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As mulheres a partir dos 40 anos devem fazer um checkup clínico e ginecológico anualmente!

A maioria das mulheres tem a vantagem de serem acompanhadas desde cedo por um ginecologista, seja para o uso de métodos anticoncepcionais, para acompanhamento pré-natal ou para o tratamento de doenças típicas da mulher.

 

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Em uma consulta anual, o clínico deve examinar minuciosamente a paciente, aferir sua pressão arterial e solicitar exames complementar tais como hemograma completo, dosagem dos hormônios da tireóide, exame de urina e de fezes, exames de glicose e colesterol, exame oftalmológico, eletrocardiograma e exame dermatológico.

ginecologista, por sua vez, deve, após exame clínico completo, pedir uma ultrassonografia pélvica e/ou transvaginal, exame de Papanicolau (coleta de material do colo do útero para ser analisado quanto à presença de vírus, fungos, bactérias e células cancerígenas), colposcopia, solicitada quando há alguma alteração no Papanicolau, e também uma mamografia, que pode ser complementada pela realização de uma ultrassonografia das mamas, em caso de mamas densas.

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Além disso, é importante manter em dia a vacinação contra doenças vacináveis, como a vacina contra o HPV e contra as hepatites A e B. Com um bom acompanhamento geral, em muitos casos os fatores de risco para doenças podem ser eliminados ou terem sua influência minimizada.

Quais são os exames preventivos que a mulher deve fazer?

A triagem do câncer do colo do útero deve ser feita anualmente, por mulheres a partir de 21 anos ou a partir de um ano após o início da atividade sexual, pelo exame de Papanicolau, a partir de esfregaço do colo do útero, similarmente ao que se faz para testar para a presença do vírus HPV (papiloma vírus humano). Ambos os testes buscam alterações nas células anormais que podem indicar a necessidade de novos testes, como uma biópsia, por exemplo, que estabeleça precocemente um diagnóstico certeiro.

O exame para detecção do câncer colorretal deve ser feito por meio de uma colonoscopia, a partir dos 50 anos. A colonoscopia é a melhor ferramenta que se tem para detectar o câncer de cólon, pólipos pré-cancerosos ou outras lesões. O câncer de cólon é o terceiro câncer mais comum para as mulheres, só ultrapassado pelo câncer de mama e câncer de pulmão. Se a mulher tiver uma história familiar de câncer colorretal, a triagem deve ser feita mais cedo e com menor intervalo de tempo, o que deve ser orientado e acompanhado de preferência por um médico coloproctologista.

A triagem do câncer de mama deve ser feita pela mamografia, uma vez por ano, nas mulheres a partir dos 40 anos. Se a mulher tiver uma história familiar de câncer de mama ou de ovário, o médico pode recomendar mamografias mais precoces e mais frequentes. A mamografia é a ferramenta mais efetiva que se tem para detectar o câncer de mama. O autoexame é uma excelente ferramenta para a detecção precoce do câncer de mama e deve ser feito por todas as mulheres a partir dos 20 anos, 7 dias após o término da menstruação. Ele consiste em apalpar minuciosamente os próprios seios, denunciando novos nódulos ou endurecimentos que apareçam. O autoexame, no entanto, não deve substituir o exame clínico realizado por um profissional de saúde.

Fonte: www.abcmed.br

 

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O leite em pó da marca passa a ter 80% mais cálcio, além de ser o único da categoria com magnésio e vitaminas do complexo B, isso favorece muito a Mulher Brasileira, pois existe uma prevalência de inadequação no consumo de vitaminas e minerais pelas mulheres brasileiras principalmente quando ela chega na fase da menopausa, onde o corpo requer mais elementos para o novo momento da mulher.

99% não consome a quantidade diária recomendada de cálcio, 100% possui inadequação no consumo de Vitamina D, além do baixo consumo de Magnésio com 91%, Vitamina A com 72% e Ferro com 26,5%. E pensando nisso, MOLICO investiu na melhoria de sua fórmula para auxiliar a suprir as necessidades nutricionais da mulher brasileira.

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Essa nova combinação de vitaminas e minerais pode estar relacionada com vários benefícios! Como por exemplo, cálcio, vitamina D e Magnésio são importantes na produção e manutenção dos ossos, contribuindo para a prevenção da osteoporose; as vitaminas A e C têm um papel relevante para o bom funcionamento do sistema imunológico – pois a presença do ferro, associado com a vitamina C melhora sua absorção, e juntamente com as vitaminas do Complexo B contribuem para proporcionar energia e disposição que toda mulher moderna deseja.

Essa nova fórmula de MOLICO já está disponível para venda nas principais redes varejistas do Brasil.

 

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Dr. Nael Hwas é coordenador do Pronto Socorro Adulto do Hospital San Paolo, centro hospitalar localizado na zona norte de São Paulo.

