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Amor

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Há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar

IVAN MARTINS

19/11/2014 09h04

 

Ser romântico no início raramente é um problema. O problema é ser romântico no fim – recusar-se a perceber que as coisas acabaram –  persistir, contrariar a realidade, a inteligência e os próprios sentimentos. Não interessa se é uma semana, um mês ou se são 10 anos depois do primeiro beijo. Quando as coisas terminam, deveríamos ser capazes de perceber e aceitar. Raramente é o caso. Recusamos-nos, coletivamente, a reconhecer o prazo de validade de sentimentos e relações. Queremos que durem para sempre.

Há um paradoxo aí. Aquilo a que nos apegamos no final nada tem a ver com a beleza do que sentíamos no início. O encantamento pelo outro sumiu. O desejo tomou um ônibus e foi morar em Barra do Piraí. A paciência, o carinho, o prazer de estar perto do outro quase desapareceram. Os planos estão cada vez mais turvos, enquanto as conversas se tornam cada vez mais ásperas. Ainda assim, nos agarramos. A quê? Provavelmente ao pavor da solidão e as suas implicações sociais, que não são pequenas.

Nessas horas, sinto que nos falta coragem e memória. Coragem para saltar no escuro insondável do futuro. Memória para lembrar que já fizemos isso antes, dezenas de vezes, com enorme sucesso, desde que éramos bebê e começamos a nos aventurar longe do colo da mãe. O mundo sempre foi uma sequência misteriosa de deslumbramentos e decepções que se renovam. É preciso acreditar e caminhar. De certa forma, há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar.

Uma das coisas que acontecem quando perdemos contato com o amor é secretamente deixarmos de acreditar nele. Afundados na rotina insípida da sobrevivência emocional, ou mergulhados na solidão brutalizante, passamos a dizer a nós mesmos que aqueles sentimentos de exaltação e esperança que chamamos de amor não existem. A lembrança da existência deles é tão dolorosa que preferimos negá-la. Tratamos o assunto como ilusão, imaturidade, pieguice. Nos esquecemos, espantosamente, que um mês antes, um ano antes, dez anos antes, nos sentíamos apaixonados – e não pela primeira vez. Perdemos a memória de um sentimento que deveríamos cultivar com carinho. Ela nos permitiria comparar. Também poderia nos guiar quando fosse à hora de procurar de novo.

Como saber que essa hora chegou? Cada um tem seu jeito de perceber.

Há quem use o termômetro do desejo: acabou – já era. Mas o desejo pode ser vítima de um zilhão de circunstâncias alheias ao relacionamento. Às vezes, basta um fim de semana tranquilo para renová-lo. Como saber? Outros usam o carinho, tão essencial no dia a dia de quem vive próximo. Mas ele está sujeito aos diferentes temperamentos e humores de nossa vida profissional e familiar. Há que levar em conta essas circunstâncias. Muitos se fiam na queda nos padrões de paciência e no outro lado da moeda, a irritação com o outro. É um bom teste, mas poucos casais que partilham a intimidade há muitos anos resistiriam a ele. Rabugice passa a ser quase uma norma.

Não é fácil. Mais simples, acho, é captar o conjunto da obra e os sinais emocionais que ela nos manda.

Quando o olhar do outro não nos comove mais, quando seu corpo não nos diz mais nada, quando ouvir não é mais um prazer, quando falar parece um cansaço inútil, quando a beleza que se via antes não se acha, quando a personalidade vira resmungo, quando chegar em casa parece um saco, quando sair para encontrar torna-se um fardo, quando já não se ri, já não se enternece, já não se tem vontade de chorar na despedida, parado na esquina, abraçados – bem, então talvez tenha chegado a hora de acabar e começar de novo. Cheio de dor, cheio de esperança, cheio de medo e excitação pelo futuro que há de vir.

