filho, os teus pais resolvem te procurar para terem atenção, pois estão velhos demais, e tu ali, andando como uma barata tonta pela vida antes pacata e produtiva profissionalmente, mas agora como uma roda gigante, girando e parando para subir ou descer um problema. E ainda dizem que a mulher é frágil! Depois de um dia inteiro aparando as arestas de um e de outro,tentando sobreviver fazendo o que você gosta, a gente olha a casa cheia de indivíduos  e pensa: Eu criei tudo isso? A noite quando se deita para tentar descansar, o companheiro reclama de falta de atenção sexual e presencial, porém, esse mesmo companheiro, passou o dia inteiro não te enxergando e ainda por cima te questionando da administração de tudo e de todos. Sem contar o bichinho de estimação que você não queria, mas foi comprado com a cumplicidade de seu companheiro pelos filhos. E como sempre, todos foram embora, sobrou para você cuidar o pobrezinho que está muito velho e de três em três horas você levanta e troca a fralda, dá comida. Chega o dia, raiando belo e formoso pela janela de sua casa, mas você está um trapo, pois passou uma noite acordada, e ainda tem que voltar a rotina descrita acima e com um sorriso maravilhoso no rosto, senão, você é uma chata, que reclama de tudo, afinal, você tem uma casa maravilhosa, um companheiro maravilhoso e está reclamando de que?! E você faz parte do sexo frágil! Eu sempre falo que a fragilidade da mulher foi esquecida em um canto da vida feminina. Somos fortes, e muito fortes, levamos “chibatadas ” da vida e ali vamos nós, machucadas, mas firmes com um único propósito de ser feliz e ter um companheiro que nos faça feliz e principalmente acertar e nos realizar. Essa é a  mulher frágil! Dei essa escapadinha, para escrever na minha”brincadeira” de ser executiva e produtiva.

A aids cresceu 11% entre os jovens no Brasil em 2014 e para variar, estamos na contramão, enquanto no resto do planeta os números de infectados está diminuindo por causa da prevenção, nós resolvemos ser diferentes, e para pior.

Os jovens de agora que estão no período de iniciação sexual, não viveram no auge da campanha do vírus HIV, por isso segundo estudos, eles estão achando que a Aids tem cura, tem tratamento e logo, eles não precisam se proteger, apesar das campanhas pálidas que há na mídia televisiva.

Os jovens mais infectados são heterossexuais e não homossexuais como a maioria pensa.

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O uso da camisinha tem que estar sempre presente quando forem transar, e não é porque transou uma, duas, três vezes com a mesma pessoa que pode parar de usar camisinha. Não pare!

 

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Você esta se protegendo, protegendo seu ou sua parceiro(a) e ainda se prevenindo contra uma gravidez cedo demais.

Transar é maravilhoso, e na juventude, os hormônios estão pulando, logo transe, mas se proteja sempre. A aids ainda mata, ela só tem remédios que amenizam os sintomas, estancam o avanço dela pelo seu corpo, mas você não se livra dela não.

O que diz na página www.aids.gov.br/pagina/sintomas-e-fases-da-aids :

 

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV – tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. Esse período varia de 3 a 6 semanas. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.

A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 – glóbulos brancos do sistema imunológico – que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais comuns são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids. Quem chega a essa fase, por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer. Por isso, sempre que você transar sem camisinha ou passar por alguma outra situação de risco, aguarde 30 dias (saiba por quê) e faça o teste.

Não se descuide!

Se cuide!

Não tem idade certa para a AIDS!

Só não adquire AIDS quem se cuida!

Transe com quantos parceiros(as) quiser, mas se cuide, se previna, não se prejudique e nem prejudique o outro(a).

Seja Consciente dos seus atos!!!!

