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Homens

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RUTH MANUS

 Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.” Pois é.  Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens,  homens e velhos homens.O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro.  Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.Mas, escuta, alguém  lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.

http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/a-incrivel-geracao-de-mulheres-que-foi-criada-para-ser-tudo-o-que-um-homem-nao-quer/

 

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Não é um post dedicado aos homens, mas um post que diz muito para a mulher. afinal, a cueca faz a diferença.

Assim como a mulher se preocupa com suas roupas íntimas, os homens poderiam dar mais atenção para suas cuecas também, porque as mulheres notam quando seu companheiro está preocupado com sua roupa debaixo. É sinal que ele se preocupa em estar bem vestido e dá importância em fazer a diferença para sua parceira.

Como sei que muitas mulheres que compram as cuecas de seu “homem”, vou colocar aqui algumas dicas para vocês com designer, estampa e cor para vocês  escolherem.

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Vai dizer que a cueca não faz a diferença?

Os homens não estão sabendo jogar com seu charme de dentro da roupa. Mulheres, vamos mudar isso e fazer a diferença novamente.

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Cerca de 60% das mulheres afirmaram ter melhorado a relação com os filhos, mas somente 22% dos homens disseram o mesmo.

 

Homens e mulheres que pararam de trabalhar e vivem com os filhos afirmam que passam mais tempo com as crianças, segundo uma pesquisa publicada pelo The New York Times na semana passada, realizada em parceria com a CBS News e a Kaiser Family Foundation. Cerca de 60% das mulheres afirmaram ter melhorado a relação com os filhos, mas somente 22% dos homens disseram o mesmo.

Trabalhar é algo que está em declínio tanto no caso dos homens como das mulheres nos Estados Unidos. E muitas das razões são as mesmas: crescimento débil, concorrência estrangeira, mudanças tecnológicas. Mas como o Timesdestacou em vários artigos recentemente, existem também diferenças básicas nas experiências de homens e de mulheres que não estão trabalhando – diferenças que têm consequências de fato para se saber o que seria necessário para essas pessoas voltarem a trabalhar.

A pesquisa sugere que os homens são mais atormentados pelo orgulho. Estão menos dispostos a aceitar um trabalho com um salário mínimo ou iniciar uma carreira num novo campo de trabalho. Frank Walsh foi destacado num artigo pela sua não disposição a trabalhar por US$ 10 a hora, que é mais ou menos o salário por hora de sua mulher que trabalha como professora assistente. “Ela está mais disposta. É mais tolerante”.

Ao mesmo tempo, os homens também dão a impressão de que estão mais ansiosos para voltar a trabalhar.

Um número duas vezes maior de homens afirmou estar disposto a gastar uma hora de ida e uma hora de volta no transporte urbano, ao passo que 50% disseram estar dispostos a mudar para outra cidade. Similarmente, os homens se mostraram muito mais dispostos do que as mulheres a voltar a trabalhar ganhando 25% menos do que recebiam no emprego anterior.

Ao que parece a razão é que as mulheres – especialmente aquelas com filhos – dão mais valor à vida em casa. Mais do que os pais, elas citam as “responsabilidades com a família” como uma razão para não voltarem a trabalhar. O que significa que é necessário fazer mais para atrair as mulheres de volta ao mercado de trabalho.

“Com frequência o desafio é insuperável, em parte porque nos Estados Unidos há uma escassez de programas e medidas de natureza política de apoio às mulheres em sua carreira e na idade de ter filhos”, escreveram Claire Cain Miller e Liz Alderman no seu artigo no Times sobre a recente queda do emprego no campo das mulheres.

Os homens que não estão trabalhando citaram um declínio no seu bem-estar, com 43% afirmando que sua saúde mental piorou e 16% afirmando que ela melhorou; para 41% a saúde física piorou, tendo melhorado para 19%. Entre as mulheres praticamente não houve diferença na saúde física e apenas 29% disseram se sentir pior mentalmente, com 25% afirmando sentir-se melhor.

A diferença de gênero também ficou visível na maneira como essas pessoas desempregadas passam seus dias.

As mulheres mostraram-se mais propensas a se engajar em atividades como voluntariado, cuidados com a família e prática de exercícios. Quanto aos homens, eles estão mais dispostos a “atividades de lazer que não impliquem exercícios, como ler, assistir à TV e navegar na internet”.

