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Conversa

Entrada da vinícola

 

Fui passar dois dias na Vinícola Don Giovanni que fica a 12km de Bento Gonçalves, em uma região alta de montanhas e no meio de vinhedos de uvas viníferas (que produz vinho), e fiquei maravilhada com a Pousada que tem 7 quartos decorados com arte contemporânea e os móveis típicos daquela região, quase exclusivamente Italiana.

O grupo foi convidado pela Vinícola Don Giovanni através de sua Assessora de Imprensa Edith Auler.

 

Flavinha Mello (E) e Edith Auler (D)

 

Don Giovanni entrada

 

Os espumantes e os vinhos são elaborados com as uvas próprias da vinícola Don Giovanni – E que vinhos! E que espumantes! – fiquei extasiada com o sabor e a acolhida que tive nesses dias de descanso.

 

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Fomos ver e ajudar na colheita de Alcachofra, e acreditem, ajudei na colheita de alcachofras, foi bárbaro!

 

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No grupo que fomos, tivemos uma aula de degustação de vinhos e espumantes com a Sommelier Juliana Rossatto, que é uma simpatia só.

 

Juliana Toniolo Rossatto e Flavinha Mello - crédito Renan Abraham Divulgação

 

Depois fomos passear pela plantação de alfazemas e conhecer a piscina do local. Mais tarde fizemos o passeio pelos parreirais que geralmente apreciamos pelas revistas ou programas de TV, é mais belo ainda.

 

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As roseiras desabrochando com suas rosas magníficas na beirada de cada parreiral prenunciavam uma boa safra pelas suas rosas sem nenhuma peste, pois é assim que os viticultores sabem que as uvas estarão sem pragas.

 

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À noite depois de um dia de muitos aprendizados, nos reunimos na recepção com aquela maravilhosa lareira e seu fogo avermelhado/alaranjado, lambendo as toras enormes e aquecendo o ambiente friozinho que sempre faz na nossa serra gaúcha.

lareira

Jogando conversa fora em um grupo maravilhoso de mulheres formadoras de opinião e sedentas por uma boa troca de opiniões, passamos duas noites depois do jantar muito aconchegantes.

 

Foto grupo jantar na Don Giovanni - Crédito de Renan Abraham divulgação

 

Na última noite tivemos o prazer de degustarmos um jantar delicioso elaborado pela Chef Flavinha Mello, e eu tive o privilégio de acompanhá-la na cozinha juntamente com a Beatriz Giovanni, para sermos as ajudantes e aprendizes da renomada Chef de cozinha.

 

Chef Flavinha Mello na Don Giovanni - crédito Renan Abraham

 

O jantar dessa noite constituiu-se de entrada com Alcachofra cozida em um caldo de cebola e alho Poró e sal, e como molho, melado onde foram cozidas algumas folhas de Alfazemas.

Prato principal foi um cozido de carne ao vinho tinto e um purê de batatas doce.

Sobremesa um sagu de Chia com vinho tinto, delicioso.

 

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Tudo isso regado de um bom vinho e de uma boa espumante, lógico, que adequada ao prato servido.

São tantas coisas para dizer para vocês minhas queridas leitoras, que talvez eu peque em esquecer algo, mas lembrei agora do café da manhã divino, com sucos, café e bolo feito na própria cozinha – o bolo de cenoura com calda de chocolate não tem nem definição de tão espetacular.

 

bolo

 

Bem, resumindo, quero recomendar vocês minhas queridas leitoras, para uma visita na Vinícola Don Giovanni em um fim de semana maravilhoso ou mesmo vocês irem com um grupo de mulheres como fomos – acho que seria bem legal e vocês não iriam se arrepender de nada.

Pensem nisso, e se maravilhem com as fotos tiradas pelo fotógrafo que nos acompanhou nesse passeio –  Renan Abraham e de outras integrantes que fizeram parte do grupo.

 

Foto do grupo nas caves - crédito Renan Abraham

Miréia Borges - Crédito Renan Abraham - divulgação

 

 

 

 

 

 

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Gostaria muito que você mandasse algum texto de um determinado assunto que você ache que as pessoas irão gostar, ou até mesmo uma reclamação plausível, que colocarei no ar.

 

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Acredito que com essa troca iremos nos entender e criarmos um vínculo maior entre o site e as leitoras.

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Espero por você no meu site!