Ultimamente é muito comum ouvir que “o clima está uma loucura”. De fato, as estações parecem estar cada vez mais “indefinidas”, e a mudança brusca de temperatura tem sido comum. Isso, somado a outros diversos fatores, favorece o aparecimento de gripes e resfriados com mais frequência. Mas você sabe identificar quando está resfriado ou gripado?

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A maioria das pessoas não conhece a diferença entre os dois. O resfriado comum é uma infecção viral e traz sintomas mais leves como congestão nasal, coriza clara e espirros. A gripe também é uma infecção viral; mas nesse caso já surgem a febre alta, cefaleia (dores de cabeça), dores no corpo, mal-estar, tosse seca, dor de garganta e coriza. Geralmente, dura entre sete e 10 dias e também pode desencadear complicações como sinusite bacteriana, otite média e pneumonia.

O profissional de saúde consegue saber se é um resfriado simples ou uma gripe avaliando o histórico clínico do paciente e realizando o exame físico. Assim, é possível fornecer um diagnóstico preciso.

Os resfriados podem ser prevenidos com medidas simples e que vão muito além do consumo de vitamina C. Boa alimentação, hidratação e higiene nasal também podem ajudar. A gripe, por sua vez, pode ser prevenida por meio da vacina anual. É importante estar sempre atento às campanhas nacionais de vacinação e seus prazos.

Não podemos esquecer, também, de proteger as crianças. A partir dos seis meses de vida a vacinação já pode ser aplicada; e, quando houver suspeita de qualquer complicação respiratória, é imprescindível levar a criança para uma consulta médica. O mesmo vale para os adultos, que têm o hábito de se automedicar. O ideal é buscar orientação especializada.

 

Uma ação que elimina muito a contaminação:

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Sim, se você não se cuidar a tacocracia vai te pegar!

Li sobre isso no livro do Mario Sérgio Cortella e achei muito interessante e muito pertinente para os dias em que estamos vivendo.

Tákhos em Grego (rápido)

Estamos próximos, de uma tacocracia, pois a pressa não é mais inimiga da perfeição e nem devagar se vai mais longe. Isso tudo quer dizer que não temos mais tempo, vivemos numa rotina de rapidez organizada e às vezes desorganizada.

O relógio não é mais olhado para ver as horas e sim quanto falta para se estar em um determinado lugar ou se falta muito para terminar algo que recém começamos.

Não conseguimos esperar mais por algo que antes era normal. Hoje perguntamos ao entregar um produto para conserto – vai demorar?

Vai demorar o jantar?

Sendo, que você chegou a casa depois de um dia de muito trabalho, e seria um momento para tirar a roupa, colocar algo confortável, tomar um vinhosinho (quer que eu indique?), uma cervejinha ou o que gostar mais.

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Relaxar, conversar com os filhos ou companheiro (a), mas não, tem a novela, tem o programa de esportes, tem o noticiário e depois o filme que queria ver e assim, vai.

Onde está o relax? Esqueceu que também é saúde relaxar?

Esqueceu que existe alguém morando na casa com você?

Esqueceu que você também existe e não é um robô?

Tem alguma coisa errada nessa turbinação toda. Você não acha?

Pena mesmo, mas a tacocracia vai te pegar, ou já te pegou.

Pense nisso!

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Acredito que vale a pena ler a entrevista sobre o Terrorismo Nutricional até o fim para podermos nos situar nesses modernismos absurdos que estão acontecendo.

Acompanhem…

 

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Emagrecer sem dieta, sem cortar grupos alimentares e “celebrando a comida sem medo e sem culpa”. Parece sonho, mas é o que defende a nutricionista.

Para Sophie Deram, dietas só engordam a longo prazo.

Sophie é francesa e brasileira e pesquisa obesidade infantil, nutrigenômica, transtornos alimentares e neurociência do comportamento.

Sophie Deram não é uma nutricionista convencional. Para começar, ela é contra dietas. Para essa francesa e brasileira, doutora em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP, dietas restritivas só estressam o corpo e fazem o cérebro alterar o metabolismo e o apetite, fazendo você engordar ainda mais a longo prazo. Especialista em obesidade infantil e transtornos alimentares, Sophie, que também é chefe de cozinha, estuda neurociência e nutrigenômica – a ciência que mostra como os alimentos “conversam” com nossos genes. Ela defende uma forma libertadora de lidar com a comida: o “comer consciente”, que permite ter saúde e peso estável tendo prazer à mesa e comendo de tudo – até mesmo doces e fast food!

