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Mulher

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Dia 11 de Outubro , fui convidada a participar do lançamento do calendário de 2017, intitulado “Camaleoas contra o câncer”.

Fiquei sabendo mais, assim que me enfronhei com algumas participantes do projeto e fiquei encantada com o que vi e com o que soube.

” Iniciado em 2014, o “Projeto Camaleão” – Autoestima contra o câncer tem como objetivo reforçar a autoestima e promover a reinserção social de pessoas diagnosticadas com câncer. Fornecendo apoio psicológico multidisciplinar. Nosso trabalho as auxilia a se redescobrir e enfrentar o tratamento de forma positiva, aumentando sua qualidade de vida.

Em 2016 o Projeto Camaleão tornou-se oficialmente ONG – e, para 2017, queremos lançar voos ainda mais altos.”

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Nesse calendário, treze das participantes, mostram na prática que ser “camaleoa” não é apenas uma estratégia contra o câncer: é um estilo de vida!

Com a venda do calendário 2017, pretendem dar o pontapé inicial, destinado a criação de uma sede física da Instituição.

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No lançamento pude ouvir o depoimento de algumas Camaleoas e fiquei sinceramente muito comovida, porque nunca se espera ter câncer e muito menos lutar pela vida e por si, muitas vezes sozinha.

Assim, resolvi mostrar aqui que podemos ajudar a levantar esse espaço físico, afinal, a gente nunca sabe como será o futuro. Essas mulheres sorriam felizes com tudo que estava acontecendo, com suas perucas muito bem penteadas, em um alto astral comovente.

Pessoal, peço encarecidamente que compartilhem e se houver  condições, ajudem essas guerreiras a enfrentar essa batalha contra essa adversidade da vida.

Obrigada!

contato@projetocamaleao.com

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Conversando em um grupo de mulheres na semana passada, uma delas conversou comigo sobre “Onde tem cobras, se entra de perneira” – achei engraçado, mas no desenrolar da conversa, vi que era coisa muito séria.

Aqui o nome da pessoa será fictício, pois muitas pessoas a conhecem, e nossa interlocutora se chamará Alice.

No mundo individualista de hoje, estamos sujeitos a todo o momento a famosa “Inveja”, ou “puxa tapete”. É sério isso! Disse Alice.  Com o tempo, notei que existe pessoas que adoram menosprezar outras, sufocar a outra para não aparecer mais que elas ou até mesmo aquela sensação de que “teu tempo já era” agora é o meu.

A famosa palavra inveja, decapita o “tesão” da outra pessoa, porque é um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor. Quando estamos no meio de uma sociedade que cultua a juventude a todo preço, sentimos e notamos a inveja entre os acontecimentos do dia a dia.

Vejo jovens maravilhosos (as) e capazes, querendo puxar o tapete de seu  concorrente, ou até mesmo alguém que ele(a) julga ser sua concorrente. Se eles (as) soubessem que há espaço para tudo e para todos nessa sociedade enorme de idéias e de oportunidades.

Já vi jovens terem “raiva”, “desprezo” por pessoas com mais idade, por julgarem aquela igual a algum familiar seu que não deu certo.

Dá pena ver jovens querendo subir em detrimento próprio, e quem estiver no seu caminho, passa para trás com intrigas e confissões inverídicas.

Não se dão conta que o “eu” não existe sem o “tu”. Estar no meio de uma juventude que ainda não sabe ser madura, é complicado. Até porque, eles ainda não estão adaptados a esta nova realidade que é a longevidade.

Com esse pequeno papo inicial, comecei a fazer perguntas para Alice, mas tudo em uma conversa amena, porém, com um sentimento de tristeza por estarmos inseridas numa sociedade “fora da casinha”.

Eu: Como foi teu começo no meio desses jovens que estás falando?

Alice: Comecei no início do ano 2000 por acreditar que jovens nos trazem idéias ousadas e não tem medo de nada, inerente a idade.

Eu: Te decepcionastes?

Alice: Em alguns momentos sim, e em outros fiquei muito decepcionada

Eu: Em quais momentos ?

