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Momento

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Os Judeus celebram o Chanucá (festival das Luzes), uma festa importante para a comunidade judaica.

O Chanucá, quer dizer inauguração em hebraico, e começa no dia 25 do ano judaico e esse ano caiu dia 12 de dezembro em 2017.

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Por oito dias os lares judaicos e as sinagogas acendem diariamente as velas da Menorá, o candelabro de nove braços. É o momento em que a família a noite se reúne.

Essa tradição tem mais de 2,2 mil anos.

A Menorá varia de sete a oito braços. O de sete braços tem o significado dos sete dias da criação do mundo, mas depois de várias guerras para conquistar seu território o povo ficou sem nada e encontrou um galão de óleo que duraria somente um dia e que daria para deixar acesso o Menorá.

Milagrosamente esse óleo durou oito dias e o povo judeu criou esse feriado chamado Chanucá ( festa das luzes) para comemorar esse milagre. O nono braço é colocado uma vela auxiliar que acendem todas as outras.

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* Para diferenciar mais facilmente, lembre-se: A Menorá são 7 velas e Chanukiá são 9 velas.

Bem, minha bisavó veio da Espanha com a família para fugir da ditadura de Franco e no navio onde todos foram marcados com um número, eles encontraram uma família judia que também estava fugindo.

Minha bisavó chegou a Porto Alegre e se instalou em uma casa simples e nos fundos havia um galpão onde esconderam a família de judeus que viveu algum tempo com eles. Os filhos desse casal com o passar do tempo voltaram para Israel e esse casal ficou aqui no Sul. Essa história eu fiquei sabendo lendo o diário de minha avó.

Soube também que minha mãe recebeu uma corrente de ouro com uma pedra rosa toda rendada em ouro também, que teria que ser passada para a filha mais velha ao completar 14 anos. Recebi e passei para minha filha mais velha em um jantar de confraternização e agora essa corrente será passada para minha neta quando fizer 14 anos. Sigo a tradição sem entender muito, mas me foi dito que deveria fazer assim e faço por respeito a essa família que minha família abrigou.

Fui a algumas lojas do Bom Fim para tentar comprar um Menorá e nunca consegui. Sempre me foi dito que como não era judia não poderia ter esse candelabro que para mim tem afetividade de infância com a família de minha bisavó. Isso já faz muitos anos.

Logo, desejo um feliz Chanucá para o povo de Israel e para a comunidade judaica que vive aqui em nosso estado.

Osher!!!!

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A Pantone divulgou a cor do ano que vem: a ultra violeta.

“O guia de Cores Pantone foi criado por uma empresa – Pantone Inc – que começou por fazer cartas de cor para a indústria cosmética e que posteriormente foi alargado a vários outros campos.

O conceito por detrás deste produto é a criação de códigos específicos para cada cor. Imaginemos a cor amarela. Apenas no tom amarelo temos dezenas de tonalidades diferentes. Temos amarelo claro, amarelo menos claro, amarelo vivo, amarelo fluorescente, amarelo torrado, etc etc. A ideia básica é que cada um destes tons de amarelo tenha um código específico para que, quando se fazem estampagens de tecidos, se possa simplesmente informar o código da cor em vez de dizer “quero amarelo torrado”. Desta forma evitam-se problemas de a cor final das roupas encomendadas não virem exatamente com o tom que o cliente pretendia inicialmente. Dando o código, o que pede é o que tem. Nem 1% a mais, nem 1% a menos!”

O tom que simboliza o equilíbrio das coisas, uma vez que para criar essa cor é necessária a mistura perfeita entre o vermelho e o azul. Segundo Leatrice Eiseman, diretora executiva do Pantone Color Institute, a cor foi eleita por “comunicar originalidade, engenhosidade e um pensamento visionário”.

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ULTRA VIOLETA NA MODA

Com verdes ou cinzas ele evoca a elegância natural. Da mesma forma, Ultra Violet assume aparências distintas com materiais diferentes. Os veludos luxuriantes na cor sugerem intriga para a noite, mas também são inesperadamente modernos em atletismo ou tênis.

Nos acessórios, bijuterias, jóias, óculos, bolsas, lenços ou sapatos a Ultra Violeta sugere um toque de moda e de se estar sempre atenta ao que está se usando no momento.

