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ageless is the future

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Quando decidi mudar de vida, logo após ter completado 5 décadas, iniciei uma nova etapa que transformou muito mais do que apenas a minha vida, eu envolvi pessoas, aprendi muito e criei discussões que permitiram alterar comportamentos sociais de uma maneira até então antes não pensada.

Vivi muitas histórias, amadureci bastante e contei cada detalhe deste capítulo por aqui. Em 10 anos muita coisa muda, e felizmente, muita coisa realmente mudou. Iniciei todo o meu trabalho através da internet, há mais de uma década, usando um discurso de inclusão, uma vez que os oprimidos sempre merecem ter espaço de voz. Para nós, mulheres e maduras etariamente, tudo parece ser ainda mais intensificado em caráter de complicação… Afinal, vivemos numa sociedade extremamente machista e opressora.

Embora esse discurso tenha chamado bastante atenção e levantado incontáveis discussões, eu sempre fui ainda mais além. Dei espaço para quem estava começando, ajudei fotógrafos, imprensa, marcas pequenas, médias e as gigantes… Fiz bastante coisa e criei muito conteúdo. Vivi anos incríveis na Zero Hora, estudando o comportamento e compartilhando dicas de como levar a vida melhor.

No entanto, tudo muda; eu acredito que a mudança sempre venha para a melhor, porque ela nos tira da zona de conforto e nos coloca em posições distintas de onde estávamos, proporcionando uma evolução natural do nosso ser. Foi assim, que com o passar da década as coisas mudaram.

Demorei para compreender o exato porquê de marcas, parceiros e alguns profissionais que antes colaboravam comigo, de repente já não se identificavam mais com o meu discurso. Eu, até então, só queria mesmo era ajudar quem também precisava ser ouvido e na maioria das vez não era. Entendi, com o passar do tempo, que em uma década no mundo digital, o mundo offline girou mais do que nos últimos 50 anos… Logo, falar sobre a inclusão da mulher madura já não faz mais sentido, uma vez que todas nós merecemos espaço, merecemos ter voz e oportunidade (independente da classe, da idade, da raça, do sexo, das crenças, do que for).

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Aprendi que pertenço ao grupo dos 60+ e que sou uma Ageless de muito sucesso. Sucesso esse que me fez evolucionar o meu trabalho, me reposicionar no mercado e chegar até aqui, completando os 11 anos dessa trajetória de muito trabalho.

Na próxima quarta-feira, dia 05/12, estarei celebrando com todos os meus amigos, leitores, parceiros e patrocinadores, no restaurante Peppo Cuccina, em Porto Alegre, esse momento tão especial para mim. Adoraria que todos vocês passassem por lá, para que juntos possamos brindar todas essas fases até aqui.

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Confirme sua presença pelo e-mail: mireia@portoweb.com.br

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Houve um tempo em que envelhecer era sinônimo de respeito, de conhecimento, ou até mesmo, de término da vitalidade. Cresci numa sociedade muito preocupada com a aparência estética, onde as mulheres precisavam aprender desde muito cedo a cuidarem-se para que na velhice (naquela época considerada próxima aos 50 anos) pudessem continuar vivas. Para a minha grata surpresa – e para a de vocês também, imagino – o mundo mudou. Na verdade, ele continua mudando cada vez mais!

As mudanças que ocorreram atreladas à tecnologia estão nos permitindo enxergar uma nova era prestes a mudar (literalmente) a cada instante, onde o novo já se torna velho e o conceito de velho necessita adaptar-se ao momento atual com cada vez mais frequência. Partindo desta premissa, percebemos que a maneira de consumir conhecimento, cultura e até lazer, passou por uma ebulição gigantesca na última década… Levando grandes editorias e empresas a ruína, tendo que fecharem as suas portas por não conseguirem acompanhar o ritmo frenético de um mundo acelerado.

Muitas vezes me questiono se as pessoas não gostariam de absorver conteúdos focados para nichos mais específicos, os quais muitas vezes ainda são postos à margem da sociedade e pouco ouvidos/acreditados/reconhecidos pelo poder de investimento. No entanto, sei que vivemos num aparente dilema de “contra nivelamento”, ou seja, o entendimento de que todos somos iguais, todos deveríamos ter os mesmos acessos, todos podemos fazer, etc, é cada vez mais recorrente no discurso e não tão efetivo na prática.