A senhora é uma nutricionista contra dietas?
Eu sou muito contra dieta (risos). E quanto mais eu estudo, mais fico contra. Uma das coisas que mais assusta e estressa o cérebro é fazer uma dieta muito restritiva. O cérebro a percebe como um grande perigo e vai desenvolver mecanismos de adaptação. Ele vai aumentar o seu apetite, diminuir seu metabolismo e deixar você mais obcecado por alimento.

É por isso que tantos voltam a engordar?
A curto prazo, a dieta vai funcionar. Só que o cérebro vai desenvolver mecanismos de adaptação, vai ‘ligar’ os genes do apetite e do armazenamento de gordura. A ciência mostra que 90% a 95% das pessoas que fazem uma dieta muito restritiva voltam a engordar, não só tudo de novo, mas ainda mais. Pelo menos 30% de quem faz dieta engorda mais do que perdeu com ela. O interessante é que, depois de uma dieta, o apetite de uma pessoa aumenta por até um ano após ela ter voltado a comer normalmente. E o risco de desenvolver compulsão é até 18 vezes maior depois de uma dieta restritiva. Os maiores transtornos alimentares (como bulimia e anorexia) que a gente trata começaram com uma dieta.

Então, qual a solução?
Primeiro, não enxergar o peso como a causa do problema, para não trabalhar só sobre a consequência. É preciso entender porque você engordou. Pode ser emocional, por fazer dieta, por comer de maneira não muito saudável, pode ser um medicamento que você está tomando ou uma fase de vida – a menopausa e pré-menopausa, por exemplo, são momentos muito sensíveis para a mulher.

O que é o “terrorismo nutricional” que a senhora afirma que vivemos?
Hoje estamos focando no alimento de um jeito muito simplificado: ou o alimento é bom ou é ruim. Esse engorda e aquele emagrece. Não existe isso. Nenhum alimento por si só vai fazer engordar ou emagrecer. Quando você só foca nas calorias e nos alimentos, você esquece de escutar o seu corpo. Você não responde mais à fome ou à saciedade. Você só responde com terrorismo ao que você está comendo. Comer vira uma coisa estressante. E uma culpa.

Dá para acabar com essa culpa?
Uma das coisas que eu trabalho muito no consultório é recuperar a sensação de fome e saciedade e o comer sem culpa. Nosso corpo é totalmente habituado a todo tipo de alimento. Claro que algumas pessoas têm problemas ou alergias, e isso tem que ser tratado. Mas colocar uma população inteira sem açúcar, sem glúten ou sem lactose é uma loucura! O terrorismo é esse: cada vez mais as pessoas não sabem o que comer. Acham que controlando o que elas estão comendo vão emagrecer. Na verdade, estão cada vez mais estressadas e com maior risco de ganho de peso.

Mas há dietas restritivas famosas que cortam glúten ou proteína e dão certo. Também não são recomendadas?
Para uma pessoa que tem doença celíaca, eu vou recomendar uma dieta sem glúten. Mas para uma pessoa que está bem, só porque ela quer perder peso, isso afeta muito a sua relação com os alimentos. Vira um inferno. Tirar o glúten é uma coisa muito difícil, muito estressante. Claro que a pessoa vai perder peso, e é por isso que está na moda. Só que, infelizmente, isso só aumenta aquele terrorismo nutricional. Em geral, cortar um grupo alimentar não é adequado. Somos onívoros, ou seja, animais que comem de tudo. Quando você corta um grupo alimentar, você assusta o seu corpo. Ele vai desenvolver adaptações que podem fazer você engodar mais a longo prazo.

Por que é tão importante acabar com essa culpa ao comer?
Quando você está com muita culpa, sofrendo muito terrorismo nutricional, você pode engordar, porque está estressado, em desequilíbrio diante da alimentação. Isso pode afetar o cérebro e “ligar” genes que vão fazer você engordar mais. Mas é bom lembrar que tem obesos que comem superbem. É bom não fazer discriminação. Pode ser um estresse na vida que aciona um mecanismo de proteção. A gordura era uma proteção contra a falta de alimentos e o nosso cérebro ainda pensa assim. Se você estressa muito o seu corpo, se fica sem comer, se corta carboidrato, ele reage aumentando a produção de gordura. Quando você está comendo com prazer, sem culpa, você come menos porque vai ficar satisfeito e não engole a comida. E também vai ter uma digestão diferente do que se comer com rapidez, com culpa, com estresse.

A senhora é contra os produtos light e diet?
Não sou contra. O que eu acho importante é mostrar que eles não são necessariamente interessantes para emagrecer. Para fazer produtos light e diet, a indústria fez uma troca. Tiraram parte da gordura, o que deixa ele sem gosto, e colocaram carboidratos. Açúcar, amido modificado, xarope de açúcar, todos esses carboidratos, dão bastante prazer no cérebro. A gordura tem 9 calorias por grama, mas o açúcar só 4. Então, o produto fica com menos calorias, mas não necessariamente mais interessante do ponto de vista da saciedade. E também pode ter um efeito diferente no metabolismo.