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o casamento já foi uma instituição sagrada e sacramentada pela união entre homem e mulher, mas hoje é uma instituição falida pelo Eu em primeiro lugar, o Tu em segundo e o Nós muito distante ou até mesmo desconhecedor até então. A mulher casava para poder ser respeitada, ter filhos e ser protegida, porém, o homem também casava para ser respeitado na sociedade onde estava inserido e para procriar uma prole sadia e descendente. Hoje, como não houve evolução na instituição casamento, ele está fadado  ao sumiço na sociedade. O “Namorido” é a nova alcunha dado pelos casais que vão morar juntos, com compromissos de divisão material, mas nem tanto na divisão afetiva e duradoura. A união entre homem e mulher, já não é mais respeitada como uma instituição onde a mulher tem que ser protegida, tem que procriar e obedecer cegamente ao seu provedor, o homem. Há famílias hoje em dia monoparentais, onde a mulher segue sendo a provedora e como conseguinte, a matriarca, pois se nela existam muitas vezes, somente a presença feminina , ela automaticamente toma as rédeas dos problemas e evolução dessa pequena célula nova que está se formando na sociedade. Mas isso começou a acontecer de uns anos para cá, onde a mulher foi para a rua procurar seu espaço, e se viu sozinha da presença masculina, por vários fatores impostos pela nova sociedade do EU. A mulher assusta o homem com sua determinação, competência e liberdade. Muitos homens não conseguem dentro de uma união ganhar monetariamente como ou melhor que a mulher, e isso deixa-os desconfiados, inseguros e muitas vezes violentos ou arredios dentro de casa. Por aí, já dá para percebermos que o casamento naufragou pela falta de adaptação a modernidade. Se a união entre homem e mulher fosse mais cooperativa, mas saudável, não teríamos tantos lares sustentados por mulheres, e abandonados pelos homens. Sexualmente a mulher ficou determinante em quando e como quer ter prazer sexual, enquanto o homem pela sua natureza predatória e física, saca de seu desejo, várias relações, e como consentir isso para algumas mulheres? A união entre homem e mulher é complexa e longa por vários fatores culturais e sociais, mas deixo aqui um pouquinho do que penso.

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Miréia Borges

mireia@portoweb.com.br

 

Com que Bauman escreveu em Amor Líquido e com que li nesse domingo, uma crônica de Carpinejar sobre a Separação Líquida, chego a conclusão que o amor morreu.

E morreu pela pressa dos jovens quererem experimentar tudo muito rápido. De sentirem o prazer por prazer e não por paixão, por envolvimento.

Eles não querem envolvimento, querem o momento, querem uma transa, duas no máximo, muitos beijos e acabou.

Sabe aquele compromisso de manter alguém ao seu lado, namorar, se conhecer melhor, aparar as arestas do conhecimento mútuo, isso , não é relevante nesse momento de experimentação.

Só que tudo isso, tem um preço, e um preço alto demais segundo minha ótica..

O tempo passa e AINDA os homens na hora de escolher alguém para ter filhos ou formar um a família, preferem as meninas que são mais recatadas, por incrível que pareça. Esses dias um disse para mim, que se divertir é uma coisa e ter alguém para casar é outra.

Fiquei de boca aberta!

Jurava que essa mentalidade machista já tinha terminado, mas vi que não.

E as mulheres que transaram com vários ao longo da adolescência e juventude, acabam ficando “neuróticas” com o passar dos anos, pois quando se dão conta , onde está o amor que deveriam sentir? Onde está a paixão? No seu círculo de amigos é impossível enfrentar o relacionamentos, pois um sabe do outro e uma sabe da outra.

E nesse meio tempo, o relógio biológico começa a tocar deixando as mulheres mais neuróticas ainda.

Juro que é complicado entender essa nova geração apressadinha e imediatista.

Queria saber o que acham?

 

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O Sexo e as Mulheres

Um assunto um tanto complexo para ser debatido, explorado ou mesmo falado, pois ainda há muito tabu e muita vergonha velada por trás do sexo e as mulheres.

A mulher é diferente do homem, isso é fato, porém parece que a negação desse fato, gera muitos desentendimentos e as vezes separações.

O homem é diferente, por ter um físico diferente, ele tem necessidade de transar, é algo químico do seu cérebro, a mulher não.

A mulher tem necessidade de carinho, de dengo, de romance, de umas firulas a mais para poder transar, o homem não.

Em um casal, a exigência de sexo é sempre do homem e a mulher muitas vezes se revolta, ou desanima.

Esses dias uma moça me disse que tinha verdadeiro pavor quando o marido queria transar com ela, pois era três vezes por semana e ela não sentia vontade para tudo isso, e que esta situação estava deixando ela muito chateada.

Assisti um vídeo do Filósofo e Historiador Leandro Karnal, onde ele dizia, que a igreja deveria deixar os padres e freiras casarem, pois só no casamento que o sexo acaba, bastando só colocar um pijama que a libido escasseia rapidinho.

Bem, é controverso, né?

O que vocês acham disso queridas leitoras?

Eu tenho minha opinião, mas …………..