Você não precisa estar vestida monocromaticamente ( de uma cor só), pode usar cores que combinem entre si e usar um lenço Ultra Violeta( estampado, mas com a cor predominando), usar uma meia de seda Ultra violeta, um óculos Ultra Violeta, uma luva ou um colar Ultra violeta. assim você estará “na moda” com o que você tem, mas com uma cor do ano.

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A bolsa com a cor de 2018 e uma roupa ( monocromática – de uma cor só), preta, cinza, bege, azul marinho ou vermelha você vai fazer bonito.

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Particularmente eu não gosto dessa combinação em excesso da duas cores, não fica elegante.

 

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As unhas da cor do ano, também pode ser levada em conta na hora de pintar.

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Se você quiser ousar na cor Ultra violeta somente no sapato, fica lindo.

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Essa cores na assimetria do vestido, ficaram muito bonitas, deu leveza no Ultra violeta com o preto.

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Lenço com a cor Ultra violeta, serve como um acessório ímpar para dar o charme em uma vestimenta.

 

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Algumas Influenciadoras Digitais e Jornalistas foram convidados a visitar a fábrica da Sanremo, para sabermos das novidades e conhecer como são produzidos os nossos potes de plásticos do dia a dia em nossa casa.

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Por primeiro, nos receberam para uma breve explicação de como funciona uma empresa InBetta e as novidades para o mercado.

A Sanremo integra as Empresas Inbetta, formada por outras 7 empresas, e é líder no setor de utilidades domésticas em plástico exportando para mais de 50 paises.

A Gerente de Marketing nos mostrou como funciona a criação dos produtos e a pesquisa do que uma dona de casa precisa.

sanremo-2Após fomos para um lanche maravilhoso e seguimos para visitar o “nascimento” de alguns produtos.

Foi algo deslumbrante ver o processo de aquecimento da matéria prima e dali sair um produto com formato de pote, ou de jarra.

Após essa visita muito instrutiva para nós, fomos a lojinha que a empresa tem em frente a fábrica e não preciso dizer que foi um sucesso.

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Aqui estamos super concentradas no que a Gerente estava nos explicando sobre o processo de criação dos produtos da Sanremo.

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A lojinha foi visitada por todos nós e muito apreciada também.

É muito legal tu pegares um produto, depois de ter visto ele “nascer das máquinas”.

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Conversando em um grupo de mulheres na semana passada, uma delas conversou comigo sobre “Onde tem cobras, se entra de perneira” – achei engraçado, mas no desenrolar da conversa, vi que era coisa muito séria.

Aqui o nome da pessoa será fictício, pois muitas pessoas a conhecem, e nossa interlocutora se chamará Alice.

No mundo individualista de hoje, estamos sujeitos a todo o momento a famosa “Inveja”, ou “puxa tapete”. É sério isso! Disse Alice.  Com o tempo, notei que existe pessoas que adoram menosprezar outras, sufocar a outra para não aparecer mais que elas ou até mesmo aquela sensação de que “teu tempo já era” agora é o meu.

A famosa palavra inveja, decapita o “tesão” da outra pessoa, porque é um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor. Quando estamos no meio de uma sociedade que cultua a juventude a todo preço, sentimos e notamos a inveja entre os acontecimentos do dia a dia.

Vejo jovens maravilhosos (as) e capazes, querendo puxar o tapete de seu  concorrente, ou até mesmo alguém que ele(a) julga ser sua concorrente. Se eles (as) soubessem que há espaço para tudo e para todos nessa sociedade enorme de idéias e de oportunidades.

Já vi jovens terem “raiva”, “desprezo” por pessoas com mais idade, por julgarem aquela igual a algum familiar seu que não deu certo.

Dá pena ver jovens querendo subir em detrimento próprio, e quem estiver no seu caminho, passa para trás com intrigas e confissões inverídicas.

Não se dão conta que o “eu” não existe sem o “tu”. Estar no meio de uma juventude que ainda não sabe ser madura, é complicado. Até porque, eles ainda não estão adaptados a esta nova realidade que é a longevidade.

Com esse pequeno papo inicial, comecei a fazer perguntas para Alice, mas tudo em uma conversa amena, porém, com um sentimento de tristeza por estarmos inseridas numa sociedade “fora da casinha”.

Eu: Como foi teu começo no meio desses jovens que estás falando?

Alice: Comecei no início do ano 2000 por acreditar que jovens nos trazem idéias ousadas e não tem medo de nada, inerente a idade.