 

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Bem…..

Como começar esse texto com esse título –  Uma Mulher de Programa,  já soa como uma afronta para o universo feminino e uma curiosidade para o universo masculino.

Uma pessoa próxima, conversando, começou a relatar o que o marido tinha proposto para ela – sair com uma mulher de programa esporadicamente.

Todas nós paramos e olhamos para ela ! a princípio atônitas e depois curiosas.

Aí, ela contou que devido aos anos de casados, a relação já um pouco desgastada e monótona, com sexo duas vezes ao mês, o marido sugeriu à ela que poderia arrumar uma mulher de programa de vez enquanto. Pois assim ele se aliviaria sexualmente e não ficaria irritado com ela por não fazerem sexo com mais frequência. Ele se cuidaria, usaria camisinha, não iria transar sempre com a mesma mulher e assim ela – a esposa-, não precisaria se preocupar, pois não seria traição, seria só prazer, afinal, o homem ,precisava disso mais que a mulher.

E tinha mais! o melhor de tudo, segundo ele, a família ficaria preservada e seguiria tudo bem.

Ninguém falava, só olhávamos para ela!

Ela continuou, dizendo que “de onde ele tinha tirado isso?”

Surpresa!

Em uma reunião de homens que acontece semanalmente. Um médico deu uma pequena palestra antes do almoço e disse para todos eles que isso seria um ato benéfico para a saúde do homem aposentado, quer dizer, mais velho.

Nossa amiga em questão, apesar de surpreendida com a proposta, disse que iria pensar no assunto.

A essa altura já estávamos com comichão para saber o que ela tinha pensado e respondido.

Ela calmamente nos disse que topou a oferta do marido, pois assim ele ficaria mais satisfeito sexualmente, pois ela sabia que o homem precisa de mais sexo que a mulher, mas que não gostaria de saber que dia ele iria, onde iria e que ele não esquecesse de se proteger sempre, pois na empolgação isso acarretaria muitos transtornos para a preservação da família.

Se ouvia o bater das asas de uma mosca no recinto.

Ela levantou,  disse que não poderia mais permanecer ali naquele momento e saiu abatida e com um olhar de alívio e de derrota.

Não preciso dizer que o alvoroço tomou conta do ambiente, com cada uma dando sua opinião sobre esse assunto um tanto complexo e camuflado dentro das famílias.

Esse relato é verídico, mulheres!!!!

“A pessoa me autorizou escrever sobre, mas evitando dar nomes.”

Mas eu juro por Deus, que adoraria conhecer esse médico e castrá-lo!

 

 

 

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Esse texto li no facebook e achei muito interessante, compartilho aqui para vocês, pois como dizia Anne-Marie Slaugther, nossa cultura TEM que mudar para que a família se torne mais saudável.

Os homens precisam se dar conta que uma casa não especificamente da mulher, e sim dos dois., tarefas, criação dos filhos.

Leia a reportagem abaixo:

Embora à frente de duas indústrias totalmente diferentes, as presidentes da Johnson&Johnson Consumo Brasil, Maria Eduarda Kertész, a Duda, e da TAM Linhas Aéreas, Claudia Sender, não poderiam estar mais afinadas no pensamento sobre liderança feminina. Durante a palestra A Mulher, o Tempo e as Escolhas, que apresentaram esta manhã no evento CONARH, com a mediação da jornalista Paula Mageste, diretora de redação da revista CLAUDIA , as duas abordaram com propriedade e franqueza questões delicadas relativas ao peso (ou à pretendida leveza) do cargo e dos atributos femininos que, mesmo sem querer, marcam sua forma de agir e pensar no comando.

A respeito do impacto que assumir a presidência de grandes empresas pode ter, ambas contam que tiveram que aprender que não tinham todas as respostas. “Ao ser promovida e, de uma hora para outra me tornar chefe dos meus pares, achei que tinha a obrigação de saber mais do que eles”, disse Claudia. A humildade de reconhecer que isso não é verdade, é segundo ambas, uma vantagem do jeito feminino de liderar. “As mulheres não tem medo de ter uma postura humilde, de não ter todas as respostas “, afirmou. “Eu vim da área de marketing”, contou Duda, “ e achava que na indústria de consumo, nada era mais importante. Eu estava errada: não sabia nada de vendas, tão vital quanto marketing . Tive que reconhecer e pedir ajuda para aprender”.