 

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2014/11/bprazo-de-validadeb.html

 

 

 

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Sandra Dourado (psicóloga)

“Um dia você aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.” (William Shakespeare) Aqui estamos no início de uma relação, de um “casamento”, em um patamar desconhecido sobre o que esperam os leitores, quais seus ideais, manias, sonhos, desejos e conflitos, mas assim como os casamentos amadurecem quando estabelecem as verdadeiras necessidades, nós também iremos aprimorando o que temos e queremos oferecer. As pessoas amadurecem, mudam e mudam-se suas exigências, seus pontos de vista e opiniões. Poderíamos perguntar o que é necessário para uma união duradoura, podemos responder que um casamento feliz e longo não pode ser medido pelo número de anos, mas pela satisfação de ambos, é subjetivo sim, mas casamento não obedece a lógica, não é feito de números, mas de emoções. A maturidade emocional é adquirida quando começamos a prestar mais atenção ao que sentimos e a desenvolver mais nossas capacidades emocionais. Aprender a nos conhecer e a reconhecer o que nos dá a possibilidade de ter o controle do nosso destino. O casamento começa com um projeto de felicidade, pois é a aliança de seres que se amam, mas um bom relacionamento se instaura somente entre indivíduos que são capazes de cuidar de si mesmos, valorizando-se e aceitando as próprias características e limitações. Começar uma nova relação não significa ter de percorrer um caminho já traçado pela tradição, mas seguir em busca do equilíbrio e de novas maneiras de ser.

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A Paquistanesa Malala Yousafzai ganhou o prêmio Nobel da Paz de 2015 ,o anúncio foi feito hoje em Oslo, Noruega.

Malala ganhou pela sua luta contra a opressão das crianças e jovens à educação. Aos 17 anos ela é a ganhadora mais jovem do prêmio e a mais conhecida no Ocidente.

Quando tinha 11 anos ela fez um diário , onde denunciava a violência imposta pelos Talibãs em sua região, o Vale Swat. E esse diário foi publicado na rede e  a TV BBC de Londres divulgou, e infelizmente no dia 09 de outubro de 2012 ela sobreviveu a uma tentativa de assassinato pelo grupo Talibã e ficou gravemente ferida e foi imediatamente transferida para a Inglaterra onde mora até hoje com sua família e vem batalhando pela educação de crianças e jovens.

Em 2013 Malala já tinha sido cogitada para ser a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, mas ele só veio hoje com o anúncio que ela seria a ganhadora do Nobel pela Paz de 2015.

Merecido!

 

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Malala Yousafzai quando era criança, os olhinhos vivos e brilhantes.

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Malala Yousafzai sendo transferida para Inglaterra depois de ser alvejada com tiros na cabeça.

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Malala com o pai, virou celebridade no mundo todo por sua força de luta pela educação das crianças e jovens .

Malala discursa na ONU

 

Malala Yousafzai discursando na Assembleia das Nações Unidas em Nova York, 9 meses após ser atacada. Com a voz ainda arrastada e com o rosto levemente desfigurado, seus olhos já não tem mais o brilho da inocência de criança.

 

Malala prêmio das Nações Europeias.

 

Malala yousafzai discursando para 57 milhões de pessoas, entre crianças e adultos ao receber o Prêmio na Assembleia Europeia. Quando os legisladores se levantaram ela ainda disse:

“As crianças não querem um iPhone, um Xbox ou chocolates, elas só querem um livro e uma caneta”.

 

malala e seu livro lançado em 2013

 

O livro que Malala lançou em 2013, contando sua história de luta e sobrevivência foi proibido de entrar no Paquistão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Texto escrito por Ruth Manus

 http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/mulheres-fantasticas-tambem-tomam-pe-na-bunda/

E por alguns instantes elas têm a ideia estapafúrdia de que são um lixo!

Há meses ando acompanhando um fenômeno estranho, no qual semanalmente tenho uma nova amiga solteira. Mas não é qualquer tipo de solteirice, é aquela imposta e sofrida, mais conhecida como pé na bunda.

O mais estranho é que todas elas têm um mesmo perfil: especialmente bonitas, especialmente inteligentes, especialmente bem sucedidas, especialmente bem vestidas e especialmente bem resolvidas.
É uma espécie de epidemia, parece que ninguém está segura.