Eu: Te decepcionastes?

Alice: Em alguns momentos sim, e em outros fiquei muito decepcionada

Eu: Em quais momentos ?

Alice: Nas vezes em que precisei apoio para assuntos que não dominava bem, e ao saber por outros que tinham falado coisas que sequer tinha pensado. É frustrante isso, pois sabemos que a inveja e o “passa perna” existe em todas as idades, mas nos jovens, eu julgava que não teria isso, até porque, essa nova geração que dizem ser a geração do Milênio, seria mais pura, mais idônea. Acho que me enganei.

Eu: Pq?

Alice: pelo individualismo que encontrei nessa tribo.

Eu: Em que conclusão chegastes?

Alice:” Onde tem cobras, se entra de perneiras” e se joga o mesmo jogo, mas protegida.

Eu acho uma pena, ver tantos jovens olhando para seu próprio umbigo e descartando quem muito poderia ajudar com sua experiência.

Mas, quero afirmar aqui, que foi nessa tribo que percebi isso, porque sei que há jovens maravilhosos e que não tem nada a ver com –“me fazes sombra”.

 

 

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Desde a década de 80 começou a pesquisa sobre o comportamento da mulher madura, como ela se comporta na famosa denominação – terceira idade, mas ainda se está com uma lacuna referente ao consumo de moda desse nicho crescente da sociedade.

Considera-se que a idade de 60 anos seja denominada de “Terceira Idade”e nos países desenvolvidos 65 anos, fato que discordo como uma “Coolhunter” principiante, pois a mulher e o homem estão nessa faixa etária muito “inteiros” e ativos na sociedade em que estão inseridos.

Acredito que a partir dos 70 anos podemos denominar como Terceira Idade em uma população de média e alta renda, porque são pessoas que tem uma alimentação mais saudável, mais condições de procurar uma prevenção de saúde e um comportamento social super interativo.

Logo, usar os termos “Idosa” e “Terceira Idade” hoje em dia, é muito delicado, pois pode deixar algumas pessoas ofendidas, porque não se sentem idosas e muito menos velha. Trabalham ainda, divertem-se muito e sua vida é muito produtiva ainda.

Assim, a Consumidora Madura hoje em dia, está muito exigente e com poder aquisitivo significativo, pois na maturidade ela já amealhou um “pé de meia”que pode fazer dela uma consumidora promissora.

Vou colocar aqui, algumas fotos de mulheres que se vestem muito bem na maturidade e que querem mais atenção como consumidoras.

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Hoje estamos voltando a postar no site, e como primeira matéria, vamos falar de um texto que gostei muito e que não é muito comentado em relação a violência doméstica contra a mulher.

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Por Andréa Martinelli

Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta. Algumas palavras e atitudes podem ferir a auto-estima de uma mulher tanto quanto. E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar.

Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo. E esta violência, de tão latente, chega a ser classificada entre: física, sexual, moral e psicológica.

Por ser subjetiva e, por isso, de difícil identificação, a violência psicológica, na maioria dos casos, é negligenciada até por quem sofre – por não conseguir perceber que ela vem mascarada pelo ciúme, controle, humilhações, ironias e ofensas.

Segundo definição da OMS ela é entendida como:

Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularizarão, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
“Em uma briga de casal, o agressor normalmente usa essa tática para fazer com que a parceira se sinta acuada e insegura, sem chance de reagir. Não existe respeito”, explica Maria Luiza Bustamante, chefe do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro ao GNT.

Esse tipo de violência normalmente precede a agressão física que, uma vez praticada e tolerada, pode se tornar constante. Na maioria das vezes, o receio de assumir que o casamento ou o namoro não está funcionando ainda é um motivo que leva mulheres a se submeter à violência – entre todos os tipos e não apenas a psicológica.

Como identificar?

Dificilmente a vítima procura ajuda externa nos casos de violência psicológica. A mulher tende a aceitar e justificar as atitudes do agressor, protelando a exposição de suas angústias até que uma situação de violência física, muitas vezes grave, ocorra.

A violência psicológica acontece quando ele…

#1. Quer determinar o jeito como ela se veste, pensa, come ou se expressa.

#2. Critica qualquer coisa que ela faça; tudo passa a ser ruim ou errado.

#3. Desqualifica as relações afetivas dela: ou seja, amigos ou família “não prestam”.