Para mim, esse entendimento é uma construção permanente. Não consigo, muitas vezes, compreender como a mulher poderia assumir o papel do homem quando este é sim importante para o mundo (e vice e versa). Da mesma forma, não concordo com a desigualdade feminina, racial, sexual, cultural, financeira e assim por diante. Vejo uma sociedade impositiva e muita agressiva com suas supostas regras que beneficiam alguns em detrimento de uma fala para todos… Neste caso, gostaria de ressaltar que envelhecer é sempre uma última necessidade à ser ouvida por quem pode auxiliar a quebrar barreiras e romper preconceitos, optando por ensurdecer o mundo deste assunto quando a própria biologia nos relembra que um dia todos iremos passar por este momento.

A grande pergunta que os faço é: para onde iremos daqui para frente, se o mundo continuará mudando cada vez mais?  

Eu espero que a mudança do mundo represente uma revolução de empatia. Penso muito na importância da troca, e adoro estar aberta ao novo de novo. Por isso, trago desta vez este TED sobre Empatia, com Tati Fukamati (especialista no assunto que tem ajudado grandes empresas de tecnologia a encontraram soluções humanas para o planeta).

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Uma flor nunca é igual a outra, mesmo que ambas sejam de cores iguais e pertencentes ao mesmo jardim. Costumo pensar que se um bom vinho vem de uma boa safra, boas uvas contribuíram para a sua fermentação, que por sua vez, só terá sido feita por pessoas boas que acreditaram naquilo que estavam fazendo. Tenho pensado que se a beleza está nos olhos de quem a vê, o “sentido” está no modo como encaramos o desejo de viver… E vocês sabem, eu amo viver!!!

Nós, mulheres da minha geração, educadas para cuidarem do lar, constituírem família, manterem a beleza como fascínio feminino… Sofremos demais ao longo da vida com o estereótipo da perfeição (a fatídica mulher perfeita). Vejo quanto algumas amigas tem dificuldade em aceitar as marcas que a vida trouxe para os seus lares, para os seus corpos, para as suas mentes. Sinto que elas vivem num eterno looping de insatisfação pessoal quando o assunto é a auto-realização, pois o critério “de boa vida” parece não ter sido atingido, impondo muitas vezes para si mesmas uma perfeição que nem na natureza conseguimos encontrar.

Por isso, eu decidi há pouco mais de 10 anos mudar. Decidi que era hora de olhar mais para mim, me desejar a cada instante. E neste ano eu decidi fazer ainda mais, afinal, a gente precisa estar sempre em movimento, pois as marcas continuarão a existir… Eu é quem terei que saber como lidar com elas.

Não culpo e, tão pouco gostaria de criticar quem sente a necessidade de procedimentos cirúrgicos como ponte para uma melhora na auto-estima, no entanto, tenho aprendido com o avançar da idade que o segredo para a auto-realização está nos detalhes do dia a dia: uma boa taça de vinho, uma música gostosa num ambiente com velas ou meia luz, um jantar casual no meio da semana com o marido, um almoço de domingo com os filhos… Tudo faz sentido quando estamos em paz com quem somos. 

Particularmente, tenho adorado os vídeos da monja Coen e este é perfeito para você que ainda está em dúvida se é ou não uma mulher suficientemente satisfeita consigo mesma. Assista e reflita você também!

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Há quem nunca conseguiu se sentir plenamente feliz, afinal, a felicidade é algo muito intangível e difícil de explicarmos. No entanto, vocês que já me acompanham por aqui há bastante tempo, sabem que gosto de mostrar sempre o melhor lado da vida.

Amo estar rodeada de amigas e amigos, envolta da família, comendo e bebendo bem (seja em casa ou numa viagem), trabalhando… Mas sempre com um sorriso estampado no rosto. Hoje em dia, posso passar por momentos complicados, principalmente por conta da saúde, no entanto, nem ela me abala mais. Aprendi que a melhor resposta pode vir sempre acompanhada de um sorriso!

