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Maturidade

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Como vocês sabem, tenho analisado o comportamento da mulher ageless nos dias de hoje. No entanto, também tenho prestado atenção nas relações dos homens que se enquadram livres do conceito de idade, ou seja, homens que aceitaram envelhecer e reconheceram em si a liberdade de serem quem são sem os freios da idade.

Percebo que os homens em sua maioria ainda têm um grande receio em assumir que estão envelhecendo… Apresentam resquícios da criação machista, das relações conturbadas que viveram ao longo da vida, querendo ao mesmo tempo usufruir do lado bom que a sabedoria se apresenta quando chegam na casa dos 60 (em média).

Por isso, sinto e percebo que em geral, o homem parece ter mais dificuldade em aceitar que envelheceu. Isso, porque eles não abdicam da vaidade de entender que seus corpos já não caminham mais como antes, não se relacionando com a mesma velocidade que num passado funcionou, esperando que o corpo permanecesse o mesmo de um menino de 20 anos.

Em contra partida, nós mulheres por passarmos boa parte de nossas vidas com o período menstrual, muitas inclusive engravidando, sabemos que iremos passar por tais situações até chegarmos no período da menopausa. Desta maneira, compreendemos que o corpo por si só irá enfrentar alterações biológicas e claro, nos trará alterações estéticas. É da natureza da mulher conviver com essas alterações a sua vida inteira, pois nós crescemos já entendendo que iremos conviver com tais fases da vida… Já o homem, infelizmente demora para amadurecer esse pensamento.

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Por isso, aqueles que conseguem se destacar dentro desta maioria masculina, assumindo seus bigodes brancos, mantendo o comportamento fresh (e não necessariamente jovem), com uma postura cautelosa mas ainda assim, agitada e ansioso pelo “novo”, eu afirmo: estes homens são homens com personalidade, com vocação para viver e que aparentam estar muito satisfeitos consigo mesmos.

Se você também tem observado essa dificuldade do envelhecimento masculino, sugiro assistir ao vídeo abaixo. Nele, várias reflexões sobre este processo são compartilhadas e nos fazem pensar: o que é estar velho? Eu mesma não me sinto nem um pouquinho!!! 

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Como vocês sabem, no último dia 26/07 realizamos aqui em Porto Alegre o evento que serviria como oportunidade para apresentar o meu reposicionamento enquanto marca, bem como, apresentar para um grupo de convidados a importância e o papel do Ageless no mundo de hoje.

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Estiveram presentes comigo à frente do bate-papo, Silvia Koch e Laura Schirmer, duas mulheres que antenadas no cenário atual me ajudaram a conduzir a conversa sobre a importância e o papel da mulher e o que é o “Ageless”, palavrinha que não é mais novidade para vocês que me acompanham por aqui e que representa tanto sobre liberdade e auto-empoderamento.

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Confira agora quem também passou por lá:


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Foram nossos parceiros nesta edição Pátio 24 Mall, Bella Gula, Sucão, Restaurante Brava, 
Le Petit Macarons, LizáliDatelli Moinhos, Noon Concept, Laser SPA, Usina Natural, Espumantes Castellamare. 

 

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Envelhecer não foi um problema para mim, vocês sabem. Sempre fui muito ativa e muito disposta a receber o novo, sinto que abracei o tempo (e com ele todas as vivências que tive a oportunidade de viver) com imensa gratidão e muito amor. Talvez seja um olhar um tanto quanto romântico da minha parte, mas sei também que não sou a realidade de toda a geração Ageless.

Muitos homens e mulheres têm dificuldade em aceitar as mudanças que o tempo apresenta para nós, não recebendo e nem reconhecendo suas atualizações físicas, materiais ou comportamentais. Tenho observado através dos meus estudos geracionais sobre a minha geração, que muitas pessoas ainda encontram dificuldades na aceitação do que seria por “básico” na segunda década do século XXI,  como o computador, os meios digitais e todas as suas plataformas, os smartphones, entre outras ferramentas… Acontece, que não podemos encarar mais o mundo como se ele estivesse girando ao nosso entorno, esperando por nós e aguardando o nosso tempo de aceitação com as coisas, entregando para o amanhã este compromisso. Por isso eu afirmo: essa espera pelo nosso “momento” precisa acabar. O amanhã já começou!  

Precisamos estar receptivos ao novo; Precisamos aceitar os novos meios de interação e de comunicação, procurando nos adaptar ao novo mundo (que não é apenas digital, mas sim, com a crossmedia que se instaurou no tempo). Sei que muitos de nós procuram cursos para se inteirar dessas novas ferramentas, alguns pedem para os netos/sobrinhos/pessoas mais jovens e próximas que os ensinem e os apresentem o seu mundo para quem já viveu em outra era.