Alice: Nas vezes em que precisei apoio para assuntos que não dominava bem, e ao saber por outros que tinham falado coisas que sequer tinha pensado. É frustrante isso, pois sabemos que a inveja e o “passa perna” existe em todas as idades, mas nos jovens, eu julgava que não teria isso, até porque, essa nova geração que dizem ser a geração do Milênio, seria mais pura, mais idônea. Acho que me enganei.

Eu: Pq?

Alice: pelo individualismo que encontrei nessa tribo.

Eu: Em que conclusão chegastes?

Alice:” Onde tem cobras, se entra de perneiras” e se joga o mesmo jogo, mas protegida.

Eu acho uma pena, ver tantos jovens olhando para seu próprio umbigo e descartando quem muito poderia ajudar com sua experiência.

Mas, quero afirmar aqui, que foi nessa tribo que percebi isso, porque sei que há jovens maravilhosos e que não tem nada a ver com –“me fazes sombra”.

 

 

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Desde a década de 80 começou a pesquisa sobre o comportamento da mulher madura, como ela se comporta na famosa denominação – terceira idade, mas ainda se está com uma lacuna referente ao consumo de moda desse nicho crescente da sociedade.

Considera-se que a idade de 60 anos seja denominada de “Terceira Idade”e nos países desenvolvidos 65 anos, fato que discordo como uma “Coolhunter” principiante, pois a mulher e o homem estão nessa faixa etária muito “inteiros” e ativos na sociedade em que estão inseridos.

Acredito que a partir dos 70 anos podemos denominar como Terceira Idade em uma população de média e alta renda, porque são pessoas que tem uma alimentação mais saudável, mais condições de procurar uma prevenção de saúde e um comportamento social super interativo.

Logo, usar os termos “Idosa” e “Terceira Idade” hoje em dia, é muito delicado, pois pode deixar algumas pessoas ofendidas, porque não se sentem idosas e muito menos velha. Trabalham ainda, divertem-se muito e sua vida é muito produtiva ainda.

Assim, a Consumidora Madura hoje em dia, está muito exigente e com poder aquisitivo significativo, pois na maturidade ela já amealhou um “pé de meia”que pode fazer dela uma consumidora promissora.

Vou colocar aqui, algumas fotos de mulheres que se vestem muito bem na maturidade e que querem mais atenção como consumidoras.

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Hoje estamos voltando a postar no site, e como primeira matéria, vamos falar de um texto que gostei muito e que não é muito comentado em relação a violência doméstica contra a mulher.

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Por Andréa Martinelli

Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta. Algumas palavras e atitudes podem ferir a auto-estima de uma mulher tanto quanto. E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar.

Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo. E esta violência, de tão latente, chega a ser classificada entre: física, sexual, moral e psicológica.

Por ser subjetiva e, por isso, de difícil identificação, a violência psicológica, na maioria dos casos, é negligenciada até por quem sofre – por não conseguir perceber que ela vem mascarada pelo ciúme, controle, humilhações, ironias e ofensas.

Segundo definição da OMS ela é entendida como:

Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularizarão, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
“Em uma briga de casal, o agressor normalmente usa essa tática para fazer com que a parceira se sinta acuada e insegura, sem chance de reagir. Não existe respeito”, explica Maria Luiza Bustamante, chefe do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro ao GNT.

Esse tipo de violência normalmente precede a agressão física que, uma vez praticada e tolerada, pode se tornar constante. Na maioria das vezes, o receio de assumir que o casamento ou o namoro não está funcionando ainda é um motivo que leva mulheres a se submeter à violência – entre todos os tipos e não apenas a psicológica.

Como identificar?

Dificilmente a vítima procura ajuda externa nos casos de violência psicológica. A mulher tende a aceitar e justificar as atitudes do agressor, protelando a exposição de suas angústias até que uma situação de violência física, muitas vezes grave, ocorra.

A violência psicológica acontece quando ele…

#1. Quer determinar o jeito como ela se veste, pensa, come ou se expressa.

#2. Critica qualquer coisa que ela faça; tudo passa a ser ruim ou errado.

#3. Desqualifica as relações afetivas dela: ou seja, amigos ou família “não prestam”.