Um estudo realizado em 2013 de dados sobre uso do tempo reunidos pelo governo federal chegou a uma conclusão similar. As pessoas que deixaram de trabalhar nos últimos anos devotavam 51% do tempo ao lazer, incluindo dormir, e 30% a trabalhos de casa e pequenas tarefas externas. Ainda de acordo com o estudo, as mulheres realizam mais trabalhos domésticos e dormem mais, ao passo que os homens assistem mais à TV.

http://vida-estilo.estadao.com.br/noticias/comportamento,diferencas-entre-homens-e-mulheres-que-estao-sem-trabalho,1640248

 

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Uns procuram a mulher da vida deles todos os dias. Outros esperam por ela, enquanto se divertem.

Nem só os gênios e profetas estão sujeitos a iluminações súbitas. Às vezes, gente normal como você e eu enxerga, repentinamente, a resposta a um problema com que vinha se debatendo há anos. Aconteceu comigo outro dia, numa mesa de bar. Em meio a uma conversa masculina cheia de ironias, sobre as vantagens e desvantagens de namorar, percebi que havia fundamentalmente duas maneiras de olhar para os relacionamentos. Em cada uma delas, havia um tipo essencial de homem: os que esperam e os que procuram.

Homens que gostam de namorar estão no mundo ativamente em busca da mulher da vida deles. Qualquer uma que atravesse seu caminho é candidata ao posto. Cada relacionamento que estabelecem é parte dessa busca. Eles não têm problema em criar laços ou manter relações. É isso é o que sabem fazer. Sua missão existencial é viver os relacionamentos de forma íntima e duradoura, como se fosse, cada um, um casamento. Dessa maneira são felizes. Vivem um afeto após o outro como se fosse único, em busca do grande amor. São românticos.

O outro tipo de homem não procura. Ele espera. Acredita que um dia aparecerá uma mulher que mereça mudar a sua vida. Enquanto isso não acontece, não tem nenhuma pressa. Diverte-se, descobre, seduz e se deixa seduzir. Impõe limites claros, embora subjetivos, à duração e intensidade dos relacionamentos. Com ele, as coisas não viram casamento sem querer. Nem namoros, na verdade. Ele gosta demais de mulher para se entregar facilmente a qualquer uma. É um romântico à espera da criatura irrecusável.

Não sei o que leva cada tipo de homem a ser como é. Minha teoria – infundada cientificamente – é que tem algo a ver com a importância relativa da mãe e do pai na vida de cada um. Homens com pais presentes, de personalidade forte, tendem a lidar com as mulheres de forma mais tranquila e menos urgente. São os que esperam. Homens que cresceram sob forte influência feminina parecem ter pressa em criar laços e estabelecer relações estáveis com as mulheres. São os que procuram. Por que as coisas são assim, e não ao contrário, é explicação que cabe aos psicanalistas.

Na vida real, nem sempre a tipologia sentimental é clara. Às vezes, um homem que espera estará procurando, enquanto um homem que naturalmente procura estará desinteressado de relacionamentos. São momentos que não alteram a trajetória essencial de cada um. Ao longo da vida, um homem que procura tenderá a ter menos mulheres e um número maior de relacionamentos estáveis – enquanto o homem que espera terá mais mulheres e um número menor de namoradas ou casamentos, independentemente de ser feio ou bonito, de ter uma conversa melhor ou pior. É a natureza dele que se impõe ao mundo.

Talvez seja útil para as mulheres observar os homens em quem estão interessadas sob a ótica dos dois tipos. Pode ajudar a entender a atenção ou desatenção que recebe.

Se um cara do tipo que que procura dá sinais precoces de estar interessado num relacionamento, isso não significa necessariamente que esteja apaixonado. É apenas o jeito dele de lidar com o sexo oposto. Estabilidade e confiança é o que ele tem a oferecer. Da mesma forma, o assédio sufocante de um homem do tipo que espera não quer dizer que ele deseje um relacionamento. Ele mostra interesse, mas isso não significa atenção no dia seguinte ou na próxima semana. Ao conhecer esses tipos, as mulheres podem escolher do que gostam, de acordo com suas próprias inclinações. É provável que, por baixo das convenções sociais, também as mulheres se dividam em tipos emocionais distintos quando se trata de relacionamentos. Algumas são aventureiras e desapegadas, outras são namoradeiras e casadoiras. Todas, como os homens, românticas à procura de um final feliz para si mesmas.