Então seria melhor comer algo que você goste em porções menores?
Na dúvida, o é melhor pegar o alimento mais ‘in natura’ possível. Não estou dizendo orgânico, estou dizendo mais natural. Em vez de comer o iogurte light ou diet de morando, por exemplo, a opção que eu acho mais saudável seria o iogurte natural junto com o morango e um pouquinho de açúcar. É um alimento mais verdadeiro.

Mas como, então, emagrecer?
Primeiro, é preciso ter excesso de peso e nem todo mundo tem. Pessoas que estão com peso saudável e que querem emagrecer mais vão assustar o corpo. Essa preocupação de emagrecer é muito exagerada hoje. As pessoas estão muito focadas nisso. É “bom dia, você emagreceu” ou “você engordou”. Antes se falava do tempo! Uma pena. Mas uma pessoa que tem sobrepeso precisa saber que não há uma solução só. As dietas hoje dão a mesma solução para todo mundo. Isso não dá certo. Cada um tem um metabolismo, uma história, uma razão diferente para o sobrepeso. Mas uma dica interessante é essa: comer mais alimentos verdadeiros.

Ou seja, menos industrializado.
Isso, menos industrializados. E não estou dizendo que sou contra alimentos industrializados. Sou engenheira agrônoma, trabalhei em indústria, e acho que eles ajudam muito no dia a dia. Mas, quando puder, cozinhe, prepare o prato em casa, coma alimentos que vêm da natureza e tente evitar essa preocupação de dieta. Isso está fazendo com que ninguém coma junto. Sei de pessoas que levam marmita para eventos sociais. A gente está cada vez mais com esse terrorismo da nutrição. Se você volta a comer alimentos verdadeiros, para os quais a gente foi adaptado, você não deveria ter essa preocupação de calorias, de engordar. O que você deveria ter é uma consciência maior de como está se sentindo. Estou com fome? Vou comer. Estou sem fome? Vou parar de comer! Alguém que está respondendo bem a essas perguntas chega a um peso saudável. É o que em inglês se chama “mindful eating”, o comer consciente. É um bom jeito de emagrecer de maneira suave e para a vida inteira.

O comportamento alimentar é tão importante quanto o que se come?
O “mindful eating” é totalmente isso. Pesquisas com crianças mostram que se você cuidar mais do ambiente, sem falar do que ela está comendo, ela vai ter menos risco de engordar. Não é só o que você come. É também como você está comendo. Ter um comportamento adequado à fome é comer de maneira consciente. E se, ainda, você consegue comer com prazer e sem culpa, você será supersaudável. E comer com prazer não é comer com gula. É diferente. Não é liberar tudo. É comer devagar, o alimento que você gosta, saboreando e sem estresse.

Comer fora é mais difícil…
Na rua, a tentação é grande. Então também temos que comer devagar para perceber quando estamos satisfeitos. E quando isso acontecer antes do fim do prato, não precisa comer a porção inteira. Escute o corpo. Não é só porque está pagando um preço fixo, numa churrascaria, que você tem que se entupir de comida. Aproveite o momento com os amigos, converse, sinta o alimento. Não existe nenhum alimento ruim. O que existe são alimentos mais interessantes do que outros.

Hoje, muita gente se diz viciada em doces e fast food. Como elas podem comer de forma mais saudável?
Primeiro, se conscientizar de que esse vício é real. Esses alimentos focam no nosso cérebro e podem viciar mesmo. Mas é possível mudar. Não fazendo dieta restritiva. O que eu aconselho é incluir, cada vez mais, alimentos verdadeiros. Eu nunca retiro alimentos de ninguém porque isso é muito frustrante. O que trabalho é uma atitude positiva. Pode comer de tudo, mas inclua mais legumes, mais arroz, mais feijão. Tome mais água, evite o excesso de bebidas doces, tanto refrigerantes quanto sucos. E aí a pessoa, sozinha, consegue se livrar desse vício. Tenho pacientes adolescentes que saíram da obesidade sem deixar de ir ao Mc Donald’s com os amigos. Isso faz parte da vida do adolescente. É um erro tirar isso dele. Mas quando você inclui os alimentos verdadeiros, automaticamente, você vai comer menos dos outros.