Ao falar sobre a gestão do tempo e como isso impacta as duplas jornadas femininas, Duda,  mãe de dois filhos, diz que a conciliação só é possível porque conta com uma rede de ajuda, que vai da mãe “que importa da Bahia sempre que precisa” aos empregados domésticos. Mas fez questão de ressaltar que uma das suas funcionárias, a Maria Raimunda, que está na sua casa há quase 20 anos, também é mãe e não tem essa ajuda. “Ela não tem a mesma rede e para me ajudar a ter uma carreira, conta apenas com o auxílio de vizinhos e amigas. O estado e a sociedade não as ajudam como deveriam, e não podemos deixar de pensar nisso”.

Claudia Sender também abordou o acúmulo de papéis e destacou a necessidade urgente de mudança da mentalidade masculina. “É prioridade que os homens deixem de achar que devem ser os únicos provedores e, ao deixar de acreditar que esse é seu único papel, comecem a desempenhar melhor o de pais e maridos”. Sobre ajudar o avanço feminino nas carreiras e nas posições de liderança, ambas mencionam a necessidade de flexibilidade e ações afirmativas que, sem desrespeitar a meritocracia , possam diminuir a diferença entre o número de homens e mulheres no comando. Duda afirmou que, embora antes não pensasse assim, hoje acredita que a política de cotas é uma alternativa desejável: “Não sei se como estratégia permanente, mas hoje acredito que é importante, para forçar a mudança”. Claudia Sender alertou também para o perigo do auto-boicote, que muitas vezes prejudica mulheres que querem ser mães e desistem de uma posição maior antes de experimentar a conciliação dos papéis. “É importante vencer a culpa, superar a cobrança da sociedade e não desistir!

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Esse texto abaixo, onde falo de amizades, é o mesmo que está na Revista Bendita, onde escrevo como Freelance em uma coluna intitulada “Maduras”.

 

“Sou uma pessoa que por ser mais extrovertida, tenho mais facilidade em fazer amizades e “cultivar” muitos conhecidos.

Por isso, penso que temos que nos desprover de toda arrogância e “superioridade” para podermos circular em qualquer espaço onde tenham pessoas.

Sou conhecida e amigável com todos, desde a faxineira de um prédio, com Diretores de empresas ou com qualquer Autoridade.

Quando saio pela manhã ou tarde, sempre cumprimento à pessoa que está varrendo à calçada por onde estou passando; cumprimento e pergunto como estão às vendas nas lojas do meu bairro; sei quando algum estabelecimento está bem ou quando um estabelecimento está mais ou menos, e já converso, dou idéias, ouço, e vou seguindo meu caminho.

Conheço todos os atendentes dos restaurantes que freqüento, pelo nome, e ao sentar para almoçar, dou um sorriso para quem está sentado à mesa ao lado.

Tenho amizades de clientes que sentam à mesa ao lado, das floristas da rua, do jornaleiro e assim vai.

Gente! Mas, tudo isso, porque eu “sou assim”. Tem pessoas que são mais tímidas, que se preservam mais, que não gostam de ter tantos conhecidos e tem pouquíssimos amigos.

Converso com o Prefeito parelho, lógico, nos assuntos pertinentes à vida que ele vive, às vezes ele almoça no mesmo restaurante que eu e sentamos juntos para almoçar tranquilamente, mas na hora que levanto para sair, dou o mesmo sorriso, o mesmo tchau para o atendente da porta, do caixa…

Agora com a Copa do Mundo, como houve alguns jogos em Porto Alegre, circulavam muitos turistas pelo nosso bairro. Eu passava e sorria com a alegria que uns expressavam nas mesas dos cafés. Dei muita informação de locais para comerem, de como chegavam ao ponto de táxi e assim por diante. Um dia, um desses turistas me parou e tentou me perguntar onde ficava o Banco do Brasil. Não entendi o que ele falava, logo comecei com a língua universal de comunicação, à mímica. Resultado: acabei levando ele até a calçada em frente ao banco e me afastei com um sorriso de agradecimento enorme.

Sei como a gente fica desorientada quando não falamos à língua do lugar onde estamos, mas sempre tive sorte com as pessoas de outros países.

Enfim, podemos ser alegres. Basta estarmos abertos para o outro, abertos para sorrir, cumprimentar, dar uma palavra de conforto, e principalmente para ouvir.