Homens e mulheres de todos os tipos talvez devessem considerar que o grande amor dos românticos não nasce em árvores. Nem cai como maçã nas nossas cabeças. A mulher ou o homem da sua vida não é uma fatalidade cósmica. É resultado de uma escolha. Num dado momento, a gente decide, no silêncio do nosso coração e da nossa mente, que é chegado o momento de amar e de se vincular. Quando nos permitimos isso, a pessoa aparece – para tipos que esperam, para tipos que procuram, para aventureiras e casadoiras. A escolha, no fundo, é sempre nossa. E isso é mais romântico do que parece.

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2014/12/bdois-tiposb-de-homem.html

 

Adorei saber como pensam os homens em relação aos relacionamentos.

Na altura de minha vida de casada, eu cheguei a conclusão que os homens são uns inseguros, moleques e infantis sempre.

Eles até podem prover uma família, mas na área emocional, são birrentos, crianças imaturas e egoístas, no sentido de se acharem a “última bolacha do pacote”.

Deve ser por isso que as mulheres estão nesse início de século demonstrando o seu poder em todas as áreas.

 

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Nenhum homem e nenhuma mulher podem ser todas as coisas um para o outro.

O amor de amantes pode ser vermelho, e a amizade rosada, essa cor rosada nos salva da monotonia. A amizade pode contribuir – muitas vezes de modo crucial – com aquilo que falta ao amor dos amantes.

Embora os homens, como as mulheres, falem sobre a importância especial dos amigos do mesmo sexo, as amizades entre homens são diferentes das amizades entre as mulheres.

Considerando o que já sabemos sobre a maior facilidade das mulheres para relacionamentos, não é surpresa verificar que os estudos demonstrem menos sinceridade e intimidade nas amizades entre homens.

Um homem disse que certas coisas não conta para os amigos, porque sempre fomos muito competitivos, assim, não falo muito do meu trabalho, certamente também não falo com meus amigos sobre meus sentimentos de insegurança, e jamais falo sobre meus problemas sexuais com minha mulher, nada sobre meu casamento ou vida sexual. Fora isso, conto tudo…..

Já uma mulher ama suas amigas, compartilha qualquer coisa de sua vida com as amigas e jamais julgam ou condenam, pois não existe limite às confidências. A sinceridade é a qualidade total entre as mulheres. Porém muitas dizem que nunca conseguiriam falar sobre seus sentimentos com um homem.

Bem, o que escrevi foi o que li em um de tantos livros que manuseio, e não consigo me encaixar plenamente em nenhum dos dois depoimentos.

Sempre tive amigos homens, sempre falei dos meus problemas e sentimentos e nunca encarei como “Um homem” e sim como um amigo.

Eu tive um amigo que eu chamava de “amigo da Luz”, mas com o passar do tempo e interferência “do ao redor”, nos distanciamos e vi que foi uma amizade momentânea, sabe aquelas amizades de momentos e fases da vida? Pois essa foi assim e eu fiquei muito triste com isso, mas agora com o passar do tempo já esqueci e guardei esse amigo no lado esquerdo do peito.

Mas que amizades são maravilhosas, isso são!

É maravilhoso ter amigos e amigas no transcorrer de nossa caminhada.

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Depois de muitos anos nossa sociedade no mês de Outubro, faz eventos para o Movimento do Câncer de MAMA, e que chamamos de “Outubro Rosa”.

Pois no ano de 2014 alguns estados sairão às rua para a campanha do “Novembro Azul” que vai se tratar do Câncer de PRÓSTATA.

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Vamos de vez começar a campanha para prevenção do câncer de próstata, pois o homem tem muito tabu em falar disso, tem vergonha, não contam um para o outro, fazem piadas “chulas” e o resultado, são cada vez mais mortes acontecendo em nossos homens, quando eles por não cuidar, acabam perdendo a ereção.