 

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2014/05/entretenimento/cultura_e_famosos/1486010-vivemos-hoje-um-terrorismo-nutricional-as-pessoas-nao-sabem-mais-o-que-comer–diz-sophie-deram.html

 

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A IMPORTÂNCIA DOS EXAMES GINECOLÓGICOS NA PÓS-MENOPAUSA

 

Não é segredo que as mulheres devem fazer acompanhamento ginecológico regular para manter a saúde em dia. Porém, a rotina ginecológica no período que sucede a chegada da menopausa pode suscitar dúvidas. O ginecologista Luciano Pompei, da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), ressalta a importância de não confundir o período de pós-menopausa com a “terceira idade”, termo utilizado comumente para designar as pessoas que chegam aos 60 anos ou mais.

Segundo o dr. Pompei, a periodicidade da visita ao ginecologista depende de cada caso, mas, normalmente, o ideal é consultar o especialista uma vez ao ano. Alguns exames específicos, no entanto, são indicados para todas as pacientes, independentemente do histórico clínico individual. Confira, abaixo, os exames ginecológicos imprescindíveis no período da pós-menopausa.

Mamografia: Detecta, precocemente, um possível câncer de mama. É recomendado pelos médicos a partir dos 40 anos e, dependendo do risco de cada mulher, deve ser refeito a cada um ou dois anos.

Exames de sangue: Analisam, principalmente, colesterol e triglicerídeos, além da função renal e a dosagem dos hormônios datireoide. Somente com os resultados é possível recomendar os intervalos para sua repetição e quais medidas a ser tomadas, se necessário.

Exame preventivo do colo de útero (mais conhecido como Papanicolaou): Segundo recomendação do Ministério da Saúde, a mulher deve realizar esse exame até os 65 anos. Já a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) o indica até os 70. Ainda de acordo com Ministério da Saúde, como regra geral, em caso de resultados sem alterações em dois exames consecutivos com intervalo de um ano entre si, a repetição passa a ser indicada a cada três anos.

Ultrassonografia pélvica (preferencialmente transvaginal): Não há consenso claro; a maioria dos médicos defende que seja anual, enquanto outros solicitam o exame somente se houver reclamação de sangramento ou queixa uterina. “Particularmente, defendo a realização anual”, diz o ginecologista.

Densitometria óssea: Permite o diagnóstico de osteoporose e de osteopenia (baixa densidade óssea). A mulher sem motivos aparentes para ser considerada de maior risco para fraturas osteoporóticas recebe a indicação a partir dos 65 anos de idade. Se há riscos, o pedido é antecipado. Em casos de menopausa precoce, a primeira desintometria deve ser realizada aos 50 anos.

Exames Clínicos: O exame físico realizado no consultório também é importante. Além do exame físico geral, o médico poderá fazer palpação das mamas, exame especular e exame de toque, para checar a existência de anormalidades mamárias ou pélvicas.

“Por isso, é imprescindível consultar o ginecologista, mesmo quando a paciente não tem vida sexual ativa e não menstrua mais. Em todas as idades, as mulheres nunca devem deixar a saúde de lado e parar de se cuidar”, conclui.

http://drauziovarella.com.br/clinica-geral/a-importancia-dos-exames-ginecologicos-na-pos-menopausa/

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A Aapecan e a revista ELLE estão de mãos dadas nessa ajuda a familiares de pessoas com câncer, vamos ajudar comprando a revista desse mês.

A Revista ELLE vai repetir a ação COMPRE, DOE E GANHE em prol de pacientes de câncer — desta vez com leitores do Rio Grande do Sul e Interior de São Paulo. Após mobilizar com sucesso, em fevereiro, o público leitor das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, em abril a ELLE novamente será vendida com lenços super fashion assinados por diversos estilistas como Osklen e Blue Man.

Dessa maneira, ELLE incentivará leitores gaúchos e paulistas a doar os lenços a instituições beneficentes após adquirir um exemplar. As doações com as vendas no Rio Grande do Sul serão feitas à AAPECAN – Associação de Apoio a Pessoas Com Câncer, que tem diversas unidades espalhadas pelo Estado.

No interior de São Paulo, os lenços serão doados ao Hospital de Câncer de Barretos. Em fevereiro, a ação COMPRE, DOE E GANHE contemplou o GRAACC — Grupo de Apoio ao Adolescente e a Criança com Câncer.

A edição de abril da Elle traz na capa a modelo Devon Windsor, que homenageia os 40 anos da Giorgio Armani, e chega às bancas no dia 27 de março por R$ 16,00.

 

Aapecan Porto Alegre

http://www.aapecan.com.br/unidades/local/aapecan-porto-alegre/

A sede da Aapecan encontra-se na cidade de Porto Alegre. Hoje, são 473 famílias cadastradas pela unidade de Porto Alegre desde a sua abertura. Atualmente estão sendo atendidos em torno de 120 usuários e suas famílias.

A associação possui um trabalho voltado a gerar medidas preventivas e de informação para o enfrentamento do tratamento de usuários com câncer. A luta é constante em prol de seus usuários e familiares, prestando assistência social, orientação jurídica, apoio psicológico, inclusive aos enlutados, orientação nutricional,apoio financeiro e material, humano e emocional. Também são realizados vários encaminhamentos para a rede como: CRAS, saúde, etc.