Porém, eu preciso dizer que os anos que me contemplam de experiência de vida, fizeram eu perceber que nem todos os sorrisos são sinceros e alegres. Algumas pessoas costumam sorrir, te abraçar, dizer que te querem bem… Quando na verdade, fazem de tudo, ou pelo menos quase tudo, para te verem por trás, por baixo, fora de cena.

Admito que nem sempre é fácil, pois muitas pessoas temos afeto, carinho, algum tipo de vínculo em nossas vidas… Mas, mesmo com estas atitudes, procuro retribuir com um sorriso ainda maior, pois é com ele que faço o meu melhor e procuro levar felicidade para quem está ao meu redor.


 

COMO LIDAR COM A FALSIDADE ALHEIA?

É sempre importante ouvirmos outros pontos de vistas para que possamos nos fortificar, praticando a empatia no nosso dia a dia. Espero que essa reflexão da Monja Coen, possa ajudar vocês também:

O que acharam? Contem pra mim!

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Talvez vocês não imaginem o quão duro é o mercado para pessoas mais “maduras” como eu. A gente tenta, continua tentando e insiste ao máximo, mas eu preciso desabafar: tem gente que não entende o valor da sua marca pessoal.

Venho aprendendo com o Matheus Vecchio o quanto a minha marca tem poder e é forte o suficiente para encarar todo e qualquer mercado. No entanto, é evidente que haja diferenças entre o contratante que me enxerga no auge da melhor idade, como percebe a menina de trinta e poucos que está vendendo uma imagem jovial, mas que ao mesmo tempo acaba não tendo toda a mesma vivência que eu, uma ageless blogger tem.

Conto isso, pois tenho me deparado com alguns clientes prospectados que na última hora acabam optando por outras pessoas que topam fazer um trabalho por dois ou três pares do produto oferecidos pela marca ao invés do valor pago. Isso, sem questionar se o índice de engajamento é real, se ele interage e se está de acordo com a proposta que a contratada de fato anuncia e com o que a marca deseja representar. Acreditem, isso existe mais do que a gente imagina!

Por isso, de uma coisa eu sei: a vida, ao longo dos meus 61 anos, me ensinou que mais vale falar com a verdade e assegurar os meus valores, do que me prostituir por meia dúzia de momentos que não engrandecem em nada (nem eu, nem vocês).

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Particularmente, eu adoro uma boa refeição. Amo comer bem, sentar numa mesa bonita e bem posta, com uma ótima companhia ao lado, num ambiente agradável, tocando uma boa música de fundo… Hmmm, esse é o tipo de momento especial que costumo preservar na minha vida há muito tempo.

Sinto que o prazer de degustar todo e qualquer alimento não é uma tarefa simples, pois requer uma entrega de quem está vivendo o momento e da mesma forma, de quem o preparou. Me recordo quando os alimentos congelados chegaram na cozinha da minha casa há muitos anos atrás… Talvez vocês também se recordem deste momento nas vidas de vocês, pois foi uma grande mudança para o mundo gastronômico e com certeza para a evolução da sociedade.

No entanto, eu como uma boa Ageless, sinto que com o mundo mudando tantas vezes nós tivemos de adaptar as nossas rotinas atribuladas com a praticidade do dia a dia, levando-nos assim a perdermos um pouco do “savoir-faire” de uma boa refeição. Com isso, não apenas o alimento orgânico ou natural começou a deixar de estar presente em nossas dispensas, mas o modo como encaramos a vida também se modificou.

Entendo que saúde e boa alimentação nem sempre foram encaradas como sinônimos, no entanto, certos hábitos alimentares modernos nos fizeram atentar ao que estamos consumimos como alimento, afinal, a nossa saúde é uma riqueza que muitas vezes não conseguimos mensurar toda a sua importância até atingirmos determinadas idades onde o corpo começa a carecer dela. Por isso, eu afirmo que o prazer de uma refeição precisa estar atrelada aos cuidados necessários do preparo do alimento, da escolha dos ingredientes, de como os consumimos e com a velocidade em que nos relacionamos com ele. Comer faz muito bem, porque não alimenta apenas o corpo, alimenta também a nossa alma.