#4. A xinga de “vadia”, “imprestável”, “retardada”, “vagabunda”…

#5. A expõe a situações humilhantes em público.

#6. Critica o corpo dela de forma ofensiva, e considera como uma “brincadeira”.

…entre outras formas de violência que são subjetivas e que, muitas vezes, passam despercebidas no dia a dia.

Espero que tenham gostado do texto que Andréa Martinelli escreveu.

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As jornalistas Annabel Rivkin e Emilie McMeekan desenvolveram uma nova plataforma digital voltada a “tribo esquecida” das mulheres maduras com idades entre 35 e 55 anos, denominadas de “Midults”. Os millennials, a geração de consumidores nascida entre 1980 até meados dos anos 90, são super paparicados pelas empresas e pela mídia mas eles não têm o poder de compra dos seus colegas mais velhos da geração Midult. As mulheres de 35 a 55 anos de idade são um dos grupos de consumidoras mais poderosas, e segundo a equipe do The Midult, essas mulheres representam de 70 a 80% dos gastos dos consumidores em todo o mundo .

Segundo as jornalistas: “Estas mulheres são bem-sucedidas, digitalmente alfabetizadas, obcecadas com o Instagram e têm muito rendimento disponível. Fundamentalmente, as suas motivações e desejos são mal compreendidos ou completamente ignorados por muitas das suas marcas favoritas.”  Emilie McMeekan acrescenta que “desde os serviços financeiros às viagens – para não mencionar automóveis e cuidados de saúde – são as midults quem detém o poder de tomada de decisão sobre muitos indivíduos das gerações de boomers, millenials e adolescentes”.

Mas quem é este novo grupo demográfico e o que é necessário saber sobre ele? Eis os quatro eixos principais da introdução às midults.

1- Proporcionalmente, há mais midults do que millennials online todos os dias, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística americano. 84% das mulheres adultas situadas entre os 35 e os 44 anos e 76% das situados entre 45 e os 54 são utilizadoras diárias de Internet, principalmente no telemóvel.

2- Enquanto isso, 82% dos millennials navegam diariamente.

3- Estão tão predispostas como os millennials a partilhar conteúdo criado por marcas e editores nas redes sociais. Além disso, 72% usam a Internet principalmente pelas redes sociais.

4- São um atalho para os boomers e para a geração Z. Porquê? Porque 47% destes elementos são financeiramente responsáveis quer seja por um pai (boomers), quer seja por uma criança (Z’s), de acordo com o Pew Research Center. E uma em cada sete destas mulheres é financeiramente responsável por ambos.

5- São movidas por pesquisas. Precisam de provas (nos motores de busca ou em fóruns de discussão onde os seus pares intervêm) antes de adquirirem um produto.

Fonte: WGSN

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O dia estava ensolarado e fiquei radiante ao caminhar pelas ruas olhando as pessoas caminhando. Fiquei a imaginar, como seria a vida delas, pois a maioria eram mulheres de meia idade, com seus netos, algumas sozinhas e apressadas para algum compromisso, outras mais velhas, estavam caminhando mais devagar, mas bem arrumadas e serenas. Observei também, mulheres acompanhadas e conversando descontraídas de algum assunto interessante, pois os gestos que faziam com as mãos eram firmes e decididos.

Cheguei ao local aonde ia, e deixei essas observações passarem, mas estava feliz em notar que as pessoas que passaram por mim, tinham um propósito naquela tarde ensolarada.

Sentei no cabeleireiro e como cheguei cedo, peguei uma revista e fiquei envolvida com a leitura.

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Li uma reportagem sobre a dificuldade da mulher quando chega à maturidade em lidar com essa fase, uma reportagem bem legal. Depois passei para outra matéria que falava sobre a relação sexual da mulher quando está na menopausa. Achei interessante aquela revista e fui ver o índice, pois não teria tempo de ler tudo, seria chamada para fazer meu cabelo.

O índice estava surpreendente, tratava de moda para a mulher depois dos 50, com modelos de roupas maravilhosos; a relação da mulher com os filhos casados e com os netos; Como viver depois da aposentadoria; dicas de como cuidar da pele; dieta da mulher madura; depoimento de mulheres sobre suas angústias nesse momento da vida.