Por isso, faço um apelo àqueles que ensinam e que se colocam a disposição para orientar essa geração: tenham sempre muita paciência. Nós, enquanto adultos mais “maduros“, não temos o mesmo gás que os jovens da geração Z têm. Mas temos tantas histórias e tantas vivências que nos permitem maturar o conhecimento e nos colocarmos em posição de aprendiz. O mundo pode realmente ser outro no agora, mas nós ainda fazemos parte dele. Logo, estamos vivos e precisamos nos sentir ainda imersos nesse sentimento. Portanto, não esperemos pelo mundo do ontem no agora, precisamos entender que já estamos no futuro-do-presente.

Como você se encara? Se sente imerso nas novas tecnologias?
Conta para mim!

 

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Muitos de vocês sabem que eu não consigo ficar muito quietinha, e, numa conversa descontraída com um grupo de amigas, começamos a falar sobre como algumas delas gostam de se sentirem atualizadas com o mundo das novas tecnologias, que percebem estar cada vez mais vivas e por isso, sentem uma necessidade enorme em movimentar uma “mudança” nas suas vidas… Indo muito além de trocar a cor do cabelo ou mudar os móveis dentro de casa.

A mudança é um laço estreito entre o comportamento e os nossos sentimentos, assim, cativada por esta conversa e por todas as boas novas que me rodeiam, entendi que existe um termo para essas pessoas que não se encaixam mais nos rótulos da vida acertada aos moldes antigos e tradicionais. Afinal, elas são jovens de espírito, com sede de vida e antenadas em tudo o que é novidade: são os Perennials.

Desenvolvido por Gina Pell em 2016, o termo exemplifica a desconstrução do comportamento etário na maturidade adulta, de modo que traços das gerações mais jovens (como os Millenials – Geração Y, e, a Gen Z – Geração Z), estejam muito presentes no seu comportamento cotidiano.

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Enquanto mulher e também enquanto uma Ageless Woman, eu vos afirmo: não é nada fácil ser mulher nos dias de hoje. No entanto, é muito engrandecedor saber que temos a oportunidade em fortificar todas as novas gerações com o exemplo de persistência, força e muita clareza sobre quem somos. A mulher de hoje é muito mais segura de si e privilegiada pelo poder da “voz”, mesmo em lugares onde parecem não serem ouvidas, os meios facilitaram a comunicação, traduzindo e desenvolvendo a cada dia uma nova forma de introduzir a liberdade de expressão.

Desta maneira, libertas de si e libertas de rótulos, não faz mais sentido entendermos que as questões etárias sejam uma limitação para o nosso cotidiano, uma vez que estamos todos imersos num período de grande troca e de muita informação. Penso ainda, que a forma como traduzimos as informações e as iniciativas que aceitamos viver, são de fato reviravoltas que tanto almejamos aconteceram, seja elas com qual o critério for. Eu mesma, quando cheguei aos 50 anos decidi passar por um período de forte reviravolta na minha vida, decidida de que era a hora de mudar (e mudar mesmo!). Hoje, percebo que estando na casa dos 60 também precisei me reestruturar enquanto cidadã do mundo, pois compreendi que não preciso estar num determinado lugar para ser ouvida, lembrada e referenciada, mas preciso estar próxima de quem também se identifica com esta mudança.

Hoje, os tempos felizmente são outros.

SE IDENTIFICOU?

Eu encontrei essa palestra muito interessante da própria Gina Pell, cujas reflexões reiteram o que venho pensando e podem elucidar ainda mais vocês! Ah, e embora o material seja em inglês, no vídeo há a possibilidade em colocar legendas em português, o que vai facilitar o acesso.

Conta para mim como você se sente e se faz parte desse grupo!

 

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Essa semana completei mais uma primavera e naturalmente, quando fazemos aniversário, tornamos a olhar para dentro de nós e refletirmos sobre quem somos e o quanto nos transformamos para chegarmos até aqui.

Nessa viagem introspectiva me dei conta de que a mulher que habita dentro de mim há 61 anos, aos 50 teve uma grande guinada de vida… E foi assim que comecei a fazer um paralelo com todas as mulheres que convivo e que já passaram por essa mesma etapa: nós precisávamos mudar!

