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Dicas

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Vazamento na cozinha ou no banheiro? Ar-condicionado que não funciona ?

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Pode se tratar de um problema comum, mas nem sempre é tarefa simples achar um profissional nesta época e, ainda mais difícil, é saber se o trabalho é de confiança ou não.

Por isso a startup gaúcha Triider desenvolveu um aplicativo para unir quem precisa contratar serviços aos melhores profissionais de Porto Alegre e Canoas.

No App, que já conta com mais de 14 mil usuários cadastrados, é possível comparar preços, analisar referências e contratar o serviço que precisa a qualquer momento do dia. É só baixar o App, fazer um cadastro, escolher a categoria do serviço e informar os detalhes do trabalho para começar a receber os orçamentos. Normalmente, em poucos minutos as propostas começam a chegar. A partir desta etapa é só escolher o melhor profissional e o preço que mais cabe no bolso.

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O pagamento das transações é realizado com o cartão de crédito no próprio aplicativo, e pode ser parcelado em até seis vezes sem juros. Periodicamente são disponibilizadas promoções especiais no App.

“Todos os prestadores cadastrados no aplicativo passam por uma criteriosa avaliação de referências e antecedentes, antes de entrarem para a plataforma”.

Além de todo o cuidado no cadastramento dos prestadores de serviços, o Triider ainda oferece garantia de qualidade. Caso o profissional não cumpra alguma exigência, a empresa manda outro sem custo para refazer o trabalho. O aplicativo é gratuito e é compatível com Android (http://bit.ly/App_Triider) e iOS (http://bit.ly/Triider_App).

Fundada em 2016 pelo empresário Juliano Murlick e os seu três sócios Tiago Murlick, Aline Murlick e Paulo Gil, a startup Triider foi destaque do StartupRS Digital do SEBRAE, faz parte do programa de startups Activate da Amazon Web Services, foi selecionada no Pitch no Carro (ação promovida pelo Cabify, StartSe e SEBRAE/ RS) e, recentemente, ganhou o prêmio de startup popular da Amcham Arena. Disponível para a região de Porto Alegre e Canoas, a expectativa é que até o final do primeiro semestre de 2018 o app seja disponibilizado em Curitiba e São Paulo. Atualmente a plataforma tem cadastrados mais de 14 mil clientes e participou da contratação de cerca de 3,5 mil serviços.

Profissionais cadastrados: 120

Categorias de serviços: 30

Clientes cadastrados: Mais de 14 mil

Negócios fechados: 3.500 serviços

Média de avaliação dos profissionais: 4.8

Startup Triider Site: http://bit.ly/2BH4W4x

Facebook: http://bit.ly/2nQZFVo

 

*Até dia 31 de março, por exemplo, basta usar o código VEMVERAO para ganhar R$25,00 de desconto para fazer a manutenção do ar-condicionado ou piscina e dar aquela arrumada no jardim.

 

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As jornalistas Annabel Rivkin e Emilie McMeekan desenvolveram uma nova plataforma digital voltada a “tribo esquecida” das mulheres maduras com idades entre 35 e 55 anos, denominadas de “Midults”. Os millennials, a geração de consumidores nascida entre 1980 até meados dos anos 90, são super paparicados pelas empresas e pela mídia mas eles não têm o poder de compra dos seus colegas mais velhos da geração Midult. As mulheres de 35 a 55 anos de idade são um dos grupos de consumidoras mais poderosas, e segundo a equipe do The Midult, essas mulheres representam de 70 a 80% dos gastos dos consumidores em todo o mundo .

Segundo as jornalistas: “Estas mulheres são bem-sucedidas, digitalmente alfabetizadas, obcecadas com o Instagram e têm muito rendimento disponível. Fundamentalmente, as suas motivações e desejos são mal compreendidos ou completamente ignorados por muitas das suas marcas favoritas.”  Emilie McMeekan acrescenta que “desde os serviços financeiros às viagens – para não mencionar automóveis e cuidados de saúde – são as midults quem detém o poder de tomada de decisão sobre muitos indivíduos das gerações de boomers, millenials e adolescentes”.

Mas quem é este novo grupo demográfico e o que é necessário saber sobre ele? Eis os quatro eixos principais da introdução às midults.

1- Proporcionalmente, há mais midults do que millennials online todos os dias, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística americano. 84% das mulheres adultas situadas entre os 35 e os 44 anos e 76% das situados entre 45 e os 54 são utilizadoras diárias de Internet, principalmente no telemóvel.