Vamos nós mulheres tocar essa companha e levar nossos homens junto, pois nós, nos submetemos a tantas “posições” com nosso corpo e vivemos mais, procuramos ajuda e não deixamos de ser nós. nunca vi uma mulher fazer chacota de outra por ter que fazer exame de papanicolau e nem por estar numa posição nada agradável na mesa de parto.

Logo…

Novembro Azul!!!!!!

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Geralmente nossa sociedade só fala na menopausa que é inerente a Mulher, mas fala pouquíssimo da Andropausa que é inerente ao Homem.

Hoje colocarei alguns conceitos que pesquisei para começar e depois com o tempo irei fazer mais posts sobre esse assunto, tão importante dentro de um relacionamento e que na maioria das vezes nem o Homem e nem a Mulher sabem como lidar.

No homem, a chegada do envelhecimento físico pode vir junto com a falta desejo sexual, esta última muito ligada ao fator psicológico e, em alguns casos, à diminuição da produção de testosterona, o hormônio sexual masculino. Essa fase pode ser chamada deAndropausa.

Andropausa não é igual para todos os homens, mas todos experimentam alguma diferença no modo de sentir a vida a medida em que a velhice vai chegando. Embora a idade seja a causa da Andropausa, os homens mais emotivos, menos autoconfiantes e seguros de si estão mais predispostos aos efeitos da apatia.

No corpo observamos alterações importantes como:

Aumento da gordura abdominal;
queda do cabelo e dos pêlos do corpo;
diminuição da força e atrofia muscular;
fadiga crônica;
anemia;
ressecamento da pele;
dores musculares;
rarefação óssea (osteoporose);
dores articulares;
insônia;
aumento do colesterol ;
aumento do risco de doenças cardio-vasculares.

Na parte sexual temos:

Diminuição do desejo sexual (libido);
diminuição da sensibilidade do pênis;
diminuição da intensidade da ejaculação;
diminuição do prazer do orgasmo;
diminuição da qualidade das ereções;
diminuição das ereções noturnas;
possível diminuição do tamanho do pênis;
diminuição do volume de esperma ejaculado ;
maior demora do tempo entre as relações.

Na parte psicológica ocorre:

Piora do humor;
irritabilidade;
depressão e ansiedade;
sono logo após o jantar;
esquecimentos freqüentes;
lentidão do raciocínio ;
apatia.

 

 

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Bem…..

Como começar esse texto com esse título –  Uma Mulher de Programa,  já soa como uma afronta para o universo feminino e uma curiosidade para o universo masculino.

Uma pessoa próxima, conversando, começou a relatar o que o marido tinha proposto para ela – sair com uma mulher de programa esporadicamente.

Todas nós paramos e olhamos para ela ! a princípio atônitas e depois curiosas.

Aí, ela contou que devido aos anos de casados, a relação já um pouco desgastada e monótona, com sexo duas vezes ao mês, o marido sugeriu à ela que poderia arrumar uma mulher de programa de vez enquanto. Pois assim ele se aliviaria sexualmente e não ficaria irritado com ela por não fazerem sexo com mais frequência. Ele se cuidaria, usaria camisinha, não iria transar sempre com a mesma mulher e assim ela – a esposa-, não precisaria se preocupar, pois não seria traição, seria só prazer, afinal, o homem ,precisava disso mais que a mulher.

E tinha mais! o melhor de tudo, segundo ele, a família ficaria preservada e seguiria tudo bem.

Ninguém falava, só olhávamos para ela!

Ela continuou, dizendo que “de onde ele tinha tirado isso?”

Surpresa!

Em uma reunião de homens que acontece semanalmente. Um médico deu uma pequena palestra antes do almoço e disse para todos eles que isso seria um ato benéfico para a saúde do homem aposentado, quer dizer, mais velho.

Nossa amiga em questão, apesar de surpreendida com a proposta, disse que iria pensar no assunto.

A essa altura já estávamos com comichão para saber o que ela tinha pensado e respondido.

Ela calmamente nos disse que topou a oferta do marido, pois assim ele ficaria mais satisfeito sexualmente, pois ela sabia que o homem precisa de mais sexo que a mulher, mas que não gostaria de saber que dia ele iria, onde iria e que ele não esquecesse de se proteger sempre, pois na empolgação isso acarretaria muitos transtornos para a preservação da família.