O QUE FIZEMOS DA NOSSA VIDA ATÉ ESTE MOMENTO

Chegar aos 50 anos hoje em dia não é mais sinônimo de velhice ou até mesmo de “terceira idade”. Chegar ao 50 anos é critério de despertar, é característica de bon vivant, é a oportunidade de já ter vivido meio século e de se redescobrir de novo a cada dia. Por isso, nós mulheres quando nos damos conta de que somos tão capazes de contribuir com mais, de fazermos mais, de sermos muito mais, adquirimos um poder em nós mesmas (uma grande auto-confiança), que ninguém jamais poderia ser capaz de traduzir esta fase.

O feito da reflexão nos permite ter incontáveis avaliações cujas quais nos põem em questionamento tudo aquilo que já foi vivido até então. Por isso, muitos casamentos duradouros acabam por se findar; algumas amizades antes ditas como para a vida inteira se distanciam e não voltam mais a se falar; profissões são revistas e a figura de lucro ganha outro papel: a de ser bom para nós, em primeiro lugar. 

Mudar o cabelo, mudar o estilo de se vestir, mudar o comportamento… São todas as características que a mulher a partir dos 50 anos começa a tomar consciência e se surpreende com o broto que foi e com a grande flor que está para desabrochar.

Gosto muito desse vídeo da Márcia Luz, autora e grande coach de vida, que compartilha algumas boas dicas para o comportamento humano após os 50 anos, seja na vida afetiva, profissional, sexual entre outras questões, afinal somos um só em muitos dentro de nós.

E você, já passou por essa fase ou conhece alguém que já viveu esse momento?
Compartilha comigo!

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Quem me acompanha há bastante tempo sabe que venho estudando e compreendendo cada vez mais que o brasileiro enquanto cultura tem uma grande dificuldade de aceitação da velhice. Vivemos numa nação onde o senso estético de juventude ainda impera como o “ideal”, ressaltando desta maneira toda a dificuldade de compreensão para com a maturidade da vida.

O brasileiro não aceita o fato de que pode envelhecer e que envelhecer é muito bonito, não se permitindo perceber que essa fase da vida é uma bela oportunidade de se manter ativo, de se sentir ainda mais vivo e de poder apreciar todos os prazeres que o fizeram chegar até aqui. A maturidade, de fato, é o momento onde sinto que consigo encarar as coisas com mais leveza, sem destratar mais nada, mas sim, acolhendo tudo o que já vivi.

A antropóloga Miriam Goldenberg faz um excelente contra-ponto com as dificuldades, aceitações e todas a belezas da velhice neste vídeo, uma vez que ela enquanto estudiosa do assunto levanta ótimas reflexões sobre o papel da maturidade na sociedade. Por eu ser uma Ageless muito ativa, convido vocês para também conferirem este outro vídeo dela no TEDXTALK, cuja fala aborda muito bem a posição Ageless perante a maturidade.

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Confesso para vocês que me sinto cada dia mais viva, claro, que com as normalidades físicas que a idade me permite sentir. Mas na portinha dos 61, eu posso afirmar: não quero ser tratada como uma velhinha pois não sou e nem me sinto uma. Reconheço que envelheci e adoro viver esta fase. Mas não me enxergo sentada todos os dias na frente da TV assistindo a novela, tomando chá e reclamando da vida.

A maturidade chegou para mim há certo tempo… E eu a aceitei com todo o afeto e o amor que poderia sentir por mim mesma.

 

 

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Tenho observado há certo tempo em como a fragilidade masculina diante da dor se manifesta nas mais distintas maneiras entre os homens que me cercam. É muito interessante o processo de apego, de dependência que nós mulheres ensinamos para eles, permitindo que convivamos com tal comportamento em nossas vidas.

Desde o nascimento, a mulher precisa entender que por uma questão da natureza irá carregar mais peso ao levar consigo uma outra vida; precisa ser forte por sentir muitas dores e passar por procedimentos cirúrgicos, como o parto, de maneira “tranquila”, além de necessitar provar para o mundo que é tão capaz quanto qualquer outro ser para realizar qualquer coisa.

O mais fascinante de tudo isso é que com o olhar destes 61 anos que vos escreve, comecei a me deparar com situações onde grandes homens, em posições financeiras, sociais e familiares, muitas vezes sofriam perdas avassaladoras para a sua capacidade de “aguentar” determinada situação. Em contra partida, todas as mulheres que os acompanhavam, as quais pude conviver, todas, sempre entendiam e de alguma forma procuravam amenizar a dor e a chateação, encontrando alguma solução para a fragilidade do momento.