2- Enquanto isso, 82% dos millennials navegam diariamente.

3- Estão tão predispostas como os millennials a partilhar conteúdo criado por marcas e editores nas redes sociais. Além disso, 72% usam a Internet principalmente pelas redes sociais.

4- São um atalho para os boomers e para a geração Z. Porquê? Porque 47% destes elementos são financeiramente responsáveis quer seja por um pai (boomers), quer seja por uma criança (Z’s), de acordo com o Pew Research Center. E uma em cada sete destas mulheres é financeiramente responsável por ambos.

5- São movidas por pesquisas. Precisam de provas (nos motores de busca ou em fóruns de discussão onde os seus pares intervêm) antes de adquirirem um produto.

Fonte: WGSN

Minhas Vinícolas Gaúchas, são seis.

Eu levo ao conhecimento das Mulheres, o sabor, o aroma dos espumantes e vinhos dessas 6 vinícolas Gaúchas que estou representando.

Meu objetivo é que mais vinícolas entrem para esse rol, e assim , consigo mostrar para as mulheres outras opções de rótulos.

Nos pequenos eventos que faço, sirvo um espumante ou vinho, nos eventos médios, a vinícola interessada se faz presente com seu produto.

Nos eventos maiores, sempre convido todas as vinícolas, e quem quiser participar, envia seus rótulos e colocamos todos ao alcance das mulheres, para elas conseguirem identificar o espumante ou vinho que lhe agradou.

Porque cada uma sente o sabor diferente, depende seu estado de espírito, seu momento, suas papilas gustativas, enfim, cada mulher consegue sentir por incrível que pareça um sabor diferente em um mesmo produto.

Então, estão aqui abaixo as Vinícolas que levo as nossas Mulheres Gaúchas.

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Hoje vou falar sobre os acessórios.

Muda o visual com acessórios, esse momento,a roupa e o acessório que você colocar, pode levantar ou baixar sua auto estima.

Se você colocar um colar grande para certas ocasiões, estará dando um “up” na roupa, pode ser ela mais simples, mas o simples fato do acessório, aqui no caso, o colar, diretamente as pessoas olharam para ele e o conjunto está pronto. Só não esqueça, que se for usar um colar grande, farto, não coloque um brinco grande também, procure usar um bem discreto, isso tudo é para não “brigar” com o conjunto da roupa.

Vamos a alguns exemplos:

 

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Um colar grande de resina, com uma roupa preta, o efeito muda completamente. Nesse caso a modelo está em um desfile, onde tem que mostrar os acessórios de determinada grife, então, você se fixa somente no colar.

 

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Um outro modelo de colar, em resina, para não pesar tanto no pescoço, dá um efeito “avassalador”, porque o destaque das pedras, encantam os olhos e deixam o visual completo. nesse caso, pode-se usar com o cabelo preso ou solto. Sem brinco, ou um bem pequeno. Decote tomara que caia ou uma gola rolê.Pode ser usado com uma camisa também, porém, a gola poderá ficar um pouco “disforme” devido ao peso do colar.

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Um acessório para lá de sensual, o Leque! Se você souber usar com charme, esse acessório vai chamar mais atenção que um colar ou uma bolsa. Tente! Garanto que vale a pena.

 

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Uma echarpe bem colocada e arrumada, dá um tom de elegância e aparência decidida. Um complemento essencial para quem mora em lugares de clima frio. Existem várias cores, logo, é muito fácil usar um lenço ou echarpe no pescoço.

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Luvas! Outro acessório que muda completamente o seu visual. Um casaco de cor lisa, com uma luva colorida e um lenço da cor da luva ou uma flor na lapela do casaco da cor da luva, é elegância pura!

 

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Usar um chapéu também muda seu visual e mostra o seu estilo.

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Uma bolsa ou uma carteira bonita, também deixa seu visual elegante, porém, cuidado, não extrapole muito no tamanho para a ocasião.

Agora vou colocar algumas fotos com acessórios para você se identificar ou para servir de exemplo para uma próxima saída.

Algo importante – “Não adianta nada você estar bem vestida, com acessórios lindos e não saber se comportar na vida do dia a dia. Falar dizendo muito palavrão, falar bem alto para que todos a escutem, ser mau educada com os outros e com os prestadores de serviço. Isso também é “um acessório” indispensável no seu visual”. Cuidado!!!!

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Teríamos muito mais, mas aos poucos iremos colocando aqui, lógico, se vocês gostarem!