Além dos atendimentos e visitas diárias, são proporcionados encontros, passeios e atividades artesanais entre os usuários e seus familiares, para interação, troca de vivências, melhor aproveitamento das informações e qualidade de vida.

O atendimento à pessoa com câncer é efetivado a partir de laudos médicos e da situação sócio-econômica da família. A área do serviço social faz o acompanhamento e as entrevistas onde todas as informações ficam arquivadas num banco de dados, comprovando a necessidade de cada usuário. A assistente social realiza visita domiciliar para comprovação da realidade desta família, além da documentação exigida e das entrevistas.

A ajuda é realizada graças à captação de doações feita pelo telemarketing da Associação, parcerias e campanhas. A Aapecan sobrevive graças à ajuda da Comunidade.

Para retribuir a ajuda dada para a Associação, a Aapecan oferece palestras de esclarecimento e orientações sobre Promoção de Saúde e prevenção do Câncer para escolas, empresas e outras entidades.

Endereço: Av. Ceará, 1260 – Porto Alegre/RS
Bairro: Bairro São João
CEP: 90240-511
Telefone: (51) 3014.9500 – 3343.0222
E-mail: comunicacaopoa@aapecan.com.br

 

 

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Fui assistir a esse filme e sai do cinema pensando muito. Para sempre Alice nos faz pensar sobre como de um dia para outro nossa vida pode desmoronar, virar nada, e nós ali nem como espectadores podemos assistir.

Sai do filme às 21h45min e ao passar por um café, encontrei amigos, entrei e pedi uma taça de espumante. Gente, eu acho que nunca tinha saboreado uma taça tão satisfatoriamente como aquela em um momento reflexivo.

Cheguei a casa e olhei minhas coisas diferentes. Do que adianta sermos orgulhosos, querermos sempre mais, muitas vezes não sermos tolerantes com os nossos e com os outros? De uma hora para outra a vida resolve dizer que está na hora de parar seja por que motivo for, e lá vamos nós seguir o que se apresenta, afinal, não temos escolhas.

Quando desenvolvi minha artrite aos 40 anos, me sentia a última das mulheres, porque era muito ativa, não parava nunca, sempre tive muita garra e disposição, porém a vida veio e fez-me parar na marra com o desenvolvimento dessa doença crônica junto com o estresse que estava vivendo no momento.

E devo confessar para vocês que no auge da crise, muitas vezes eu pedia para morrer, mas o nosso corpo é sábio e para algumas enfermidades ele desenvolve uma força tal, que quando me dei conta estava digitando no computador com um lápis borracha, porque meus dedos não tinham mais forças.

Acredito que foi por isso que sai do filme Para sempre Alice, muito mexida, porque ela era “alguém” para a sociedade em geral e para a família, mas por uma fatalidade genética a vida resolveu se manifestar, e ela se se tornou apenas “um ser”. Alice continuou na cabeça e na vida de algumas pessoas, sendo Alice, apesar da Alice não ser mais a Alice.

Acho que todos nós deveríamos repensar a vida e sentir que somos aquilo que somos por algo maior que não sei o que seja, mas que de um momento para outro pode decidir que temos que parar.

Acho macabro, mas, infelizmente para algumas é assim.

“O mal de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em certas pessoas. Cerca de 10% a 60% dos pacientes com histórico familiar da doença apresentam instalação precoce e evolução rápida dos sintomas. Neles, foram descritas mutações de genes presentes nos cromossomos 1 e 14s.

A causa da doença é desconhecida.

A doença é incurável.” (Dr. Dráuzio Varela)

Para sempre Alice, nos faz pensar….

 

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Aqui, desesperadamente tentamos não deixar de sermos o que somos.

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Aqui já começamos a perder a memória e nem somos nada.

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Aqui somente somos o que fomos, não há mais nada, a não ser o corpo e a lembrança de que um dia fomos alguém importante para alguém.

 

 

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Além do cansaço excessivo, dor de cabeça e queda de pressão, o verão traz consigo outro problema: a retenção de líquidos, visível principalmente na forma de inchaço.

Segundo a nutricionista Cintya Bassi, do Hospital e Maternidade São Cristóvão, o inchaço nada mais é que um acúmulo de líquidos entre as células dos tecidos, provocado por edemas em vasos muito finos (capilares) que acabam extravasando fluidos.

O problema afeta principalmente as pernas, mãos, barriga e principalmente a região do tornozelo.

