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Como vocês sabem, no último dia 26/07 realizamos aqui em Porto Alegre o evento que serviria como oportunidade para apresentar o meu reposicionamento enquanto marca, bem como, apresentar para um grupo de convidados a importância e o papel do Ageless no mundo de hoje.

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Estiveram presentes comigo à frente do bate-papo, Silvia Koch e Laura Schirmer, duas mulheres que antenadas no cenário atual me ajudaram a conduzir a conversa sobre a importância e o papel da mulher e o que é o “Ageless”, palavrinha que não é mais novidade para vocês que me acompanham por aqui e que representa tanto sobre liberdade e auto-empoderamento.

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Confira agora quem também passou por lá:


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Foram nossos parceiros nesta edição Pátio 24 Mall, Bella Gula, Sucão, Restaurante Brava, 
Le Petit Macarons, LizáliDatelli Moinhos, Noon Concept, Laser SPA, Usina Natural, Espumantes Castellamare. 

 

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Muitos de vocês sabem que eu não consigo ficar muito quietinha, e, numa conversa descontraída com um grupo de amigas, começamos a falar sobre como algumas delas gostam de se sentirem atualizadas com o mundo das novas tecnologias, que percebem estar cada vez mais vivas e por isso, sentem uma necessidade enorme em movimentar uma “mudança” nas suas vidas… Indo muito além de trocar a cor do cabelo ou mudar os móveis dentro de casa.

A mudança é um laço estreito entre o comportamento e os nossos sentimentos, assim, cativada por esta conversa e por todas as boas novas que me rodeiam, entendi que existe um termo para essas pessoas que não se encaixam mais nos rótulos da vida acertada aos moldes antigos e tradicionais. Afinal, elas são jovens de espírito, com sede de vida e antenadas em tudo o que é novidade: são os Perennials.

Desenvolvido por Gina Pell em 2016, o termo exemplifica a desconstrução do comportamento etário na maturidade adulta, de modo que traços das gerações mais jovens (como os Millenials – Geração Y, e, a Gen Z – Geração Z), estejam muito presentes no seu comportamento cotidiano.

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Enquanto mulher e também enquanto uma Ageless Woman, eu vos afirmo: não é nada fácil ser mulher nos dias de hoje. No entanto, é muito engrandecedor saber que temos a oportunidade em fortificar todas as novas gerações com o exemplo de persistência, força e muita clareza sobre quem somos. A mulher de hoje é muito mais segura de si e privilegiada pelo poder da “voz”, mesmo em lugares onde parecem não serem ouvidas, os meios facilitaram a comunicação, traduzindo e desenvolvendo a cada dia uma nova forma de introduzir a liberdade de expressão.

Desta maneira, libertas de si e libertas de rótulos, não faz mais sentido entendermos que as questões etárias sejam uma limitação para o nosso cotidiano, uma vez que estamos todos imersos num período de grande troca e de muita informação. Penso ainda, que a forma como traduzimos as informações e as iniciativas que aceitamos viver, são de fato reviravoltas que tanto almejamos aconteceram, seja elas com qual o critério for. Eu mesma, quando cheguei aos 50 anos decidi passar por um período de forte reviravolta na minha vida, decidida de que era a hora de mudar (e mudar mesmo!). Hoje, percebo que estando na casa dos 60 também precisei me reestruturar enquanto cidadã do mundo, pois compreendi que não preciso estar num determinado lugar para ser ouvida, lembrada e referenciada, mas preciso estar próxima de quem também se identifica com esta mudança.

Hoje, os tempos felizmente são outros.

SE IDENTIFICOU?

Eu encontrei essa palestra muito interessante da própria Gina Pell, cujas reflexões reiteram o que venho pensando e podem elucidar ainda mais vocês! Ah, e embora o material seja em inglês, no vídeo há a possibilidade em colocar legendas em português, o que vai facilitar o acesso.

Conta para mim como você se sente e se faz parte desse grupo!

 

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Essa semana completei mais uma primavera e naturalmente, quando fazemos aniversário, tornamos a olhar para dentro de nós e refletirmos sobre quem somos e o quanto nos transformamos para chegarmos até aqui.

Nessa viagem introspectiva me dei conta de que a mulher que habita dentro de mim há 61 anos, aos 50 teve uma grande guinada de vida… E foi assim que comecei a fazer um paralelo com todas as mulheres que convivo e que já passaram por essa mesma etapa: nós precisávamos mudar!

O QUE FIZEMOS DA NOSSA VIDA ATÉ ESTE MOMENTO

Chegar aos 50 anos hoje em dia não é mais sinônimo de velhice ou até mesmo de “terceira idade”. Chegar ao 50 anos é critério de despertar, é característica de bon vivant, é a oportunidade de já ter vivido meio século e de se redescobrir de novo a cada dia. Por isso, nós mulheres quando nos damos conta de que somos tão capazes de contribuir com mais, de fazermos mais, de sermos muito mais, adquirimos um poder em nós mesmas (uma grande auto-confiança), que ninguém jamais poderia ser capaz de traduzir esta fase.

O feito da reflexão nos permite ter incontáveis avaliações cujas quais nos põem em questionamento tudo aquilo que já foi vivido até então. Por isso, muitos casamentos duradouros acabam por se findar; algumas amizades antes ditas como para a vida inteira se distanciam e não voltam mais a se falar; profissões são revistas e a figura de lucro ganha outro papel: a de ser bom para nós, em primeiro lugar. 

Mudar o cabelo, mudar o estilo de se vestir, mudar o comportamento… São todas as características que a mulher a partir dos 50 anos começa a tomar consciência e se surpreende com o broto que foi e com a grande flor que está para desabrochar.

Gosto muito desse vídeo da Márcia Luz, autora e grande coach de vida, que compartilha algumas boas dicas para o comportamento humano após os 50 anos, seja na vida afetiva, profissional, sexual entre outras questões, afinal somos um só em muitos dentro de nós.

E você, já passou por essa fase ou conhece alguém que já viveu esse momento?
Compartilha comigo!

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Tenho observado há certo tempo em como a fragilidade masculina diante da dor se manifesta nas mais distintas maneiras entre os homens que me cercam. É muito interessante o processo de apego, de dependência que nós mulheres ensinamos para eles, permitindo que convivamos com tal comportamento em nossas vidas.

Desde o nascimento, a mulher precisa entender que por uma questão da natureza irá carregar mais peso ao levar consigo uma outra vida; precisa ser forte por sentir muitas dores e passar por procedimentos cirúrgicos, como o parto, de maneira “tranquila”, além de necessitar provar para o mundo que é tão capaz quanto qualquer outro ser para realizar qualquer coisa.

O mais fascinante de tudo isso é que com o olhar destes 61 anos que vos escreve, comecei a me deparar com situações onde grandes homens, em posições financeiras, sociais e familiares, muitas vezes sofriam perdas avassaladoras para a sua capacidade de “aguentar” determinada situação. Em contra partida, todas as mulheres que os acompanhavam, as quais pude conviver, todas, sempre entendiam e de alguma forma procuravam amenizar a dor e a chateação, encontrando alguma solução para a fragilidade do momento.

Portanto, a mulher não é e nem nunca foi o sexo frágil… Tão pouco o homem. Essa nomenclatura não define nenhuma posição entre masculinidade e feminilidade. Logo, não podemos confundir essa força feminina perante as situações frágeis da vida como empoderamento, uma vez que essa força é da natureza da mulher e não de sua necessidade de defesa.

O que vocês pensam sobre a fragilidade masculina?
Como a encaram?
Contem pra mim!