Será que o quê vocês estão consumindo ultimamente é algo saudável? Que tipo de alimento estão alimentando as mentes, os corpos e a alma de vocês? Certos hábitos podem ser alterados e regulados para o nosso bem! Assistam este TED com a palestra do Kau Mascarenhas, ela é bem especial e pode ajudar você a começar a se alimentar melhor (seja de informação, de vida, ou de alegria).  

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Como vocês sabem, no último dia 26/07 realizamos aqui em Porto Alegre o evento que serviria como oportunidade para apresentar o meu reposicionamento enquanto marca, bem como, apresentar para um grupo de convidados a importância e o papel do Ageless no mundo de hoje.

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Estiveram presentes comigo à frente do bate-papo, Silvia Koch e Laura Schirmer, duas mulheres que antenadas no cenário atual me ajudaram a conduzir a conversa sobre a importância e o papel da mulher e o que é o “Ageless”, palavrinha que não é mais novidade para vocês que me acompanham por aqui e que representa tanto sobre liberdade e auto-empoderamento.

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Confira agora quem também passou por lá:


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Foram nossos parceiros nesta edição Pátio 24 Mall, Bella Gula, Sucão, Restaurante Brava, 
Le Petit Macarons, LizáliDatelli Moinhos, Noon Concept, Laser SPA, Usina Natural, Espumantes Castellamare. 

 

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Vocês sabem que este ano decidi dar um novo posicionamento para a minha imagem enquanto marca, trazendo uma nova visão e um novo direcionamento sobre o valor feminino, a importância do ser e claro, o fato da cronologia etária pouco importar quando o desejo de se sentir viva persiste todos os dias.

Por isso, encabecei a causa Ageless e com ela comecei a desenvolver uma série de trabalhos com o apoio da MRVA (assessoria de reposicionamento de marcas e marketing pessoal), de Matheus Vecchio.

 

 

Desta maneira, no próximo dia 26 de julho (quinta-feira), iremos realizar nosso primeiro evento com essa formatação Ageless, afim de informar, relacionar e apresentar esta nova posição dada para a marca Miréia Borges.

Será um momento de muita troca e de grande importância para esses 11 anos de blogger… E eu espero todos vocês comigo!!!

Se juntarão à mim num bate-papo muito especial :

Laura Schirmer ( Publicitária, dona da empresa de Consultoria de Imprensa e Assessora de Imprensa – www.ls8consultoria.com.br );

Silvia Koch ( Publicitária, Especialista e Mestre em Comunicação, Doutora em Letras – Sócia da Humanizando Marcas – www.humanizandomarcas.com.br).

Duas mulheres incríveis que dividirão suas percepções de mundo e de sociedade enquanto a temática Ageless.

Alguém duvida que será uma noite incrível?

 


 

SAVE THE DATE

LOCAL: Av. Marilland, 777 – Na torre Trade Corporate, em frente a Tok Stok – Porto Alegre, RS
HORÁRIO: Às 19:30h às 21:30 – depois teremos um coquetel de confraternização.

Favor confirmar pelo e-mail mireia@portoweb.com.br, pois temos algumas vagas disponíveis.

 


 

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Envelhecer não foi um problema para mim, vocês sabem. Sempre fui muito ativa e muito disposta a receber o novo, sinto que abracei o tempo (e com ele todas as vivências que tive a oportunidade de viver) com imensa gratidão e muito amor. Talvez seja um olhar um tanto quanto romântico da minha parte, mas sei também que não sou a realidade de toda a geração Ageless.

Muitos homens e mulheres têm dificuldade em aceitar as mudanças que o tempo apresenta para nós, não recebendo e nem reconhecendo suas atualizações físicas, materiais ou comportamentais. Tenho observado através dos meus estudos geracionais sobre a minha geração, que muitas pessoas ainda encontram dificuldades na aceitação do que seria por “básico” na segunda década do século XXI,  como o computador, os meios digitais e todas as suas plataformas, os smartphones, entre outras ferramentas… Acontece, que não podemos encarar mais o mundo como se ele estivesse girando ao nosso entorno, esperando por nós e aguardando o nosso tempo de aceitação com as coisas, entregando para o amanhã este compromisso. Por isso eu afirmo: essa espera pelo nosso “momento” precisa acabar. O amanhã já começou!  