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Lúcia Guimarães

 

Hora do rush, na estação de trens Grand Central. A cena há de ter inspirado uma das citações literárias mais conhecidas sobre Nova York – “A cidade que é devorada por gafanhotos a cada dia e cuspida a cada noite.” (E.B.White em Aqui Está Nova York). Gafanhotos que vêm a Manhattan trabalhar e turistas evitam se esbarrar com a destreza de bailarinos. A arte de se manter contido no pouco espaço disponível agora exige mais agilidade porque boa parte dos que caminham rápido está de olhos grudados numa tela.

Suponho que o smartphone enriquece ortopedistas. Sou prova disso – uma clínica de raio X e o doutor Gilbert já me aliviaram de centenas de dólares, depois que um e-mail aberto em movimento me colocou em rota de colisão com uma laje de concreto. Numa tarde recente, observei o estranho balé de passos apressados e o apêndice onipresente de fios brancos pendendo das orelhas.

Confesso que tive uma surpresa à colher, no enorme saguão da Grand Central, amostras de opinião sobre o apego a gadgets e o número de horas passadas checando e-mails, mensagens e redes sociais. Embora quase todos com quem conversei tenham admitido excessos e alguns se referissem ao smartphone como uma droga, encontrei um sentimento comum entre estudantes e profissionais, pré-adolescentes, jovens adultos e adultos de meia-idade. Todos se diziam vitimados por um mal-estar da civilização digital. Um designer de software disse que teme a ira da mulher se desligar o celular. Uma jovem se confessou mentalmente esgotada. Outros reivindicaram pagamento de hora extra se seus chefes insistem em mandar mensagem e telefonar fora do expediente – isto começa a ser realidade na Alemanha. Mesmo na fase da vida mais subjugada pela convivência em grupo, adolescentes me disseram, suspirando nostálgicas, que aceitariam de bom grado umas férias offline em companhia de boas amigas.

A mídia hoje é voltada para a síndrome conhecida pelas iniciais Fomo – Fear of Missing Out –, o medo de estar perdendo o bonde dos acontecimentos. A expressão foi cunhada há 15 anos num paper por, quem mais?, um estrategista de marketing. A literatura psicopop registra que 70% dos adultos em economias desenvolvidas sofrem angústia por temer passar ao largo de algo relevante. Um problema com esses diagnósticos é que o conceito de relevância foi virado ao avesso na era digital. Hoje, a bunda de Kim Kardashian num selfie quebra a internet. Já o fato de Kim Jong Un ter passado a semana escalando a tensão da Coreia do Norte nuclear com o Sul não emociona nem meu porteiro albanês, cujo pai penou num campo de concentração comunista. Vivemos numa neblina de Kims.

Há algo de melancólico em adolescentes sonhando em se desligar do mundo que mal começam a conhecer. Um terapeuta que não manda e-mail nem frequenta redes sociais oferece alguma luz para os afligidos por Fomo. Adam Phillips é um psicanalista galês que atende pacientes em Londres. Seu décimo sétimo livro é O Que Você É e O Que Você Quer Ser e foi publicado no Brasil. É uma poética coleção de ensaios sobre a vida não vivida, o temor de ter feito escolhas erradas, de ter deixado o tempo passar. Phillips defende a vida imaginada como parte integral da nossa experiência. “Devemos sempre viver a vida dupla”, diz ele, “a que desejamos e a que praticamos.”

O que nos distingue de gafanhotos é a cultura do trabalho, que nos faz sentir especiais, lembra o psicanalista. Eu acrescentaria que a cultura do estímulo constante pelo entretenimento só contribui para o mal-estar, por impor um fardo maior sobre o que significa pertencer ao mundo, o que é ser especial. A frustração não é nossa inimiga, ensina Adam Phillips, mas uma aliada, um estágio do desejo. Os gafanhotos humanos da Grand Central não perdem nada se levantarem os olhos da tela para o teto do mais belo espaço interno público da cidade.

 

http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,vidas-duplas,1749295

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Bem, hoje vou apresentar para vocês a gastronomia em doces da querida Carolina Carrion Mendes Ribeiro – À La Carol!

Fui em uma festa onde estava uma mesa de doces montada com o maior esmero e uma jovem toda paramentada ao lado, e como uma boa geminiana, sou curiosa,e adoro cores, luz e coisas lindas. Fui me chegando e conheci a linda moça – a Carol – que sorridente me explicou o que eram aqueles sabores de dar água na boca e exitar o cérebro.