E é um fenômeno generalizado. Quem não tem uma amiga fantástica que não tenha passado por isso recentemente?

As supostas justificativas são as mais diversas:

– você trabalha demais;

– você é incrível demais;

– você é exigente demais;

– você é controladora demais;

– você é expansiva demais;

– você é doce demais;

– você estuda demais.


Enfim, são inegavelmente mulheres que são demais para esses caras.

E toda semana tenho visto alguém em mar aberto. Sem rumo, sem chão, chorando um oceano. Apavorada por achar que nunca mais vai encontrar alguém “tão legal quanto ele”. Com medo de morrer sozinha com 7 gatos. Com medo de ter que fazer um tinder ou de ir pra balada e ter que ficar com um cara que usa jeans rasgado e corrente de prata.

Fico olhando para essas mulheres. Seus cabelos impecáveis, seus currículos invejáveis, seus empregos imponentes, mas se achando as últimas das criaturas.
Já desisti de tentar entender tudo isso. Dizem que é difícil entender as mulheres, mas tentar entender esses caras me parece ainda mais desafiador.

É claro que sempre podemos melhorar algo no nosso comportamento para os próximos relacionamentos. Não estou dizendo que somos perfeitas, que não devemos repensar atitudes ou que estamos acima do bem e do mal.

Mas sério, meninas, não se culpem!


Não se perguntem se a culpa do término é daquela celulite que sempre aparece na sua coxa esquerda quando você cruza a perna. Nem se é daquele pijama de bolinha que você usa no inverno. Nem dos 3 quilos que você não perdeu. Nem dos livros que você leu enquanto ele roncava. Nem do fato de você babar quando dorme. Nem daquele fim de semana que não deu tempo de depilar a perna.

Nem nada! Nem dos seus erros, nem dos seus defeitos, nem das suas crises!

A culpa não é sua. E talvez nem dele. Acabou, acabou.

Talvez ele peça para voltar, talvez não. Talvez ele implore, talvez você não queira. Talvez você fraqueje, talvez siga como a rainha do gelo. Talvez ele apareça com uma mulher com 3 metros de perna e peitos na altura do queixo. Talvez ele vire gay. Talvez ele se apaixone pela mulher mais feia do bairro, mas que é gente fina pra caramba. Talvez apareça na sua porta com um diamante do tamanho de uma lichia e vocês sejam mais felizes que William e Kate. Sei lá. O fato é que, sabe lá Deus porque, atualmente ele não quer mais ficar com essa mulher incrível que você é.

E a culpa não é sua mesmo. Ele tem as razões dele. E ele simplesmente tinha duas escolhas: ficar com você ou não, com todas suas qualidades e defeitos. E ele escolheu o “ou não”. Simples assim. Não o odeie. Mas principalmente: não se odeie.

Keep walking, gatinha. Acontece com todo mundo. Mas não vou negar que está acontecendo mais com as mais incríveis.

Algumas se perguntam se é o caso de disfarçar as qualidades com os novos paqueras. Se fingir de burra, mentir sobre emprego, falar que ganha mal. Tentar não assustar.
Não, não, nada disso. Continuem imponentes. Lindas. Invejáveis. Honrem tudo que conquistaram. Se o teco-teco não acompanha o boeing, paciência. Continuem voando. Uma hora a gente aterrisa em terras melhores.

E sim, há terras melhores, tenham certeza. Há caras bacanas soltos por aí. Há histórias incríveis para se viver. E há centenas de dias melhores te esperando.

https://www.facebook.com/blogruthmanus

 

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Ontem a noite foi uma noite especial, pois conheci minha neta pessoalmente.

Aquele corredor na penumbra, com várias janelas bloqueadoras e muito iluminadas internamente, vi pela primeira vez minha neta Eduarda. A emoção foi grande, pois acompanhei todos os momentos da gravidez de minha filha – os sustos, as alegrias quando ela se mexia e deformava delicadamente a barriga de minha filha.

Ela se mexia muito e quando conversávamos com ela, ela mexia como se estivesse entendendo. Pois bem, a danadinha resolveu querer desbravar este mundo antes do tempo, e com sete meses, forçou sua barreira de proteção e fez com que todos corressem –  pois ela vinha chegando.