Bem, não poderia ler tudo, então, folhei e vi propagandas super interessantes, sobre maquiagens, sobre cremes, vitaminas C para o rosto, cremes para pele super sensível nessa fase da vida da mulher, propaganda de bijuterias, cabelos, tinturas adequadas. Com essa revista entre minhas mãos, fui fechá-la e ver o seu nome e capa do mês para poder comprar e indicar para minhas leitoras.

Puft!!!!!!

Tudo virou uma nuvem de ilusão, e a recepcionista me chamou. Estava sonhando acordada com uma revista nada a ver nas mãos.

Decepcionada, senti que meu sonho está muito além da realidade, afinal, nós mulheres de meia idade não existimos para os anunciantes, para os produtores e para uma fatia enorme da população.

Quem enxerga a mulher de meia idade? Quem consegue lidar com essas “babyboomers” que revolucionaram uma época?

Nossa população está envelhecendo aceleradamente e ainda não nos enxergam como futuros consumidores em massa.

Que droga! Prefiro voltar para a calçada ensolarada e sonhar acordada que algum dia minhas netas possam ser “enxergadas” quando chegarem à meia idade.

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Com a entrada do século XXI, muitos predicativos foram atribuídos as mulheres. Liberdade as Mulheres, empoderamento da Mulher, esse predicativo é o mais recente.

Só que tudo tem um preço, e as mulheres já começaram a pagar esse preço, cobrado pela sociedade, pelo corpo, pela família e por incrível que pareça, por elas mesmas.

O assédio ficou maior, os maus tratos contra a mulher, cresceram muito, o relógio biológico que não se pode mudar, está deixando as mulheres mais estressadas ainda, o cuidado com a “beleza”, está a cada dia mais sendo cobrado por elas e pelas outras que orbitam a sua volta.

As mulheres “são sacanas” tanto quanto o homem, mas a mulher tem um que de maldade velada nos seus atos, quando não gostam de outra. As mulheres muitas vezes não ajudam outras mulheres, porque julgam mais que o homem, e isso é fato, deixando muitas vezes elas em maus “lençóis” quando descobertas.

As mulheres acharam uma maneira de se proteger, criando encontros de networking, assim, se conversam, trocam figurinhas e se apóiam e se “unem”. Se sentem mais poderosas e mais confiantes com a formação de um grupo onde são apoiadas.

Estou tendo dificuldade de descrever o que é empoderamento, mas já se sabe que é ter poder para decidir, argumentar e ser mais “eu”.

Mas não consigo internalizar essa expressão Empoderamemto da mulher, acho muito machista e dominadora, a mulher pode e deve lutar pelo seu espaço, mas não usando e nem levantando a bandeira contra ela própria.

Mulheres precisam ter seu espaço, seus alcances profissionais, mas jamais esquecer que ela precisa ter uma família, um lar para chamar de seu.

Vejo que as mulheres que mais lutam pelo famoso predicado Empoderamento, não estão se dando conta que os anos passam e é precisam dosar urgentemente essa luta pelo poder. Homens e mulheres têm direitos iguais, mas o cuidado e a cautela são algo elementar em qualquer luta.

Ter um lar é complicado, é sim, pois ainda vivemos em uma cultura machista, mas empoderando-se como quer, a luta fica no final solitária, pois ao lutar, a mulher tem que abrir mão de seu lar com filhos e companheiros e mais tarde, quando atingir a maturidade, isso vai fazer muita falta.

Não estou aqui contra a mulher, somente, escrevendo o que tenho observado.

Essa geração que está aqui hoje foi criada em escolinhas desde cedo, pelos avôs e até mesmo alguns, pelas babás. É uma geração que tem tudo, pois a compensação acaba acontecendo inevitavelmente e isso se transforma em uma bola de neve, que prejudica exclusivamente esses jovens que estão saindo de seus ninhos para alçar vôo em uma sociedade que eles não vão gostar e vão ficar apáticos, porque não saberão acatar regras, serem empreendedores e firmarem nesse seu negócio. Qualquer dificuldade, ou um “não” dito por um superior, é motivo de saírem para começar outra coisa.