Conversamos e vi no brilho dos olhos dela, que o prazer dela é fazer doces e doces especiais, lindos, saborosos e muito atrativos as papilas gustativas de qualquer cristão!

Não preciso dizer para vocês que provei cada um, e sai dali com a sensação de prazer, e lógico, algumas gramas a mais, mas valeu a pena.

A partir de hoje vou colocar sugestões de doces feitos pela Carol na página do Conversando com Miréia (www.facebook.com/conversandocommireia)

Bem, vamos aos fatos reais, e contar um pouco mais dessa linda moça.

A doceria À La Carol foi fundada no dia 12 de novembro de 2008 e de lá para cá Carol tem feito vários cursos para se aprimorar, e em Paris ela estudou na Escola Le Cordon Bleu.  www.lecordonbleuparis.com e veio com uma bagagem recheada de doçura para nós gaúchos.

Vocês podem acessar o site da Carol, onde se faz os pedidos online ( www.alacarol.com) ou

ligar pelo fone: 8118.1709

Em um aniversário, ou um jantar, um casamento os doces da À La Carol vão fazer o maior sucesso, eu garanto queridas leitoras.

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O local onde ficaram as lembrancinhas que o evento ofereceu para os convidados.

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Olhem esses doces?! Delírio total…

 

No site da À La Carol, tem descritos do que é feito cada doce e seu valor em unidade e em conjunto.

carolcmr@terra.com.br

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Depois de muitos anos nossa sociedade no mês de Outubro, faz eventos para o Movimento do Câncer de MAMA, e que chamamos de “Outubro Rosa”.

Pois no ano de 2014 alguns estados sairão às rua para a campanha do “Novembro Azul” que vai se tratar do Câncer de PRÓSTATA.

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Vamos de vez começar a campanha para prevenção do câncer de próstata, pois o homem tem muito tabu em falar disso, tem vergonha, não contam um para o outro, fazem piadas “chulas” e o resultado, são cada vez mais mortes acontecendo em nossos homens, quando eles por não cuidar, acabam perdendo a ereção.

Vamos nós mulheres tocar essa companha e levar nossos homens junto, pois nós, nos submetemos a tantas “posições” com nosso corpo e vivemos mais, procuramos ajuda e não deixamos de ser nós. nunca vi uma mulher fazer chacota de outra por ter que fazer exame de papanicolau e nem por estar numa posição nada agradável na mesa de parto.

Logo…

Novembro Azul!!!!!!

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Texto escrito por Ruth Manus

 http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/mulheres-fantasticas-tambem-tomam-pe-na-bunda/

E por alguns instantes elas têm a ideia estapafúrdia de que são um lixo!

Há meses ando acompanhando um fenômeno estranho, no qual semanalmente tenho uma nova amiga solteira. Mas não é qualquer tipo de solteirice, é aquela imposta e sofrida, mais conhecida como pé na bunda.

O mais estranho é que todas elas têm um mesmo perfil: especialmente bonitas, especialmente inteligentes, especialmente bem sucedidas, especialmente bem vestidas e especialmente bem resolvidas.
É uma espécie de epidemia, parece que ninguém está segura.

E é um fenômeno generalizado. Quem não tem uma amiga fantástica que não tenha passado por isso recentemente?

As supostas justificativas são as mais diversas:

– você trabalha demais;

– você é incrível demais;

– você é exigente demais;

– você é controladora demais;

– você é expansiva demais;

– você é doce demais;

– você estuda demais.


Enfim, são inegavelmente mulheres que são demais para esses caras.

E toda semana tenho visto alguém em mar aberto. Sem rumo, sem chão, chorando um oceano. Apavorada por achar que nunca mais vai encontrar alguém “tão legal quanto ele”. Com medo de morrer sozinha com 7 gatos. Com medo de ter que fazer um tinder ou de ir pra balada e ter que ficar com um cara que usa jeans rasgado e corrente de prata.

Fico olhando para essas mulheres. Seus cabelos impecáveis, seus currículos invejáveis, seus empregos imponentes, mas se achando as últimas das criaturas.
Já desisti de tentar entender tudo isso. Dizem que é difícil entender as mulheres, mas tentar entender esses caras me parece ainda mais desafiador.

É claro que sempre podemos melhorar algo no nosso comportamento para os próximos relacionamentos. Não estou dizendo que somos perfeitas, que não devemos repensar atitudes ou que estamos acima do bem e do mal.

Mas sério, meninas, não se culpem!