#4. A xinga de “vadia”, “imprestável”, “retardada”, “vagabunda”…

#5. A expõe a situações humilhantes em público.

#6. Critica o corpo dela de forma ofensiva, e considera como uma “brincadeira”.

…entre outras formas de violência que são subjetivas e que, muitas vezes, passam despercebidas no dia a dia.

Espero que tenham gostado do texto que Andréa Martinelli escreveu.

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Aos 44 anos desenvolvi uma poliartrite, onde frequentemente me faz parar.

Um pico de estresse e a predisposição genética que tenho (fui descobrir quando a doença se instalou) foi um achado para meu corpo dizer: PÁRA, CHEGA!

Andava para cima e para baixo, com minha agenda lotada e sempre rápida e ainda mãe de três filhas – não deixava de participar em tudo na vidinha delas com sapatos de salto alto, pois me sentia poderosa e super feminina.

Quando começaram as dores, a investigação demorou, e me fez ficar três meses sem andar, minha vida começou a tomar outro rumo, e foi muito difícil para mim mudar, afinal, sempre fui agitadérrima.

Bem, quando veio o diagnóstico final e comecei o tratamento no hospital, caiu à ficha super doída na minha cabeça.

Tens que recomeçar a vida diferente!

O início e a mudança como sempre, foi muito sofrida, mas pensei – essa doença veio e azar foi o dela, vai ter que competir comigo –  troquei de profissão, a maneira de calçar, (dei todos os meus sapatos) até achar os sapatos da Usaflex que hoje me acompanham em todos os meus “modelitos” e em toda parte.

Fiquei super contente com a loja que inaugurou no Shopping Iguatemi, uma loja exclusivamente Usaflex. Sapatos com designer modernos, joviais e muito confortáveis.

Sempre coloco no meu Instagram a foto do meu vestir com o sapato que combina.

Sou muito grata a Usaflex, pelo meu recomeço de andar, meu novo recomeço de vida agitada, mas não tanto agora. Continuo correndo de um lado para outro, mas agora com mais conforto e sem nenhum mal para meus pés.

A artrite existe, mas ela ficou nocauteada com o tratamento que faço, e com minha nova proposta de vida – ser blogueira. Hoje me sinto novamente elegante e feminina, mesmo com sapatos sem salto.

Espero de coração que a Usaflex continue trabalhando para o bem estar dos pés femininos.

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Bem, esses foram alguns modelos de calçados baixos, que deixam uma mulher se sentir elegante e feminina!

O que acharam?

 

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Leia os 5 passos para não sofrer com a demissão:

A coach de carreira Ana Lisboa, idealizadora do Movimento Acenda e consultora em gestão de pessoas, explica que é necessário tomar alguns cuidados para que a sensação de insegurança não tome conta da equipe, e que o desemprego não se torne uma assombração e a importância de conhecer as leis trabalhistas e não “levar para o lado pessoal”.

1-Redobre o foco e o amor ao trabalho

Ana Lisboa destaca que é importante que o profissional se reencontre com os motivos que o fazem gostar do que faz, para que seja possível encontrar mais energia no dia a dia. “Quando as empresas passam por processos de demissão, também acontece de concentrar trabalho nas mãos de menos funcionários, então este é o momento de ser mais produtivo”, destaca.

2-Exija transparência

A coach ensina que muito da insegurança gerada na equipe, em uma empresa, pode ser sanada por meio de transparência dos líderes em relação à situação. “A empresa deve deixar todos sempre cientes de que a informação será passada de forma que eles possam se preparar para o futuro”, explica Ana, que destaca que, quanto menor a clareza do que vem pela frente, maior a insegurança.

3-Produza oportunidades

Além de exigir mais produtividade, períodos de dificuldade podem ajudar também na criação de novas oportunidades, conforme explica a coach. “Procure se concentrar em produzir resultados maiores e diferentes”, sugere. “A história nos conta que muitos países tiveram grande desenvolvimento em situações de crise”, recorda, destacando que sempre é possível se moldar para aumentar a criatividade e sair do lugar comum.

4-Conheça as leis trabalhistas

Como as leis trabalhistas existem para proteger tanto o trabalhador quanto a empresa, a coach conta que é preciso saber sobre os direitos e deveres. “As férias, por exemplo, devem ser encaradas com planejamento e antecedência, e sem atrasos”, conta. Segundo ela, é importante que o funcionário pesquise sobre as leis e alinhe qualquer dúvida com o departamento responsável, para que não haja problema de comunicação.