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Uma maneira simples de perceber a retenção em seu corpo é no momento de tirar as meias e sapatos, quando fica uma marca deixada pelo elástico ou por detalhes da meia. “Falta de movimentação, estresse e menstruação são alguns fatores desencadeantes para o problema”, alerta a especialista.

Em relação à sensação de pés inchados no final do dia, ela explica: “Quando está calor, a nossa circulação fica mais lenta e temos mais dificuldade para absorver a água do organismo”. Então, mesmo que você trabalhe sentado ou em pé o dia inteiro, tente movimentar as pernas, para que o desconforto no final do dia seja menor.

O que consumir?

Poderíamos pensar que ingerir líquidos pioraria o problema, mas não. A nutricionista afirma que beber água é fundamental (2 litros por dia), pois a desidratação é um dos fatores que pode estimular o aparecimento do problema. Por isso que quanto mais água você ingere, maiores será o número de toxinas que serão eliminadas pela urina.

É importante ficar atento também com a dieta, pois existem alimentos que podem causar ou agravar o inchaço. “Quando se consome alimentos ricos em sal, como embutidos, enlatados, queijos amarelos, molho tipo shoyu, fast foods, o organismo precisa reter mais água para que seja possível fazer a diluição desse mineral. Então, o organismo não deixa a água ir embora por conta do acúmulo de sal”.

Já os alimentos pro bióticos, como os iogurtes, são eficientes, pois os micro-organismos vivos tornam a flora intestinal mais saudável, além de ajudar a absorver melhor os nutrientes e diminuir o inchaço.

Em relação ao consumo de frutas, existem diversas com alto poder diurético e que possui em comum uma boa quantidade de nutrientes que facilitam a eliminação de líquidos. “Melancia, melão, abacaxi e pêra são exemplos. Seus nutrientes, potássio, magnésio, vitaminas do complexo B e água junta aumentam o fluxo de urina e ajudam a eliminar toxinas com a renovação de líquidos corporais”, diz a nutricionista.

Propriedades das frutas diuréticas mais conhecidas:

  • Melancia

Essa fruta é conhecida pelo alto teor de água, o que a torna aliada da hidratação. Além do poder diurético, possui licopeno, uma substância que auxilia na prevenção contra o câncer, especialmente de próstata e mama, além de doenças do coração.

  • Melão

Essa também é uma fruta diurética, que possui ainda propriedades antioxidantes, que combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento. Pelo alto teor de potássio, possui também ação cardioprotetora, ajudando a equilibrar os níveis de pressão arterial, e fibras, que auxiliam na regulação do intestino, melhorando também o desconforto causado pela constipação.

  • Abacaxi

Rica em nutrientes que auxiliam no combate à retenção de líquidos, tem também muitas fibras que melhoram o funcionamento intestinal, diminuindo o inchaço abdominal. Possui também uma enzima chamada bromelina, que auxilia na digestão.

  • Pêra

Além de auxiliar na eliminação de líquidos, possui pectina, uma fibra também relacionada ao melhor funcionamento intestinal e que está envolvida no controle glicêmico e do colesterol.

  • Maçã

É uma fruta diurética natural, graças à boa quantidade de potássio e vitamina B6. Assim como a pêra, possui pectina.

  • Limão

Também é rico em potássio, fibras, manganês, e é conhecido por reforçar o sistema imunológico graças à quantidade de vitamina C.

  • Coco

Sua água possui alta quantidade de potássio e magnésio, o que auxilia na eliminação de líquidos.

Receita de suco diurético

Ingredientes:

* ¼ prato de sobremesa de couve manteiga, higienizada e picada

* 1 fatia grossa de melão

* 250 ml de água de coco

* 1 colher de sopa de hortelã, higienizado e picado

* ¼ de colher de sopa de suco de limão

* ¼ de maçã

* Cubos de gelo

Preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, até que a mistura fique homogênea. Acrescente adoçante a gosto e beba em seguida.

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Uma tarefa, um nome, um rosto, uma data importante. Essas e muitas outras pequenas (e grandes) coisas da vida podem ser muito prejudicadas por uma memória ruim. Além do avanço da idade, do cansaço e do estresse, ter uma alimentação deficiente pode influenciar nos esquecimentos do dia a dia.

Um dos nutrientes necessários para um cérebro mais ativo e que se lembra melhor das coisas é o ômega 3, ele é ótimo para memória.  “É o maior responsável pela saúde mental” , afirma a nutricionista Sonja Salles.

A seguir, você confere algumas fontes de substâncias, ótimos para memória :

alimentos 1

Quinoa

Cultivada em países andinos, a quinoa (ou quinua) é um superalimento, de acordo com Sonja. Entre seus nutrientes estão a proteína, o ferro, o cálcio, as vitaminas do complexo B e o ácido graxo ômega 3, que compõe a membrana externa das células cerebrais, sendo essencial para uma troca rápida de mensagens no cérebro.