Não se perguntem se a culpa do término é daquela celulite que sempre aparece na sua coxa esquerda quando você cruza a perna. Nem se é daquele pijama de bolinha que você usa no inverno. Nem dos 3 quilos que você não perdeu. Nem dos livros que você leu enquanto ele roncava. Nem do fato de você babar quando dorme. Nem daquele fim de semana que não deu tempo de depilar a perna.

Nem nada! Nem dos seus erros, nem dos seus defeitos, nem das suas crises!

A culpa não é sua. E talvez nem dele. Acabou, acabou.

Talvez ele peça para voltar, talvez não. Talvez ele implore, talvez você não queira. Talvez você fraqueje, talvez siga como a rainha do gelo. Talvez ele apareça com uma mulher com 3 metros de perna e peitos na altura do queixo. Talvez ele vire gay. Talvez ele se apaixone pela mulher mais feia do bairro, mas que é gente fina pra caramba. Talvez apareça na sua porta com um diamante do tamanho de uma lichia e vocês sejam mais felizes que William e Kate. Sei lá. O fato é que, sabe lá Deus porque, atualmente ele não quer mais ficar com essa mulher incrível que você é.

E a culpa não é sua mesmo. Ele tem as razões dele. E ele simplesmente tinha duas escolhas: ficar com você ou não, com todas suas qualidades e defeitos. E ele escolheu o “ou não”. Simples assim. Não o odeie. Mas principalmente: não se odeie.

Keep walking, gatinha. Acontece com todo mundo. Mas não vou negar que está acontecendo mais com as mais incríveis.

Algumas se perguntam se é o caso de disfarçar as qualidades com os novos paqueras. Se fingir de burra, mentir sobre emprego, falar que ganha mal. Tentar não assustar.
Não, não, nada disso. Continuem imponentes. Lindas. Invejáveis. Honrem tudo que conquistaram. Se o teco-teco não acompanha o boeing, paciência. Continuem voando. Uma hora a gente aterrisa em terras melhores.

E sim, há terras melhores, tenham certeza. Há caras bacanas soltos por aí. Há histórias incríveis para se viver. E há centenas de dias melhores te esperando.

https://www.facebook.com/blogruthmanus

 

Entrada da vinícola

 

Fui passar dois dias na Vinícola Don Giovanni que fica a 12km de Bento Gonçalves, em uma região alta de montanhas e no meio de vinhedos de uvas viníferas (que produz vinho), e fiquei maravilhada com a Pousada que tem 7 quartos decorados com arte contemporânea e os móveis típicos daquela região, quase exclusivamente Italiana.

O grupo foi convidado pela Vinícola Don Giovanni através de sua Assessora de Imprensa Edith Auler.

 

Flavinha Mello (E) e Edith Auler (D)

 

Don Giovanni entrada

 

Os espumantes e os vinhos são elaborados com as uvas próprias da vinícola Don Giovanni – E que vinhos! E que espumantes! – fiquei extasiada com o sabor e a acolhida que tive nesses dias de descanso.

 

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Fomos ver e ajudar na colheita de Alcachofra, e acreditem, ajudei na colheita de alcachofras, foi bárbaro!

 

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No grupo que fomos, tivemos uma aula de degustação de vinhos e espumantes com a Sommelier Juliana Rossatto, que é uma simpatia só.

 

Juliana Toniolo Rossatto e Flavinha Mello - crédito Renan Abraham Divulgação

 

Depois fomos passear pela plantação de alfazemas e conhecer a piscina do local. Mais tarde fizemos o passeio pelos parreirais que geralmente apreciamos pelas revistas ou programas de TV, é mais belo ainda.

 

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As roseiras desabrochando com suas rosas magníficas na beirada de cada parreiral prenunciavam uma boa safra pelas suas rosas sem nenhuma peste, pois é assim que os viticultores sabem que as uvas estarão sem pragas.

 

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À noite depois de um dia de muitos aprendizados, nos reunimos na recepção com aquela maravilhosa lareira e seu fogo avermelhado/alaranjado, lambendo as toras enormes e aquecendo o ambiente friozinho que sempre faz na nossa serra gaúcha.

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Jogando conversa fora em um grupo maravilhoso de mulheres formadoras de opinião e sedentas por uma boa troca de opiniões, passamos duas noites depois do jantar muito aconchegantes.

 

Foto grupo jantar na Don Giovanni - Crédito de Renan Abraham divulgação

 

Na última noite tivemos o prazer de degustarmos um jantar delicioso elaborado pela Chef Flavinha Mello, e eu tive o privilégio de acompanhá-la na cozinha juntamente com a Beatriz Giovanni, para sermos as ajudantes e aprendizes da renomada Chef de cozinha.