Foi um susto grande, porque não sabíamos como seria com sete meses de gestação, o nascimento dela.Uma cesariana foi feita, e em menos de meia hora, a Eduarda gritava a todos os pulmões que tinha chegado, para surpresa da equipe, pois parece que os pulmões é o órgão mais frágil quando o bebê nasce de 7 meses, mas não , ela tinha vindo ao mundo gritando e com peso de um bebê que nada parecia de  prematuro.

Ficamos uns dias no hospital, eu acompanhando minha filha que como “marinheira de primeira viagem”, queria ver a filha a todo o momento na incubadora.

As primeiras gotas de leite(colostro), começaram a se manifestar e as enfermeiras com uma máquina portátil, chamada –Medela- vieram, e foi feita a sucção muito devagarzinho. Achei bárbaro, pois a máquina lentamente estimula o mamilo e as primeiras gotinhas saíram e foram direto para esterilização para serem dadas  à Eduarda, que até aquele momento só se alimentava por sonda.

Eu , no quarto acompanhando tudo, ajudando, acalmando, recebendo as visitas, mas no meu intimo, eu não conhecia minha neta. Foi-me passada uma foto dela no momento do nascimento pelo WhatsApp (bendita tecnologia) e a euforia se instalou na sala de espera, mas ver, conhecer, nada.

No dia da alta de minha filha, se instaurou um silêncio dentro do quarto – ninguém comentava nada, mas ela iria embora sem sua filha nos braços e eu sem ver minha neta. Como mãe, deduzi que deve ser apavorante entrar em um hospital para dar a luz a sua filha, e sair sem ela nos braços.

Perto da hora da saída, levei-a até a UTI Neo Natal, para se despedir da Eduarda, eu não pude entrar e esperei em uma salinha ao lado. Juro para vocês que foi a pior espera que tive. A angústia de saber que tua filha estava lá dentro, se despedindo da filha, e que eu não podia fazer nada para poder amenizar aquele sofrimento que ela estava sentindo e que eu também estava passando, foi crucial.

Chegou o momento da saída, e arrumando as coisinhas dela, coloquei as lembrancinhas, ainda faltando alguns detalhes, dentro de uma sacola, os presentes dentro de outra, mas quando peguei a “bolsa do bebê”, tive que correr para o banheiro e chorei tudo que podia.

Meu genro chegou para receber a alta e depois para dar baixa para a Eduarda, afinal, ela vai ficar mais um tempo protegida por aquela “casinha de vidro” com quatro grandes furos, para os pais poderem tocar nela e a enfermagem poder manipular quando for preciso.

Despedi-me deles e disse que não iria ficar até o fim, queria ir sozinha com minha dor para casa. Eu chorava tanto que soluçava como uma criança, não me importando com as pessoas que me olhavam com pena, com indagação. Eu estava colocando para fora minha frustração de não ter podido ter conhecido minha neta.

Ontem, depois de quatro dias a Eduarda trocou de numeração na UTI, e os avós poderiam conhecê-la, de longe, mas vê-la, admirá-la.

Às 21horas estávamos na porta da UTI, esperando para entrar no corredor em penumbra.

No vidro três da UTI, estava adormecida, com uma venda nos olhos, pois estava recebendo uma luz azul, MINHA NETA!

Eu conheci minha neta!!!!

Choramos muito, estávamos em silêncio, mas as lágrimas correndo. A Enfermeira apagou a luz, tirou a venda dos olhinhos da Eduarda e virou ela para nós.

Aquele pequenino ser, tinha vindo ao mundo apressada e determinada a vencer as leis da natureza.

E hoje dia 31 de agosto, ela conheceu pela primeira vez o colo da mãe dela, e ali ficou aconchegada.

Por hoje é isso, pois me emocionei muito em descrever como foi ser avó e ter conhecido minha neta pessoalmente.

 

 

 

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Bem…..