O que está faltando?

A meu ver, vejam bem, algo muito subjetivo – a falta de uma célula familiar equilibrada e com presença de “pais” para darem exemplos e regras, no futuro não teremos seres capazes de decidir, empreender e até mesmo de não saberem transmitir afeto, amor, regras, respeito.

Acredito que deveremos nós mulheres, pensar em amenizar um pouco esse famoso empoderamento que tanto se alardeia por aí.

Sinto muito se decepcionei algumas mulheres, mas aqui só expresso meu pensamento e nada diz que ele é correto para quem ler.

 

 

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Bem Mulher essa frase, e nem me importo com isso, pois é a pura verdade.

A Mulher quando está “pra baixo”ou está muito estressada por não ter conseguido resolver algo, sempre dá um jeito de “sair” da situação e resolver ela depois (se der).

Se está se sentindo feia, gorda, velha, enrugada,crespa, lisa, bronzeada de mais, branca de mais, endividada ou em conflito, precisa dar um jeito.

Eu recomendo algo “Bem Mulher”.

Vá ao salão, tome uma taça de vinho quietinha, sozinha e com uma música suave ao fundo. Pode ter certeza que uma solução você vai tirar desse descanso só seu, íntimo, mergulhada no seu próprio “eu”.

Não adianta, somos mulheres e com isso, temos nossas dúvidas, nossas cabeças em caraminholadas, simplesmente “Bem Mulher”!

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Essas fotos vão mostrar para vocês, o Resultado do Prazer dos Espumantes , que ocorreu no dia 8 de março, em comemoração ao dia Internacional da Mulher.

O evento foi na loja da Florêncio Ygartua, 180 – Open The Box.

 

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Uma água aromatizada geladinha, foi a maravilha de uma noite quente.

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Os doces que a loja e fábrica das Chocólatras ofereceu para as convidadas, foi show!!!

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A Arte Freddo sorveteria, apresentou uma salada verde com sorvete de gorgonzola, foi o ápice da noite!

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O centro da Loja Open The box, se transformou em aconchego das convidadas.

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As funcionárias da Loja Artenossa foram nos prestigiar!

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Convidadas fazendo um brinde comigo!

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Uma das sócias e a gerente da Open The Box!

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As minhas amigas jovens foram dar uma conferida nos espumantes apresentados. Obrigada gurias!

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Mulheres e Visão também deram uma passadinha para prestigias nossa noite de Prazer com espumantes.

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Arte Freddo e a gerente da loja Open the Box felizes com o resultado do evento!

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Teve sorteio com presentes para as convidadas!

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As três vinícolas Gaúchas que participaram do evento o Prazer dos Espumantes.

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Nesse dia oito de março, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, vocês, minhas queridas leitoras estão convidadas para participarem do evento que estou promovendo intitulado “O Prazer do Espumante”.

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Dia Internacional da Mulher

“Eu particularmente sempre fui contra terem estipulado um dia no ano para ser o dia Internacional da Mulher, porém, mudei de ideia ao me dar conta de vários fatores que ainda existem e que precisamos sanar.

A violência contra a Mulher está piorando muito, o dia oito de março foi escolhido por ter sido o dia que queimaram vivas mulheres tecelãs em um galpão na cidade de Nova York no ano de 1857, só por elas terem reivindicado redução das horas de trabalho, e ter mais tempo com seus filhos. Isso ficou muito claro no filme “As Sufragistas”, porém o acontecimento menos agressivo foi na Inglaterra.  No término do filme, nas “letras finais”, viu-se, que somente no ano de 2015 as mulheres na Arábia Saudita tiveram direito ao voto, em pleno século XXI.

Por isso mudei de ideia em relação ao Dia Internacional da Mulher, temos um longo caminho a percorrer.”

Aos apoiadores que confiaram em nós para realização “O Prazer do Espumante”, agradeço de todo coração.

  • Open The Box
  • Artenossa
  • Sorveteria Arte Freddo
  • Vinícola Castellamare Vila Jansen
  • Vinícola Casa Perini
  • Emerson Nereu – Espumante Paulo Geremia
  • Chocólatras

 

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