 

Chef Flavinha Mello na Don Giovanni - crédito Renan Abraham

 

O jantar dessa noite constituiu-se de entrada com Alcachofra cozida em um caldo de cebola e alho Poró e sal, e como molho, melado onde foram cozidas algumas folhas de Alfazemas.

Prato principal foi um cozido de carne ao vinho tinto e um purê de batatas doce.

Sobremesa um sagu de Chia com vinho tinto, delicioso.

 

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Tudo isso regado de um bom vinho e de uma boa espumante, lógico, que adequada ao prato servido.

São tantas coisas para dizer para vocês minhas queridas leitoras, que talvez eu peque em esquecer algo, mas lembrei agora do café da manhã divino, com sucos, café e bolo feito na própria cozinha – o bolo de cenoura com calda de chocolate não tem nem definição de tão espetacular.

 

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Bem, resumindo, quero recomendar vocês minhas queridas leitoras, para uma visita na Vinícola Don Giovanni em um fim de semana maravilhoso ou mesmo vocês irem com um grupo de mulheres como fomos – acho que seria bem legal e vocês não iriam se arrepender de nada.

Pensem nisso, e se maravilhem com as fotos tiradas pelo fotógrafo que nos acompanhou nesse passeio –  Renan Abraham e de outras integrantes que fizeram parte do grupo.

 

Foto do grupo nas caves - crédito Renan Abraham

Miréia Borges - Crédito Renan Abraham - divulgação

 

 

 

 

 

 

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Artistas foram convidados pela vinícola gaúcha para pintar afrescos nos quartos da pousadaSeis artistas pintaram afrescos nas paredes do casarão construído em 1930, em Pinto Bandeira (RS), que abriga a pousada da vinícola Don Giovanni. As obras foram finalizadas em setembro de 2014. O projeto cultural foi idealizado por Beatriz Dreher Giovannini, proprietária da DG.

Entre os artistas participantes estão os gaúchos Miriam Postal, Victor Hugo Porto, Alexandre Porto, Ivalino José Postal, Adelina Maioli e o uruguaio Armando González. Nas obras, destacam-se paisagens, flores, a figura feminina, o campo, os pássaros e, como não poderia deixar de faltar, o vinho. “É um momento de grande orgulho e felicidade para todos nós em realizar este projeto na Don Giovanni, unindo a arte e o vinho, com tudo que esta região tem de melhor a oferecer”, diz Beatriz.

A empresária, que é amante das artes plásticas e colecionadora, já foi proprietária de uma galeria de arte no município de Bento Gonçalves (RS), por 15 anos. Beatriz lembra que os artistas que pintaram os afrescos na pousada “trazem um pouquinho da cultura de cada localidade registrada nas obras”.

Um dos quartos da pousada foi dedicado à memória das artistas Alice Soares e Alice Brueggemann. “Foi uma forma que encontrei de manter viva a memória das queridas amigas, que tanto contribuíram para as artes plásticas no Estado”.

Sobre a Don Giovanni – Vinhos, Vinhedos e Pousada

Don Giovanni é um complexo que reúne vinhedos, vinícola, varejo de vinhos, pousada e restaurante. Mantém uma produção média de 120 mil garrafas ano e está localizada em Pinto Bandeira (RS), região que vem sendo considerado um dos melhores terroirs do mundo para elaboração de grandes espumantes.

A vinícola possui sete apartamentos num casarão que mantém na decoração, características originais da colonização italiana.  Em 2011 a Don Giovanni resolveu inovar oportunizando um recanto especial. Localizada em meio aos vinhedos, chamada carinhosamente de cabana, o espaço exclusivo apresenta aos hóspedes uma decoração que alia a rusticidade com o requinte, cuidadosamente proposta pela proprietária do estabelecimento, Beatriz Dreher Giovannini. Antigamente, a cabana era utilizada como estrebaria da granja, que além de seus vinhedos também criava gado leiteiro e ovelhas.

Gastronomia

A vinícola possui um restaurante com capacidade para 50 pessoas, atendendo a hóspedes e grupos, mediante a reserva. Grande parte do que é oferecido no cardápio, como temperos, legumes e hortaliças são produzidos na propriedade. Entre as delícias servidas, estão os risotos de vinho tinto Don Giovanni e alcachofras, esta última, igualmente produzida na DG. Outras informações e reservas pousada@dongiovanni.com.br.