Como começar esse texto com esse título –  Uma Mulher de Programa,  já soa como uma afronta para o universo feminino e uma curiosidade para o universo masculino.

Uma pessoa próxima, conversando, começou a relatar o que o marido tinha proposto para ela – sair com uma mulher de programa esporadicamente.

Todas nós paramos e olhamos para ela ! a princípio atônitas e depois curiosas.

Aí, ela contou que devido aos anos de casados, a relação já um pouco desgastada e monótona, com sexo duas vezes ao mês, o marido sugeriu à ela que poderia arrumar uma mulher de programa de vez enquanto. Pois assim ele se aliviaria sexualmente e não ficaria irritado com ela por não fazerem sexo com mais frequência. Ele se cuidaria, usaria camisinha, não iria transar sempre com a mesma mulher e assim ela – a esposa-, não precisaria se preocupar, pois não seria traição, seria só prazer, afinal, o homem ,precisava disso mais que a mulher.

E tinha mais! o melhor de tudo, segundo ele, a família ficaria preservada e seguiria tudo bem.

Ninguém falava, só olhávamos para ela!

Ela continuou, dizendo que “de onde ele tinha tirado isso?”

Surpresa!

Em uma reunião de homens que acontece semanalmente. Um médico deu uma pequena palestra antes do almoço e disse para todos eles que isso seria um ato benéfico para a saúde do homem aposentado, quer dizer, mais velho.

Nossa amiga em questão, apesar de surpreendida com a proposta, disse que iria pensar no assunto.

A essa altura já estávamos com comichão para saber o que ela tinha pensado e respondido.

Ela calmamente nos disse que topou a oferta do marido, pois assim ele ficaria mais satisfeito sexualmente, pois ela sabia que o homem precisa de mais sexo que a mulher, mas que não gostaria de saber que dia ele iria, onde iria e que ele não esquecesse de se proteger sempre, pois na empolgação isso acarretaria muitos transtornos para a preservação da família.

Se ouvia o bater das asas de uma mosca no recinto.

Ela levantou,  disse que não poderia mais permanecer ali naquele momento e saiu abatida e com um olhar de alívio e de derrota.

Não preciso dizer que o alvoroço tomou conta do ambiente, com cada uma dando sua opinião sobre esse assunto um tanto complexo e camuflado dentro das famílias.

Esse relato é verídico, mulheres!!!!

“A pessoa me autorizou escrever sobre, mas evitando dar nomes.”

Mas eu juro por Deus, que adoraria conhecer esse médico e castrá-lo!

 

 

 

O que os homens falam é algo que as mulheres sempre querem saber, pois elas imaginam que seja somente de carros, mulheres e futebol.

Quando li o livro de Walter Riso – “O que toda mulher deve saber sobre os homens”, percebi que os homens não são tão fortes assim, como a nossa sociedade gosta de mostrar. Depois li o livro de Ivan Martins – “Alguém Especial”, tive certeza que os homens são tão frágeis como nós, mas como a sociedade impõe que eles sejam fortes, eles sofrem e se mantém fortes por fora e destruídos por dentro.

Fechei com chave de ouro hoje a tarde quando assisti o filme ” O que os Homens Falam” .

Para começar todo o enredo, fui no cinema às 14h, horário que nunca vou. Chegando lá, pedi na bonbonnière um chá e prontamente a atendente me serviu em uma xícara de porcelana e disse que não tinha problema eu levar para dentro da sala de projeção, pois o chá que pedi não seria nada elegante ser servido em um copo de isopor.

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Já, nesse momento, ganhei o prazer de ver o filme.

O filme começa com um homem-gato- siando do terapeuta e chorando, mostrando sua fragilidade que foi tratada dentro de quatro paredes com alguém que fez ele ver algo que ele não estava conseguindo ver.

Ao chegar do lado de fora, encontrou um amigo de longa data, derrotado, e se achando “o certo”, mas um trapo de pessoa em que nada dava certo, nem emocional e nem profissionalmente. O verdadeiro machão sabe tudo, ma todo errado e com um sapato furado, como tudo dentro da cabeça dele.