Precisamos estar receptivos ao novo; Precisamos aceitar os novos meios de interação e de comunicação, procurando nos adaptar ao novo mundo (que não é apenas digital, mas sim, com a crossmedia que se instaurou no tempo). Sei que muitos de nós procuram cursos para se inteirar dessas novas ferramentas, alguns pedem para os netos/sobrinhos/pessoas mais jovens e próximas que os ensinem e os apresentem o seu mundo para quem já viveu em outra era.

Por isso, faço um apelo àqueles que ensinam e que se colocam a disposição para orientar essa geração: tenham sempre muita paciência. Nós, enquanto adultos mais “maduros“, não temos o mesmo gás que os jovens da geração Z têm. Mas temos tantas histórias e tantas vivências que nos permitem maturar o conhecimento e nos colocarmos em posição de aprendiz. O mundo pode realmente ser outro no agora, mas nós ainda fazemos parte dele. Logo, estamos vivos e precisamos nos sentir ainda imersos nesse sentimento. Portanto, não esperemos pelo mundo do ontem no agora, precisamos entender que já estamos no futuro-do-presente.

Como você se encara? Se sente imerso nas novas tecnologias?
Conta para mim!

 

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Muitos de vocês sabem que eu não consigo ficar muito quietinha, e, numa conversa descontraída com um grupo de amigas, começamos a falar sobre como algumas delas gostam de se sentirem atualizadas com o mundo das novas tecnologias, que percebem estar cada vez mais vivas e por isso, sentem uma necessidade enorme em movimentar uma “mudança” nas suas vidas… Indo muito além de trocar a cor do cabelo ou mudar os móveis dentro de casa.

A mudança é um laço estreito entre o comportamento e os nossos sentimentos, assim, cativada por esta conversa e por todas as boas novas que me rodeiam, entendi que existe um termo para essas pessoas que não se encaixam mais nos rótulos da vida acertada aos moldes antigos e tradicionais. Afinal, elas são jovens de espírito, com sede de vida e antenadas em tudo o que é novidade: são os Perennials.

Desenvolvido por Gina Pell em 2016, o termo exemplifica a desconstrução do comportamento etário na maturidade adulta, de modo que traços das gerações mais jovens (como os Millenials – Geração Y, e, a Gen Z – Geração Z), estejam muito presentes no seu comportamento cotidiano.

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Enquanto mulher e também enquanto uma Ageless Woman, eu vos afirmo: não é nada fácil ser mulher nos dias de hoje. No entanto, é muito engrandecedor saber que temos a oportunidade em fortificar todas as novas gerações com o exemplo de persistência, força e muita clareza sobre quem somos. A mulher de hoje é muito mais segura de si e privilegiada pelo poder da “voz”, mesmo em lugares onde parecem não serem ouvidas, os meios facilitaram a comunicação, traduzindo e desenvolvendo a cada dia uma nova forma de introduzir a liberdade de expressão.

Desta maneira, libertas de si e libertas de rótulos, não faz mais sentido entendermos que as questões etárias sejam uma limitação para o nosso cotidiano, uma vez que estamos todos imersos num período de grande troca e de muita informação. Penso ainda, que a forma como traduzimos as informações e as iniciativas que aceitamos viver, são de fato reviravoltas que tanto almejamos aconteceram, seja elas com qual o critério for. Eu mesma, quando cheguei aos 50 anos decidi passar por um período de forte reviravolta na minha vida, decidida de que era a hora de mudar (e mudar mesmo!). Hoje, percebo que estando na casa dos 60 também precisei me reestruturar enquanto cidadã do mundo, pois compreendi que não preciso estar num determinado lugar para ser ouvida, lembrada e referenciada, mas preciso estar próxima de quem também se identifica com esta mudança.

Hoje, os tempos felizmente são outros.

SE IDENTIFICOU?

Eu encontrei essa palestra muito interessante da própria Gina Pell, cujas reflexões reiteram o que venho pensando e podem elucidar ainda mais vocês! Ah, e embora o material seja em inglês, no vídeo há a possibilidade em colocar legendas em português, o que vai facilitar o acesso.

Conta para mim como você se sente e se faz parte desse grupo!