Não posso reclamar, pois tenho muitos amigos, inúmeros conhecidos e posso afirmar de carteirinha que adoro tudo isso.

Só queria dizer aqui, que tem muita gente que também não gosta do meu jeito de ser, assim como eu também não gosto da maneira como algumas pessoas agem.

Assim é a vida no dia a dia, encontros novos e desencontros por incompatibilidade.”

 

 

O que os homens falam é algo que as mulheres sempre querem saber, pois elas imaginam que seja somente de carros, mulheres e futebol.

Quando li o livro de Walter Riso – “O que toda mulher deve saber sobre os homens”, percebi que os homens não são tão fortes assim, como a nossa sociedade gosta de mostrar. Depois li o livro de Ivan Martins – “Alguém Especial”, tive certeza que os homens são tão frágeis como nós, mas como a sociedade impõe que eles sejam fortes, eles sofrem e se mantém fortes por fora e destruídos por dentro.

Fechei com chave de ouro hoje a tarde quando assisti o filme ” O que os Homens Falam” .

Para começar todo o enredo, fui no cinema às 14h, horário que nunca vou. Chegando lá, pedi na bonbonnière um chá e prontamente a atendente me serviu em uma xícara de porcelana e disse que não tinha problema eu levar para dentro da sala de projeção, pois o chá que pedi não seria nada elegante ser servido em um copo de isopor.

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Já, nesse momento, ganhei o prazer de ver o filme.

O filme começa com um homem-gato- siando do terapeuta e chorando, mostrando sua fragilidade que foi tratada dentro de quatro paredes com alguém que fez ele ver algo que ele não estava conseguindo ver.

Ao chegar do lado de fora, encontrou um amigo de longa data, derrotado, e se achando “o certo”, mas um trapo de pessoa em que nada dava certo, nem emocional e nem profissionalmente. O verdadeiro machão sabe tudo, ma todo errado e com um sapato furado, como tudo dentro da cabeça dele.

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Depois veio o homem fraco que traiu a mulher e perdeu ela, a casa , o filho e  a amante, e por conseguinte, toda a possibilidade de ter uma família, pelo esnobismo de se achar o tal. Resumindo, a mulher refez a vida com outro homem e quando ele se “achegou” todo lânguido para querer voltar, recebeu um simples não.

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E veio o homem abatido que sentado em um banco de praça, olhava insistentemente para um prédio.

Veio um outro homem passeando com o cachorro, bem apessoado e perguntou o que ele estava fazendo ali desolado?

Ele desfiou o rosário que a mulher o estava traindo, e que como ela era muito ingênua, ele a perdoava ( se achando o Deus). O outro disse porque ele não esclarecia tudo com a esposa e ele firmava que não, pois a culpa era do “outro” que ele não conhecia, mas que estava fazendo muito mal à ele. Resumindo, o outro desconfiou e o “traído” ao ligar para o amante da mulher, descobriu que ele estava em seu lado, no bando da praça. Para surpresa de outro, ele quis saber o que a sua mulher falava dele. e o amante, discorreu que ela via ele como um egoísta, um autoritário, um invejoso pela vida que ela levava e que nunca demonstrou amor por ela. Isso é bem inerente aos que se acham.

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E temos, ainda o metido a garanhão, aquele que tem mulher, filhos, mas que quer transar por transar, sem ao menos se preocupar com o casamento ou com aquela que divide a vida com ele.

Dá em cima de uma colega de trabalho, mas ela arrebenta, mandando ele subir para um local ermo na empresa para poderem se manipular, pois ele não tinha uma camisinha. Passou o tempo ele vi que levou o “bolo” e ela encontra ele no elevador com as outras colegas que já estavam sabendo de tudo e diz para ele levar a mulher para transar em um hotel, levar para tomar uns drinks assim como ele tinha oferecido para ela.

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E agora, quase no final do que os homens fazem e pensam, podemos ver , que vai haver um encontro na casa de um amigo, onde quase todos eles se encontram, e no caminho uma das mulheres oferece carona para um dos amigos e ao conversarem , as confidencias vão acontecendo, e a mulher do carro confidencia para o amigo que o marido é ciumento, quebra tudo de brabo, mas não demonstra para ninguém do grupo, que eles têm um livro de auto- ajuda, que os fazem levar a vida adiante, o amigo fica apavorado, tentando entende como ela fica com ele, mas ao mesmo instante perto dali, o outro casal que formam o par do casal que está conversando, também estão confidenciando os erros, defeitos dos parceiros que estão no carro.