Se ouvia o bater das asas de uma mosca no recinto.

Ela levantou,  disse que não poderia mais permanecer ali naquele momento e saiu abatida e com um olhar de alívio e de derrota.

Não preciso dizer que o alvoroço tomou conta do ambiente, com cada uma dando sua opinião sobre esse assunto um tanto complexo e camuflado dentro das famílias.

Esse relato é verídico, mulheres!!!!

“A pessoa me autorizou escrever sobre, mas evitando dar nomes.”

Mas eu juro por Deus, que adoraria conhecer esse médico e castrá-lo!

 

 

 

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Esse texto li no facebook e achei muito interessante, compartilho aqui para vocês, pois como dizia Anne-Marie Slaugther, nossa cultura TEM que mudar para que a família se torne mais saudável.

Os homens precisam se dar conta que uma casa não especificamente da mulher, e sim dos dois., tarefas, criação dos filhos.

Leia a reportagem abaixo:

Embora à frente de duas indústrias totalmente diferentes, as presidentes da Johnson&Johnson Consumo Brasil, Maria Eduarda Kertész, a Duda, e da TAM Linhas Aéreas, Claudia Sender, não poderiam estar mais afinadas no pensamento sobre liderança feminina. Durante a palestra A Mulher, o Tempo e as Escolhas, que apresentaram esta manhã no evento CONARH, com a mediação da jornalista Paula Mageste, diretora de redação da revista CLAUDIA , as duas abordaram com propriedade e franqueza questões delicadas relativas ao peso (ou à pretendida leveza) do cargo e dos atributos femininos que, mesmo sem querer, marcam sua forma de agir e pensar no comando.

A respeito do impacto que assumir a presidência de grandes empresas pode ter, ambas contam que tiveram que aprender que não tinham todas as respostas. “Ao ser promovida e, de uma hora para outra me tornar chefe dos meus pares, achei que tinha a obrigação de saber mais do que eles”, disse Claudia. A humildade de reconhecer que isso não é verdade, é segundo ambas, uma vantagem do jeito feminino de liderar. “As mulheres não tem medo de ter uma postura humilde, de não ter todas as respostas “, afirmou. “Eu vim da área de marketing”, contou Duda, “ e achava que na indústria de consumo, nada era mais importante. Eu estava errada: não sabia nada de vendas, tão vital quanto marketing . Tive que reconhecer e pedir ajuda para aprender”.

Ao falar sobre a gestão do tempo e como isso impacta as duplas jornadas femininas, Duda,  mãe de dois filhos, diz que a conciliação só é possível porque conta com uma rede de ajuda, que vai da mãe “que importa da Bahia sempre que precisa” aos empregados domésticos. Mas fez questão de ressaltar que uma das suas funcionárias, a Maria Raimunda, que está na sua casa há quase 20 anos, também é mãe e não tem essa ajuda. “Ela não tem a mesma rede e para me ajudar a ter uma carreira, conta apenas com o auxílio de vizinhos e amigas. O estado e a sociedade não as ajudam como deveriam, e não podemos deixar de pensar nisso”.

Claudia Sender também abordou o acúmulo de papéis e destacou a necessidade urgente de mudança da mentalidade masculina. “É prioridade que os homens deixem de achar que devem ser os únicos provedores e, ao deixar de acreditar que esse é seu único papel, comecem a desempenhar melhor o de pais e maridos”. Sobre ajudar o avanço feminino nas carreiras e nas posições de liderança, ambas mencionam a necessidade de flexibilidade e ações afirmativas que, sem desrespeitar a meritocracia , possam diminuir a diferença entre o número de homens e mulheres no comando. Duda afirmou que, embora antes não pensasse assim, hoje acredita que a política de cotas é uma alternativa desejável: “Não sei se como estratégia permanente, mas hoje acredito que é importante, para forçar a mudança”. Claudia Sender alertou também para o perigo do auto-boicote, que muitas vezes prejudica mulheres que querem ser mães e desistem de uma posição maior antes de experimentar a conciliação dos papéis. “É importante vencer a culpa, superar a cobrança da sociedade e não desistir!

O que os homens falam é algo que as mulheres sempre querem saber, pois elas imaginam que seja somente de carros, mulheres e futebol.