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Depois veio o homem fraco que traiu a mulher e perdeu ela, a casa , o filho e  a amante, e por conseguinte, toda a possibilidade de ter uma família, pelo esnobismo de se achar o tal. Resumindo, a mulher refez a vida com outro homem e quando ele se “achegou” todo lânguido para querer voltar, recebeu um simples não.

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E veio o homem abatido que sentado em um banco de praça, olhava insistentemente para um prédio.

Veio um outro homem passeando com o cachorro, bem apessoado e perguntou o que ele estava fazendo ali desolado?

Ele desfiou o rosário que a mulher o estava traindo, e que como ela era muito ingênua, ele a perdoava ( se achando o Deus). O outro disse porque ele não esclarecia tudo com a esposa e ele firmava que não, pois a culpa era do “outro” que ele não conhecia, mas que estava fazendo muito mal à ele. Resumindo, o outro desconfiou e o “traído” ao ligar para o amante da mulher, descobriu que ele estava em seu lado, no bando da praça. Para surpresa de outro, ele quis saber o que a sua mulher falava dele. e o amante, discorreu que ela via ele como um egoísta, um autoritário, um invejoso pela vida que ela levava e que nunca demonstrou amor por ela. Isso é bem inerente aos que se acham.

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E temos, ainda o metido a garanhão, aquele que tem mulher, filhos, mas que quer transar por transar, sem ao menos se preocupar com o casamento ou com aquela que divide a vida com ele.

Dá em cima de uma colega de trabalho, mas ela arrebenta, mandando ele subir para um local ermo na empresa para poderem se manipular, pois ele não tinha uma camisinha. Passou o tempo ele vi que levou o “bolo” e ela encontra ele no elevador com as outras colegas que já estavam sabendo de tudo e diz para ele levar a mulher para transar em um hotel, levar para tomar uns drinks assim como ele tinha oferecido para ela.

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E agora, quase no final do que os homens fazem e pensam, podemos ver , que vai haver um encontro na casa de um amigo, onde quase todos eles se encontram, e no caminho uma das mulheres oferece carona para um dos amigos e ao conversarem , as confidencias vão acontecendo, e a mulher do carro confidencia para o amigo que o marido é ciumento, quebra tudo de brabo, mas não demonstra para ninguém do grupo, que eles têm um livro de auto- ajuda, que os fazem levar a vida adiante, o amigo fica apavorado, tentando entende como ela fica com ele, mas ao mesmo instante perto dali, o outro casal que formam o par do casal que está conversando, também estão confidenciando os erros, defeitos dos parceiros que estão no carro.

A mulher confidencia que o marido tem disfunção erétil e que não transa com ela, já faz um tempão, mas se mostra como um garanhão para os amigos.

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Enfim, todos se encontram e ao saberem coisas um dos outros, porque as mulheres estão juntas, eles dizem:

Putz, Ferro!

 

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A aids cresceu 11% entre os jovens no Brasil em 2014 e para variar, estamos na contramão, enquanto no resto do planeta os números de infectados está diminuindo por causa da prevenção, nós resolvemos ser diferentes, e para pior.

Os jovens de agora que estão no período de iniciação sexual, não viveram no auge da campanha do vírus HIV, por isso segundo estudos, eles estão achando que a Aids tem cura, tem tratamento e logo, eles não precisam se proteger, apesar das campanhas pálidas que há na mídia televisiva.

Os jovens mais infectados são heterossexuais e não homossexuais como a maioria pensa.

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O uso da camisinha tem que estar sempre presente quando forem transar, e não é porque transou uma, duas, três vezes com a mesma pessoa que pode parar de usar camisinha. Não pare!

 

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Você esta se protegendo, protegendo seu ou sua parceiro(a) e ainda se prevenindo contra uma gravidez cedo demais.

Transar é maravilhoso, e na juventude, os hormônios estão pulando, logo transe, mas se proteja sempre. A aids ainda mata, ela só tem remédios que amenizam os sintomas, estancam o avanço dela pelo seu corpo, mas você não se livra dela não.