A mulher confidencia que o marido tem disfunção erétil e que não transa com ela, já faz um tempão, mas se mostra como um garanhão para os amigos.

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Enfim, todos se encontram e ao saberem coisas um dos outros, porque as mulheres estão juntas, eles dizem:

Putz, Ferro!

 

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As inscrições estão abertas e eu acredito piamente que você não deveria perder essa oportunidade única.

As inscrições e o curso são gratuitos, pois a Escola de Você é para você mulher do século XXI. Não perca!!!

Acesse e fique por dentro quem serão as ministradoras do curso, seu diploma e suas aprendizagens.

www.escoladevoce.com.br

Eu já me inscrevi e estou muito ansiosa para começar as aulas dia 01/09 pela internet.

Vamos aqui trocar ideias e dúvidas queridas leitoras.

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Quando fiz 50 anos, percebi que estava Nos Passos da Maturidade. Resolvi dar uma festa para os familiares e amigos mais próximos que me acompanhavam. Distribui como “lembrancinha” um conto chamado Chapéu Violeta. Esse texto mexeu muito comigo,pois ao lê-lo a cabeça revolucionou, sabia que estava entrando na Maturidade, era só me olhar no espelho e, lógico, sempre tem alguém que não deixa esquecer isso, e ver que não era mais tão jovem, apesar da cabeça ser. No dia de meu aniversário, Deus resolveu me contemplar com uma noite de muita chuva e alagamentos, mas mesmo assim, foram todos os meus convidados. Contratei um cantor de música MPB e com seleção musical prévia, que eu adorava. Ao som do violão e a voz do cantor, amigos, comidinha boa, meia luz, tudo que uma pessoa romântica como eu sonhava, passou meus 50 anos! Depois de muito pensar, resolvi criar o blog “Nos Passos da Maturidade” para dizer coisas que eu tive que descobrir sozinha, coisas que tive que buscar , e como sempre tendo amigos me acompanhando, consegui criar e colocar esse blog no ar. Pretendo dividir com vocês leitores meus anseios, minhas dúvidas, minhas alegrias, minhas tristezas e meus sonhos. Deixo abaixo o conto que me deu o “start” para a criação desse blog.

VOU ATRÁS DE UM… CHAPÉU VIOLETA Mario Quintana (versão Carla Melani)
* Aos 3 anos: Eu olhava para mim mesma, e via uma Rainha. * Aos 8 anos: Eu olhava para mim mesma, e via uma Cinderela. * Aos 15 anos: Eu olhava para mim mesma, e via uma Freira Horrorosa (“Mãe, eu não posso ir pra escola desse jeito!”) * Aos 20 anos: Eu olhava para mim mesma, e via “muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, com cabelo muito liso/muito encaracolado”, mas decidia que iria sair assim mesmo… * Aos 30 anos: Eu olhava para mim mesma e via “muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, com cabelo muito liso/muito encaracolado”, mas decidia que agora não tinha tempo para consertar essas coisas. Então, sai assim mesmo… * Aos 40 anos: Eu olhava para mim mesma e via “muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, com cabelo muito liso/muito encaracolado”. Mas dizia: “pelo menos sou uma boa pessoa” e saia mesmo assim… * AOS 50 ANOS EU OLHO PARA MIM MESMA E VEJO “EU SOU”! E VOU PARA ONDE EU BEM ENTENDER… * Aos 60 anos: Eu olharei para mim mesma e lembrarei de todas as pessoas que não podem mais se olhar no espelho. Sairei de casa e seguirei conquistando o mundo… * Aos 70 anos: Eu olharei para mim mesma e verei sabedoria, risos, habilidades… Seguirei saindo para o mundo e aproveitando a vida… * Aos 80 anos: Eu não me incomodarei mais em olhar para mim mesma. Colocarei simplesmente um chapéu violeta e seguirei a me divertir com o mundo…
… Talvez a gente devesse pegar o CHAPÉU VIOLETA mais cedo…!!
O tempo passou, e hoje aos 57 anos, depois de muitas lutas para as mulheres lerem meu blog, descobri que as ‘maduras” não querem saber nada sobre os “Passos da Maturidade”, e eu dando murro em ponta de faca.
Contratei uma empresa de marketing digital e depois de uma longa pesquisa, descobrimos que os acessos eram de mulheres bem mais jovens, de homens e os assuntos que mais tinham “corum” eram de moda, beleza e problemas.
Hoje trocamos o nome para ” CONVERSANDO COM MIRÉIA”, o que está muito melhor, mas a sociedade gaúcha ainda te olha com desconfiança, tipo:
– Essa mulher não tem mais nada o que fazer?
– Está em um mundo que nós jovens temos vez!
Mais um desafio para a Miréia, que batalha, “mas não é o suficiente”, para atrair mulheres que queiram ouvir sobre Nos Passos da maturidade!