5-Não leve para o lado pessoal

Por fim, Ana Lisboa alerta que, em períodos de crise, as empresas estão sujeitas a demitir funcionários, e neste momento é importante compreender as relações como relações de trabalho. “Uma empresa tem direito de demitir, e muita gente confunde e se chateia com o chefe, mas não é o chefe quem demite, e sim a empresa”, resume. Segundo a coach, quando uma demissão é encarada desta forma, gera menos sentimentos negativos e, consequentemente, auxilia na energia que será necessária para a jornada rumo a uma nova oportunidade de trabalho.

 

 

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Hoje vamos apresentar o João Vicente, mais conhecido como Leãozinho, um menino alegre, de quatro anos, rodeado de muito amor por sua família e amigos. O João tem uma síndrome rara, auto-imune, de causa genética chamada SHUa – Síndrome Hemolítico Urémico atípica. Ele teve uma vida normal até um ano e oito meses, quando teve a primeira crise, que trouxe à tona a síndrome. Esta primeira crise foi muito violenta e rápida. Além da dificuldade de diagnóstico, o único remédio que contém os sintomas, não existe no Brasil e demorou a chegar. João Vicente teve vários órgãos comprometidos transitoriamente, e um grave AVC isquêmico, que o deixou com sequelas motoras severas.

De lá pra cá, a família batalha para dar a ele toda a estrutura que precisa para a recuperação. Ano passado, João necessitava de um tratamento intenso muito caro, e sem ter outras opções, a família recorreu a uma campanha de financiamento coletivo. A campanha foi um sucesso e dela nasceu a fanpage Avante Leãozinho, onde muitas pessoas acompanham o dia-a-dia, os esforços, evoluções e as risadas do João. Com a ajuda de muito amigos e pessoas de bem o dinheiro do tratamento foi arrecado e o Leãozinho pode evoluir mais e mais.

Este ano a família descobriu um novo tratamento. Baterias intensivas do método Cuevas Medek de fisioterapia. O tratamento não existe em Porto Alegre, e a família pretende fazê-lo boa parte em Curitiba e uma vez no Chile, para a equipe criadora do método avaliar o caso, que é tão raro e difícil. O novo tratamento, além de caro, vai exigir que a mãe faça muitas viagens com o João, com mais despesas. Por isso, a família abre uma nova campanha, para, com a força da coletividade, dar para ao Leãozinho aquilo que ele precisa.

O tratamento do João é para a vida toda, mas ele acontece em fases. Esta fase, por ser a idade que a plasticidade cerebral é mais intensa, é o momento ideal para estes intensivos, que podem definir a vida que o João vai ter: se vai voltar a andar e a falar, como ele fazia antes. Um menino doce, sapeca e com um olhar que fala, merece toda ajuda que possa receber.

João Vicente (Leãozinho) - Foto Angélica Marques

Por essas e outras contamos com a ajuda de vocês, seja com um pensamento positivo, a divulgação da campanha, uma doação para o tratamento ou uma palavra de carinho. Toda a forma de amor é bem vinda. Neste domingo, 03 de Abril, a nova campanha do Avante Leãozinho será lançada e contamos com a ajuda de todos vocês. Fiquem ligados na fanpage do João para acompanhar as novidades e ajudar no que for possível!

#avanteleaozinho

Facebook: facebook.com/avanteleaozinho

Conheça mais sobre o João Vicente: https://www.youtube.com/watch?v=NpSJ-yS0ltc

https://www.youtube.com/watch?v=aWU8qnIvKDg

 

 

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Chegou o Outono e com ele aquelas temperaturas mais amenas, propícias para tomarmos aquele vinhosinho no fim de tarde, aconchegada em casa, ou até mesmo com aquelas amigas especiais.

A Castellamare Vila Jansen, me enviou alguns rótulos que vou passando aos poucos para vocês.

Vou começar com esse Cabernet Sauvignon – 2013 – Produzido pela Vinícola São João de Farroupilha.

Fiz um almoço com frango assado, polenta, salada de batata e salada de radicie, bom…pedia um maravilhoso vinho tinto para completar o meu cardápio.

Chegou o Outono e as temperaturas maravilhosas para cardápios e bebidas mais fortes.

Recomendo!

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