O que diz na página www.aids.gov.br/pagina/sintomas-e-fases-da-aids :

 

Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser atacado. E é na primeira fase, chamada de infecção aguda, que ocorre a incubação do HIV – tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. Esse período varia de 3 a 6 semanas. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.

A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático.

Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 – glóbulos brancos do sistema imunológico – que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Em adultos saudáveis, esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais comuns são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids. Quem chega a essa fase, por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer. Por isso, sempre que você transar sem camisinha ou passar por alguma outra situação de risco, aguarde 30 dias (saiba por quê) e faça o teste.

Não se descuide!

Se cuide!

Não tem idade certa para a AIDS!

Só não adquire AIDS quem se cuida!

Transe com quantos parceiros(as) quiser, mas se cuide, se previna, não se prejudique e nem prejudique o outro(a).

Seja Consciente dos seus atos!!!!

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Não preciso dizer que entrei em pânico quando atendi o telefone e ouvi – Mãe, fui assaltada!

Uma de minhas filhas entrou para a lista de estatísticas de uma sociedade insegura e doente, porém , os assaltados ficam mais doentes ainda. Minha filha não para de falar no assunto, chorou muito pelo pavor e a invasão de tudo que um ser humano pode sentir, a impotência diante de algo agressivo e irreal.

Está tudo bem, foi roubado somente o celular, que como na maioria dos jovens era de última geração, mas como disse para ela: Ainda bem que só foi o celular e não te machucaram.

Porém, sei que ficou machucada no seu interior, na sua auto estima e sua confiança nos outros. É brabo, né?

O que senti quando ouvi aquela voz chorando e dizendo que estava na delegacia, porque tinha sido assaltada, foi apavorante, me amoleceu tudo, e a vontade era de estar junto à ela para solucionar e não ter que passar por aquilo.

Acho que é coisa de mãe, tentando proteger a cria de perigos que infelizmente virão sempre pelas estradas da vida.

Foi meu desabafo!

 

 

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o casamento já foi uma instituição sagrada e sacramentada pela união entre homem e mulher, mas hoje é uma instituição falida pelo Eu em primeiro lugar, o Tu em segundo e o Nós muito distante ou até mesmo desconhecedor até então. A mulher casava para poder ser respeitada, ter filhos e ser protegida, porém, o homem também casava para ser respeitado na sociedade onde estava inserido e para procriar uma prole sadia e descendente. Hoje, como não houve evolução na instituição casamento, ele está fadado  ao sumiço na sociedade. O “Namorido” é a nova alcunha dado pelos casais que vão morar juntos, com compromissos de divisão material, mas nem tanto na divisão afetiva e duradoura. A união entre homem e mulher, já não é mais respeitada como uma instituição onde a mulher tem que ser protegida, tem que procriar e obedecer cegamente ao seu provedor, o homem. Há famílias hoje em dia monoparentais, onde a mulher segue sendo a provedora e como conseguinte, a matriarca, pois se nela existam muitas vezes, somente a presença feminina , ela automaticamente toma as rédeas dos problemas e evolução dessa pequena célula nova que está se formando na sociedade. Mas isso começou a acontecer de uns anos para cá, onde a mulher foi para a rua procurar seu espaço, e se viu sozinha da presença masculina, por vários fatores impostos pela nova sociedade do EU. A mulher assusta o homem com sua determinação, competência e liberdade. Muitos homens não conseguem dentro de uma união ganhar monetariamente como ou melhor que a mulher, e isso deixa-os desconfiados, inseguros e muitas vezes violentos ou arredios dentro de casa. Por aí, já dá para percebermos que o casamento naufragou pela falta de adaptação a modernidade. Se a união entre homem e mulher fosse mais cooperativa, mas saudável, não teríamos tantos lares sustentados por mulheres, e abandonados pelos homens. Sexualmente a mulher ficou determinante em quando e como quer ter prazer sexual, enquanto o homem pela sua natureza predatória e física, saca de seu desejo, várias relações, e como consentir isso para algumas mulheres? A união entre homem e mulher é complexa e longa por vários fatores culturais e sociais, mas deixo aqui um pouquinho do que penso.