Portanto, a mulher não é e nem nunca foi o sexo frágil… Tão pouco o homem. Essa nomenclatura não define nenhuma posição entre masculinidade e feminilidade. Logo, não podemos confundir essa força feminina perante as situações frágeis da vida como empoderamento, uma vez que essa força é da natureza da mulher e não de sua necessidade de defesa.

O que vocês pensam sobre a fragilidade masculina?
Como a encaram?
Contem pra mim!

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Desde a década de 80 começou a pesquisa sobre o comportamento da mulher madura, como ela se comporta na famosa denominação – terceira idade, mas ainda se está com uma lacuna referente ao consumo de moda desse nicho crescente da sociedade.

Considera-se que a idade de 60 anos seja denominada de “Terceira Idade”e nos países desenvolvidos 65 anos, fato que discordo como uma “Coolhunter” principiante, pois a mulher e o homem estão nessa faixa etária muito “inteiros” e ativos na sociedade em que estão inseridos.

Acredito que a partir dos 70 anos podemos denominar como Terceira Idade em uma população de média e alta renda, porque são pessoas que tem uma alimentação mais saudável, mais condições de procurar uma prevenção de saúde e um comportamento social super interativo.

Logo, usar os termos “Idosa” e “Terceira Idade” hoje em dia, é muito delicado, pois pode deixar algumas pessoas ofendidas, porque não se sentem idosas e muito menos velha. Trabalham ainda, divertem-se muito e sua vida é muito produtiva ainda.

Assim, a Consumidora Madura hoje em dia, está muito exigente e com poder aquisitivo significativo, pois na maturidade ela já amealhou um “pé de meia”que pode fazer dela uma consumidora promissora.

Vou colocar aqui, algumas fotos de mulheres que se vestem muito bem na maturidade e que querem mais atenção como consumidoras.

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O dia estava ensolarado e fiquei radiante ao caminhar pelas ruas olhando as pessoas caminhando. Fiquei a imaginar, como seria a vida delas, pois a maioria eram mulheres de meia idade, com seus netos, algumas sozinhas e apressadas para algum compromisso, outras mais velhas, estavam caminhando mais devagar, mas bem arrumadas e serenas. Observei também, mulheres acompanhadas e conversando descontraídas de algum assunto interessante, pois os gestos que faziam com as mãos eram firmes e decididos.

Cheguei ao local aonde ia, e deixei essas observações passarem, mas estava feliz em notar que as pessoas que passaram por mim, tinham um propósito naquela tarde ensolarada.

Sentei no cabeleireiro e como cheguei cedo, peguei uma revista e fiquei envolvida com a leitura.

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Li uma reportagem sobre a dificuldade da mulher quando chega à maturidade em lidar com essa fase, uma reportagem bem legal. Depois passei para outra matéria que falava sobre a relação sexual da mulher quando está na menopausa. Achei interessante aquela revista e fui ver o índice, pois não teria tempo de ler tudo, seria chamada para fazer meu cabelo.

O índice estava surpreendente, tratava de moda para a mulher depois dos 50, com modelos de roupas maravilhosos; a relação da mulher com os filhos casados e com os netos; Como viver depois da aposentadoria; dicas de como cuidar da pele; dieta da mulher madura; depoimento de mulheres sobre suas angústias nesse momento da vida.

Bem, não poderia ler tudo, então, folhei e vi propagandas super interessantes, sobre maquiagens, sobre cremes, vitaminas C para o rosto, cremes para pele super sensível nessa fase da vida da mulher, propaganda de bijuterias, cabelos, tinturas adequadas. Com essa revista entre minhas mãos, fui fechá-la e ver o seu nome e capa do mês para poder comprar e indicar para minhas leitoras.

Puft!!!!!!

Tudo virou uma nuvem de ilusão, e a recepcionista me chamou. Estava sonhando acordada com uma revista nada a ver nas mãos.

Decepcionada, senti que meu sonho está muito além da realidade, afinal, nós mulheres de meia idade não existimos para os anunciantes, para os produtores e para uma fatia enorme da população.

Quem enxerga a mulher de meia idade? Quem consegue lidar com essas “babyboomers” que revolucionaram uma época?

Nossa população está envelhecendo aceleradamente e ainda não nos enxergam como futuros consumidores em massa.

Que droga! Prefiro voltar para a calçada ensolarada e sonhar acordada que algum dia minhas netas possam ser “enxergadas” quando chegarem à meia idade.

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Assistam a entrevista que Mulheres e Visão fizeram comigo, com a pauta Maturescência-Evelhescência!

Espero que gostem, assistam e compartilhem.