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Está foto é a chamada do meu texto na Revista bendita sobre amizades.

Escrevo como “free” nessa revista Gaúcha, onde os assuntos são para mulheres e em cada edição bimestral, tem uma reportagem do “Bendito ao fruto”.

Nessa edição a reportagem é com o novo técnico da seleção brasileira de futebol – DUNGA.

Espero que gostem sobre o que escrevi sobre amizades e deixem um recadinho para mim. A coluna, é Maduras.

Bom proveito de leitura e a revista já está nas bancas!

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Depois de um dia cheio, vou falar sobre a fragilidade da mulher.

Vocês sabem que ando afastada das mídias sociais porque estou com uma das filhas com gravidez de risco e está aqui aos meus cuidados.

E como ela está dormindo tranquila, eu estou sozinha em casa, resolvi passar para vocês a fragilidade da Mulher. De repente, tua vida é modificada com a aposentadoria do teu companheiro, ele começa a trabalhar em casa e por conseguinte, entra dentro do universo que antes era somente teu. A administração da casa, da cozinha, das compras, dos problemas diários que sempre te pertenceram e sempre andaram de vento em poupa. Questiona tudo. Tuas saídas durante o dia, para contatos comerciais, começa a ser questionada: – Precisa mesmo sair para uma brincadeira de internet? De repente, tua individualidade é invadida por questionamentos novos e não “entendíveis”, pois sempre deram certo e sempre funcionaram, como uma máquina que as engrenagens se encontravam perfeitamente e o resultado sempre foi satisfatório. Aí, tu já começa a te questionar sobre muitas coisas. Pensamos:  vamos mudar um pouquinho, afinal a casa também é dele ! Quando tudo está andando mais ou menos, surgem problemas de saúde com um filho, problemas profissionais com outro filho, os teus pais resolvem te procurar para terem atenção, pois estão velhos demais, e tu ali, andando como uma barata tonta pela vida antes pacata e produtiva profissionalmente, mas agora como uma roda gigante, girando e parando para subir ou descer um problema. E ainda dizem que a mulher é frágil! Depois de um dia inteiro aparando as arestas de um e de outro,tentando sobreviver fazendo o que você gosta, a gente olha a casa cheia de indivíduos  e pensa: Eu criei tudo isso? A noite quando se deita para tentar descansar, o companheiro reclama de falta de atenção sexual e presencial, porém, esse mesmo companheiro, passou o dia inteiro não te enxergando e ainda por cima te questionando da administração de tudo e de todos. Sem contar o bichinho de estimação que você não queria, mas foi comprado com a cumplicidade de seu companheiro pelos filhos. E como sempre, todos foram embora, sobrou para você cuidar o pobrezinho que está muito velho e de três em três horas você levanta e troca a fralda, dá comida. Chega o dia, raiando belo e formoso pela janela de sua casa, mas você está um trapo, pois passou uma noite acordada, e ainda tem que voltar a rotina descrita acima e com um sorriso maravilhoso no rosto, senão, você é uma chata, que reclama de tudo, afinal, você tem uma casa maravilhosa, um companheiro maravilhoso e está reclamando de que?! E você faz parte do sexo frágil! Eu sempre falo que a fragilidade da mulher foi esquecida em um canto da vida feminina. Somos fortes, e muito fortes, levamos “chibatadas ” da vida e ali vamos nós, machucadas, mas firmes com um único propósito de ser feliz e ter um companheiro que nos faça feliz e principalmente acertar e nos realizar. Essa é a  mulher frágil! Dei essa escapadinha, para escrever na minha”brincadeira” de ser executiva e produtiva.