“Com uma alimentação pobre em ômega 3, a pessoa fica esquecida, sem concentração. Ele tem também efeito anti-inflamatório e melhora a pressão arterial. A gente consome muitos alimentos com ômega 6, que é muito inflamatório, mas precisamos comer mais itens com ômega 3”, afirma a nutricionista. Além de contribuir para a memória, a quinoa fortalece cabelos, unhas, pele e no controle de saciedade. Ela pode ser consumida germinada ou cozida, substituindo a carne das refeições.

alimentos 2

Linhaça

Dourada ou marrom, a linhaça costuma ser apontada como forte aliada do emagrecimento, pelo seu poder de saciar quem a consome. No entanto, por ser rica em ômega 3, ela também é muito boa para aqueles que desejam dar um “up” na memória. Para extrair o nutriente de sua estrutura, é importante comê-la na forma triturada ou germinada (depois de ficar de molho na água). A conservação do alimento deve ser em vidros escuros e local fresco, para manter por mais tempo suas propriedades.

 

Chia

A chia, semente típica do México, tem o dobro de ômega 3 contido na linhaça. Por também ser rica em fibras, cálcio e ferro, ela é uma grande aliada na dieta, no processo anti-inflamatório do corpo e de melhora da concentração e memória. Essa semente é contraindicada apenas a idosos e pessoas com diverticulose (doença que causa problemas na parede intestinal), devido às fibras. Para outros, duas colheres de sopa são suficientes, que podem ser consumidas inteiras, emulsionadas em água ou trituradas.

alimentos 3

Salmão

Entre as carnes, o salmão é uma ótima fonte de ômega 3 e, por isso, tem um grande potencial para melhorar o desempenho cognitivo e o funcionamento do cérebro, para gravar informações. Outros benefícios do alimento são a redução dos níveis de colesterol, melhoria no funcionamento do coração e aumento na eficiência dos receptores de serotonina no cérebro, proporcionando um humor bem melhor. Outros peixes de água fria, como atum e sardinha também possuem esse nutriente.

alimentos 4

Morango

Não é apenas o ômega 3 que ajuda na memória. A fisetina, encontrada no morango, por exemplo, é outro nutriente que desempenha um papel importante nas lembranças. Segundo pesquisas recentes, essa substância induz a diferenciação das células nervosas, o que tem influência direta para uma boa função cognitiva e na redução do esquecimento.

alimentos

Tomate

Assim como o morango, o tomate é rico em fisetina, o que contribui para uma melhora significativa da memória. Além desse nutriente, ele ainda possui licopeno, antioxidante que reduz os danos causados às células pelos radicais livres e previne doenças como o câncer. Outros benefícios do fruto são a melhora da qualidade do sono e o combate ao envelhecimento precoce.

 

alimentos 5

Uva

Para os esquecidos, as uvas são frutas bastante benéficas, pois, além de terem fisetina, como o tomate, as vermelhas e roxas são ricas em flavonoides. Ambas as substâncias são importantes porque protegem o sistema nervoso, influenciam na regulação da morte de neurônios e na regeneração dessas células. Os flavonoides, também presentes no suco de uva, vinho tinto, cacau e amoras, ainda são muito úteis para quem busca lutar contra inflamações, hemorragias, alergias e prevenir o câncer.

alimentos 6

Chás verde, branco e vermelho

Outras opções de fontes de flavonoides, que ajudam no desenvolvimento e recuperação da memória, são os chás verde, branco e vermelho, que possuem efeitos similares aos da uva e demais opções. O chá verde tem ainda mais uma boa vantagem, para quem quer perder peso. Por ser uma substância termogênica, ele acelera o metabolismo, facilita a queima de calorias e, consequentemente, o emagrecimento.

alimentos 7

Carne de fígado

A vitamina B12 é um dos compostos indispensáveis para a formação do sangue, o bom desenvolvimento do sistema nervoso e na prevenção de doenças do coração e do cérebro, como o derrame. Tudo isso influencia para uma memória saudável, sem lapsos. Uma das principais fontes dessa vitamina é a carne de fígado, mas ela também pode ser encontrada em carne de porco, ovos, ostras e leite.

alimentos 8

Ovo

Saúde mental, melhor aprendizado e memória boa são alguns dos efeitos positivos da colina, substância presente na gema do ovo, segundo estudos. Essa ajuda é vista principalmente no envelhecimento, já que ela protege as células do cérebro enquanto o corpo sofre com o passar do tempo. Além desse benefício, a colina ainda é positiva para a saúde dos olhos e, junto com ela, o ovo traz boa quantidade de ácido fólico, que atua no combate à anemia e na prevenção de doenças cardiovasculares e do mal de Alzheimer.

 

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