Quando li o livro de Walter Riso – “O que toda mulher deve saber sobre os homens”, percebi que os homens não são tão fortes assim, como a nossa sociedade gosta de mostrar. Depois li o livro de Ivan Martins – “Alguém Especial”, tive certeza que os homens são tão frágeis como nós, mas como a sociedade impõe que eles sejam fortes, eles sofrem e se mantém fortes por fora e destruídos por dentro.

Fechei com chave de ouro hoje a tarde quando assisti o filme ” O que os Homens Falam” .

Para começar todo o enredo, fui no cinema às 14h, horário que nunca vou. Chegando lá, pedi na bonbonnière um chá e prontamente a atendente me serviu em uma xícara de porcelana e disse que não tinha problema eu levar para dentro da sala de projeção, pois o chá que pedi não seria nada elegante ser servido em um copo de isopor.

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Já, nesse momento, ganhei o prazer de ver o filme.

O filme começa com um homem-gato- siando do terapeuta e chorando, mostrando sua fragilidade que foi tratada dentro de quatro paredes com alguém que fez ele ver algo que ele não estava conseguindo ver.

Ao chegar do lado de fora, encontrou um amigo de longa data, derrotado, e se achando “o certo”, mas um trapo de pessoa em que nada dava certo, nem emocional e nem profissionalmente. O verdadeiro machão sabe tudo, ma todo errado e com um sapato furado, como tudo dentro da cabeça dele.

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Depois veio o homem fraco que traiu a mulher e perdeu ela, a casa , o filho e  a amante, e por conseguinte, toda a possibilidade de ter uma família, pelo esnobismo de se achar o tal. Resumindo, a mulher refez a vida com outro homem e quando ele se “achegou” todo lânguido para querer voltar, recebeu um simples não.

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E veio o homem abatido que sentado em um banco de praça, olhava insistentemente para um prédio.

Veio um outro homem passeando com o cachorro, bem apessoado e perguntou o que ele estava fazendo ali desolado?

Ele desfiou o rosário que a mulher o estava traindo, e que como ela era muito ingênua, ele a perdoava ( se achando o Deus). O outro disse porque ele não esclarecia tudo com a esposa e ele firmava que não, pois a culpa era do “outro” que ele não conhecia, mas que estava fazendo muito mal à ele. Resumindo, o outro desconfiou e o “traído” ao ligar para o amante da mulher, descobriu que ele estava em seu lado, no bando da praça. Para surpresa de outro, ele quis saber o que a sua mulher falava dele. e o amante, discorreu que ela via ele como um egoísta, um autoritário, um invejoso pela vida que ela levava e que nunca demonstrou amor por ela. Isso é bem inerente aos que se acham.

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E temos, ainda o metido a garanhão, aquele que tem mulher, filhos, mas que quer transar por transar, sem ao menos se preocupar com o casamento ou com aquela que divide a vida com ele.

Dá em cima de uma colega de trabalho, mas ela arrebenta, mandando ele subir para um local ermo na empresa para poderem se manipular, pois ele não tinha uma camisinha. Passou o tempo ele vi que levou o “bolo” e ela encontra ele no elevador com as outras colegas que já estavam sabendo de tudo e diz para ele levar a mulher para transar em um hotel, levar para tomar uns drinks assim como ele tinha oferecido para ela.

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E agora, quase no final do que os homens fazem e pensam, podemos ver , que vai haver um encontro na casa de um amigo, onde quase todos eles se encontram, e no caminho uma das mulheres oferece carona para um dos amigos e ao conversarem , as confidencias vão acontecendo, e a mulher do carro confidencia para o amigo que o marido é ciumento, quebra tudo de brabo, mas não demonstra para ninguém do grupo, que eles têm um livro de auto- ajuda, que os fazem levar a vida adiante, o amigo fica apavorado, tentando entende como ela fica com ele, mas ao mesmo instante perto dali, o outro casal que formam o par do casal que está conversando, também estão confidenciando os erros, defeitos dos parceiros que estão no carro.

A mulher confidencia que o marido tem disfunção erétil e que não transa com ela, já faz um tempão, mas se mostra como um garanhão para os amigos.

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Enfim, todos se encontram e ao saberem coisas um dos outros, porque as mulheres estão juntas, eles dizem:

Putz, Ferro!

 

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